Do BBB ate a ICM

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http://ego.globo.com/famosos/noticia/2015/06/ex-bbb-fernando-mesquita-e-batizado-em-igreja-evangelica-no-rio.html

Sera que ele passou na consulta do Grupo de fofocacao?

Coitado do brother não sabe onde foi amarrar seu cavalo. Caiu justamente no BB da obra, porque claro ali e um BB constante, todos são monitorados dia e noite para depois os dons fluir, tipo, vi o irmão fazendo uma fezinha na casa loteria, ou vi a irma de calca comprida no ponto de ônibus, o sinhorevelo.

O BB maranatico começa justamente no cantinho do céu do papa. Ali todos são vigiados monitorados  e não obedece não pra ver, o  cajado do meia sola come no lombo da ovelha.

O confinamento só mudou de lugar, agora aguardar ate a próxima versão.

Quem sera o meia sola Bial que o batizou?

Mais uma prova de que o PES e seus capangas sabiam o que estava acontecendo e nada fizeram pra impedir.

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Essa oubra esta so colhendo os frutos que plantaram!

DIREITO CIVIL – Obrigações – Espécies de Títulos de Crédito – Duplicata

Partes do Processo

Requerente

MAIS TOUR AGENCIA DE VIAGENS E TURISMO LTDA

Requerido

IGREJA CRISTA MARANATA
MAANAIM DO ESPIRITO SANTO

Lembram dessa Empresa?  Ela foi arrolada nas denuncias como uma das Empresas que forneceram Notas frias ao PES.

Mas já ouviram aquela frase comprou mas não levou? pois isso ai, foi desse jeito.

Agora esto movendo um processo contra o pedacinho do céu do papa, o manaaim.

Então como uma forma, digamos, de se vingar, a Mais Tour entrou com um processo contra o PES, reivindicando receber os valores referentes as notas frias.
Mais uma vez o PES tomou ferro.

No depoimento o Antonio Kaká admitiu que as notas eram frias. E isso deixou o juiz meio, perturbado…..
Veja o que ele disse no seu parecer:

Por fim, a suposta declaração (fl. 133) prestada pelo Sr. Antonio Carlos de Oliveira, representante legal da empresa requerente, no sentido de que seriam as notas fiscais frias, produzidas a fim de “mascarar” atividades ilícitas, não possui qualquer força probante.

Cuida-se de mero indício de prova, incapaz de comprovar qualquer fato ali declarado. Explico. Em primeiro lugar, aparenta curioso o fato de que, tratando-se de confissão de prática de ilícito penal, não tenha a instituição vítima (como pretende levar a crer) adotado qualquer providência criminal desde aquela data (2011), não havendo nos autos qualquer documento que ateste ter a Igreja buscado a devida proteção jurídica, seja com cópia de inquérito policial ou da correspondente ação penal. Não bastasse isso, independente de as declarações ali aferidas retratarem ou não a realidade, o Código de Processo Civil é claro ao dispor, no parágrafo único do art. 368, que a assinatura apostada naquele documento (a propósito, sem reconhecimento de firma) poderia provar a própria declaração, mas nunca o fato declarado.

No mais, vejo que o documento de fl. 133 se trata de cópia, desacompanhada do original, em que pese parecer que a Igreja tenha seu porte, já que a folha leva seu timbre e a suposta declaração teria ocorrido dentro de suas dependências físicas e perante sua comissão administrativa.”

Mais uma prova de que o PES e seus capangas sabiam o que estava acontecendo e nada fizeram pra impedir.

OS MUAMBEIROS

O bode velho sempre dizendo que esta tudo certo, que tudo esta sendo feito na revelação , inclusive a compra das muambas.

A oubra esta sendo perseguida, sera? Por quem mesmo?

Pela PF, MP, e demais órgãos competentes.

Deviam ter vergonha de usar esse xatelite fruto das muambas .

PROCESSO  n° 0000800-77.2014.4.02.5001 –

Justiça Federal do E.SSENTENÇAVistos etc.Trata-se de ação ordinária, com pedido de antecipação dos efeitos da tutela, ajuizada por IGREJA MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE, em face da UNIÃO FEDERAL, partes qualificadas na inicial.A autora requer, em síntese, seja anulado, revogado ou cassado o auto de infração e guarda fiscal nº 0727600/ERA3000038/2012, bem como todos os atos ali constantes, inclusive os termos de apreensão e retenção 22A, 22B e 22C e o Termo de Fiel Depositário 22D ou, considerando-se a imunidade tributária da autora, seja declarada a inexistência de débito ou de relação jurídica tributária e, ainda, anulado, revogado ou cassado qualquer procedimento tributário/administrativo instaurado indevidamente em desfavor da autora decorrente dos supracitados fatos. Devidamente citada, a União Federal apresentou contestação às fls. 917/929, ocasião em que sustentou, em síntese:a) Preliminarmente, a autora formalizou dois requerimentos de “denúncia espontânea” nos quais afirma haver introduzido mercadoria estrangeira no Brasil sem a observância das normas legais. Cumpre esclarecer que tais requerimentos ensejaram a instauração dos processos administrativos n.º 12466.720251/2012-68, em 19 de janeiro de 2012, e n.º 12466.720975/2012-10, em 14 de março de 2012; b) No processo administrativo n.º 12466.720251/2012-68, a partir da denúncia espontânea apresentada pela autora, a Alfândega do Porto de Vitória realizou diligência com o objetivo de localizar e identificar os bens listados na referida denúncia. Consoante o relatório da referida diligência (fls. 199/200 do processo administrativo n.º 12466.720251/2012-68 – documento apresentado com a manifestação de fls. 511/518), constatou-se a ausência de vários itens listados na denúncia espontânea e a divergência entre a quantidade declarada e a encontrada, quanto a outros itens. Além disso, foram encontrados outros dez itens no local os quais não constavam da planilha que acompanhou a denúncia espontânea. Estes últimos foram retidos já naquela ocasião, com a intimação da autora para comprovação de sua regular importação. Quanto a estes, a autora, não logrando comprovar a regularidade da importação, apresentou petição “para emendar o pedido de denúncia espontânea”; c) No processo administrativo n.º 12466.720975/2012-10 (documento apresentado com a manifestação de fls. 511/518), a autora listou vários outros bens, reconhecendo sua situação irregular, “sem qualquer registro de entrada e muito menos de nacionalização” (fl. 3 do processo administrativo n.º 12466.720975/2012-10 – documento apresentado com a manifestação de fls. 511/518); d) É fato incontroverso que a própria autora admitiu a introdução irregular, no território brasileiro, de bens de procedência estrangeira. Admitiu-o a autora expressamente tanto na petição inicial como nas denúncias espontâneas (também mencionadas na petição inicial) demonstradas nos documentos apresentado com a manifestação de fls. 511/518; E) Quanto à imunidade constitucional dos impostos, a UNIÃO, pela atuação de seu órgão competente (Receita Federal do Brasil), não impõe óbice à sua fruição pelos templos de qualquer culto, nos termos da CF/88 (destaques inseridos pela UNIÃO): f) Se é certo que a UNIÃO não se opõe à imunidade quanto ao Imposto de Importação e ao Imposto sobre Produtos Industrializados, impõe-se notar que diverso é o tratamento estipulado pela Constituição Federal quanto às demais espécies tributárias, caso das contribuições sociais na importação (PIS e COFINS); g) Ao recolher tributos na tentativa de evitar as consequências legais da introdução clandestina de mercadorias no território nacional, a conduta da autora contradiz claramente a alegação de “imunidade”, ora apresentada. Com efeito, ainda que lhe assista a imunidade quanto aos impostos – e, quanto a isto, não há lide, pois a UNIÃO não exige o recolhimento de impostos na situação –, é certo que a autora deve recolher as contribuições sociais incidentes na operação, eis que a imunidade não se estende sobre as mesmas. Em conclusão, a alegação de imunidade não sustenta a pretensão de anulação da ação fiscalizatória; h) a introdução irregular de bens de procedência estrangeira em território nacional (fato admitido pela autora) conduz, de acordo com a legislação brasileira vigente, à aplicação da pena de perdimento. i) Os bens em apreço – os quais são objeto dos atos administrativos impugnados na vertente ação – foram importados irregularmente, isto é, não foram apresentados à Alfândega quando de sua introdução no território nacional, encontrando-se na zona secundária. Aplica-se, em tal situação, o disposto no artigo 87, I da Lei n.º 4.502, de 1964, regulamentado pelo Decreto n.º 6.759, de 2009, em seu artigo 690; j) A denúncia espontânea apenas exclui a imposição das penalidades de natureza pecuniária, mas não se estende, por sua natureza, a sanções de natureza extrafiscal, como é o caso da pena de perdimento, que se destina a coibir a introdução clandestina de mercadoria no País; k) A autora não logrou êxito no processo administrativo n.º 12466.720251/2012-68, no qual, depois de devidamente analisada, sua pretensão foi indeferida por falta de amparo legal, uma vez que a denúncia espontânea não exclui a aplicação da pena de perdimento dos bens irregularmente importados. De outro lado, não se chegou a apreciar o mérito da denúncia espontânea efetuada no processo administrativo n.º 12466.720975/2012-10, o qual foi arquivado em razão de defeito na representação da autora, como se pode verificar nos documentos apresentados com a manifestação de fls. 511/518. l) as mercadorias descritas no Termo de Apreensão e Retenção n.º 22A/2012 (fls. 143/145), no Termo de Apreensão e Retenção n.º 22B/2012 (fls. 146/147), no Termo de Deslacração e Lacração n.º 22C/2012 (fl. 148) e no Termo de Fiel Depositário n.º 22D/2012 (fl. 149) foram objeto de retenção e apreensão, pela Alfândega do Porto de Vitória, em decorrência de irregularidades na internação; assim, não se trata de extrapolação de limites de decisão proferida por Juízo Criminal, como a autora quer fazer crer, mas tão somente da adoção das medidas determinadas pela legislação aduaneira em vigor; m) os atos administrativos questionados resultam de procedimentos administrativos absolutamente regulares, uma vez que a pena de perdimento estabelecida na legislação não é excluída pela denúncia espontânea e os atos em questão abrangem os bens que a própria autora afirmou haver introduzido irregularmente no País, causando estranheza o fato de que a mesma venha agora alegar que tais bens constituem “equipamentos nacionais ou regularmente adquiridos regularmente no Brasil etc etc” (sic – fl. 46 dos autos);Analisando detidamente os fundamentos de fato e de direito sustentados pela parte autora, entendo que lhe assiste razão apenas em parte. Quanto ao primeiro argumento, não há que se falar em ilegalidade das apreensões realizadas pela Alfândega do Porto de Vitória sob a alegação de que o ato impugnado em questão ignorou os limites da decisão judicial proferida na ação penal nº 0114939120124025001 que limitou a atuação da ré ao assessoramento técnico do órgão executor da medida, tal seja, a Polícia Federal.Repita-se, ainda que a decisão cautelar prolatada nos autos da ação penal nº 011493912012.4.02.5001 tenha delimitado o âmbito da busca e apreensão das mercadorias de propriedade da Igreja Maranata Cristã, entendo que tal limitação não tem o condão de inibir a atuação da Administração Aduaneira ou lhe impor qualquer limitação quanto à fiscalização e conseqüente apreensão de mercadorias que a própria autora confessou ter nacionalizado de forma irregular. Quanto ao argumento autoral de que goza de imunidade tributária, em razão da proteção aos cultos, previstas na Constituição Federal, entendo, da mesma forma, que o mesmo não merece guarida. Sem adentrar, neste momento, no mérito a respeito da natureza dos bens apreendidos e se os mesmos dizem respeito às finalidades essenciais da Igreja Cristã Maranata, entendo que a maneira como se operou a nacionalização das mercadorias justifica e ampara a apreensão destes bens. Conforme bem ressaltou a União Federal, “a internação dos bens importados pela autora poderia ter sido processada normalmente pela entrada em território que todos mais utilizam: algum ponto alfandegado. No entanto, o que fez a autora foi burlar a Aduana, e quando foi descoberta postulou a denúncia espontânea, inclusive com o pagamento dos tributos que entendeu deveriam ter sido pagos.”Aduziu, ainda, a Igreja Cristã Maranata que é inviável a aplicação da pena de perdimento em virtude da destinação não comercial das mercadorias, situação que não se enquadra nas hipóteses taxativas do art. 105 do DL 37/66. Novamente não lhe assiste razão. Em primeiro lugar, a introdução dos bens apreendidos no território nacional operou-se de forma fraudulenta, o que gerou, inclusive, a instauração de ação penal própria tendente a apurar a prática do crime de descaminho. Tal fato, destarte, foi admitido expressamente pela autora através das denúncias espontâneas tombadas sob os n.ºs 12466.720251/2012-68 e n.º 12466.720975/2012-10. Como ressaltado pela ré, a introdução irregular de bens de procedência estrangeira em território nacional conduz, de acordo com a legislação brasileira vigente, à aplicação da pena de perdimento, ainda que sua destinação não seja comercial. No presente caso, a quantidade e o volume de mercadorias nacionalizadas em desacordo com a legislação aduaneira confessado pela própria autora através das denúncias espontâneas tombadas sob os n.ºs 12466.720251/2012-68 e n.º 12466.720975/2012-10, como dito acima, importa na aplicação da pena de perdimento, nos termos do art. 690 do Regulamento aduaneiro (Decreto 6.759/09), segundo o qual “Aplica-se ainda a pena de perdimento da mercadoria de procedência estrangeira encontrada na zona secundária, introduzida clandestinamente no País ou importada irregular ou fraudulentamente (Lei n o 4.502, de 1964, art. 87, inciso I)”.Valho-me dos mesmos fundamentos acima para rejeitar o argumento autoral no sentido de que a aplicação da pena de perdimento é desproporcional, pois a autora é a potencial destinatária das mercadorias perdidas. Ora, como dito acima, independentemente da natureza das mercadorias, ou de sua destinação, tendo os bens de propriedade da Igreja Maranata Cristã sido irregular ou fraudulentamente inseridos no território nacional, estarão os mesmos sujeitos a pena de perdimento, nos termos da legislação acima citada, cuja repetição entendo desnecessária nesta seara. Também não merece acolhida o argumento autoral de que os bens foram submetidos à denúncia espontânea, razão pela qual seria inviável a aplicação da pena de perdimento. O Decreto-Lei 37/66 já citado acima assim prevê em seu art. 102. Verbis:Depreende-se, portanto, que a legislação aplicável à presente hipótese prevê de forma clara e inequívoca que o oferecimento da denúncia espontânea não obsta a aplicação da pena de perdimento quando a nacionalização de bens se deu de forma fraudulenta ou irregular. Ademais, conforme consignou a União Federal nos presentes autos, após as diligências realizadas pela Alfândega, verificou-se que não constavam na denúncia espontânea diversos bens localizados na referida diligência, bem como divergência nas quantidades descritas no referido documento. Tal fato foi, inclusive, corroborado pela petição de fls. 263/264 e, através das quais a própria requerente confessa que alguns bens foram, por lapso, deixado de fora da lista de equipamentos que deveriam ser apresentados na denuncia original, sendo que tal complementação somente se deu após as mencionadas diligências realizadas pela Alfândega do Porto de Vitória. Ora, tal situação descaracteriza, ao meu ver, a denúncia espontânea, razão pela qual inaplicáveis os seus benefícios à parte autora. Sustentou, ainda, a autora que a apreensão dos bens acarreta risco de colapso administrativo da Igreja Cristã Maranata, pois toda a estrutura operacional da igreja estará paralisada e corre o risco iminente de se perder. Tal argumento não encontra guarida. Extrai-se do termo de apreensão e retenção acostado às fls. 143/187 que a grande maioria dos produtos apreendidos são produtos eletroeletrônicos de transmissão, tais sejam, projetores, telas, telões, conversores, microfones, câmeras que, de modo algum, inviabilizariam a realização dos cultos nos diversos templos da Igreja Cristã Maranata neste Estado. Não desconheço que eventual perdimento das referidas mercadorias poderia acarretar eventual embaraço na transmissão via satélite dos cultos, ou tornar as celebrações menos digitalizadas ou modernas, bem como poderia dificultar a comunicação entre os templos, mas de maneira alguma o perdimento dos bens apreendidos acarretará a paralisação da autora. Sustentou, outrossim, a requerente que com relação aos item mais antigos, não é possível a aplicação da pena de perdimento em virtude da decadência na aplicação da sanção. Novamente não assiste razão à autora. Extrai-se de uma leitura atenta de tal dispositivo que o direito da Administração Aduaneira impor penalidade em razão da nacionalização fraudulenta de mercadorias extingue-se no prazo de cinco anos a contar da data da infração. Valho-me de toda a fundamentação acima para rejeitar, por fim, o argumento autoral no sentido de que a liberdade do culto fica embaraçada pela medida tomada pela Alfândega, quando a própria ordem de busca e apreensão cuidadosamente ressaltou a impossibilidade de se fazer uso da medida cautelar processual penal para criar entraves aos exercício das finalidades últimas da igreja. Despiciendos, portanto, maiores comentários, resta patente que o pedido autoral merece ser julgado procedente apenas em parte. DISPOSITIVOPor todo o exposto, JULGO PROCEDENTE EM PARTE O PEDIDO DE CONSTA DA INICIAL para tão somente determinar que a União Federal revogue o auto de infração nº 0727600/ERA3000038/2012 e cancele os termos de apreensão e retenção nºs 22ª, 22B e 22C e, via de conseqüência, a pena de perdimento aplicada apenas e exclusivamente no que diz respeito às mercadorias que foram adquiridas pela autora no território nacional e mediante procedimento regular, a ser comprovada através das respectivas notas fiscais que atendam as formalidades legais, que deverão ser apresentadas no âmbito administrativo, sendo que qualquer divergência entre as partes deverá ser solucionada em fase de execução de sentença. Por via de conseqüência, JULGO EXTINTO O PROCESSO, com resolução do mérito, nos termos do art. 269, I do CPC. Revogo a tutela de urgência ao seu tempo deferida.Sentença sujeita à remessa necessária (art. 475, I, CPC).Sem condenação em honorários advocatícios, considerando a sucumbência recíproca (art. 21 do CPC). Oficie-se ao E. Relator do agravo de instrumento, com cópia da presente sentença.Custas ex lege. P.R.I.Vitória, 18 de novembro de 2014.ASSINADO ELETRONICAMENTE ALEXANDRE MIGUEL Juiz Federal

Agora o cabra esta sendo procurando pelo FBI

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http://www.eternyonfraude.blogspot.com.br/2014/05/nao-sei-onde-vai-parar-este-negocio-de.html

Um ex diácono obratico que levou vários outros membros a entrarem nessa Telex Free, Bboom, depois se mandou da oubra e hoje esta ai sendo procurado pelo FBI.
Fora que tem gente querendo a cabeça do cabra.
Agora que deixou as pessoas em ma situação se mandou, eita povo sem vergonha.

Com quem sera que aprenderam essas patifarias?

Na foto abaixo, com os principais Lideres da empresa ETERNYON, e logo ao centro, de Camisa Polo Amarela, é Daniel Vieira Costa,nomeado como Diretor de Marketing da empresa.

Esse Daniel Costa  é o filho daquele pastor Adilson Costa, que voltou pra icm epara o PES, que trabalha com Mmn da herbalife, bbom, eternyon dentre outros.

 

 

 

Ensinando a manipular a palavra

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A  PALAVRA PREGANDO – SEM TRAUMAS:

1 Coríntios 2:4 – A minha PALAVRA, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder. Para acompanhar a velocidade da OBRA, atendendo ao que o SENHOR está revelando à sua igreja, agora, mais do que nunca, na busca de resultados mais rápidos, saber comunicar é muito importante para aqueles que estão à frente da OBRA do SENHOR. Salmos 147:15 – O que envia o seu mandamento à terra; a sua PALAVRA corre velozmente. Nossa primeira preocupação aqui é com a REVELAÇÃO. De nada adiantarão técnicas de comunicação se, em primeiro lugar, não houver a REVELAÇÃO do SENHOR.

Sem a Divina presença do ESPÍRITO SANTO em nosso meio, tudo de nada vale. É interessante verificar que, em nossas igrejas, podemos encontrar pessoas de todos os tipos e origens e que, por um grande milagre, tem um só comportamento e falam a mesma linguagem, o que nos leva a concluir que a OBRA só é UNA porque nela há a presença do ESPÍRITO SANTO. 1 Coríntios 14:26 – Que diremos, pois, irmãos? Quando vos reunis, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. É importante que você, como Obreiro ou responsável por algum grupo, conheça algumas técnicas de comunicação que podem lhe ajudar no momento em que estiver no púlpito de sua igreja, dirigindo uma reunião, conversando numa roda de irmãos ou até mesmo dando assistência a um visitante. O SENHOR mesmo nos orienta que assim façamos quando usa o apóstolo Paulo para escrever aos Coríntios: Coríntios 14:9 – Assim também vós. Se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Estareis como que falando ao ar. 3 3 OS CANAIS DE COMUNICAÇÃO:

Quando você está se comunicando, existem três canais principais de comunicação: o visual, o tom da voz e as palavras que você diz. Os gestos, a voz e a postura exercem um papel fundamental para se atingir o resultado esperado da comunicação verbal. Harmonizar tudo isso não é tão fácil assim; entretanto, o aprendizado é muito simples. Hebreus 4:12 – Porque a PALAVRA de DEUS é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração Há uma pesquisa científica que esclarece que o impacto e a sinceridade percebida em qualquer comunicação originam-se, principalmente, da linguagem corporal do apresentador, seguido pelo tom de voz. As palavras recebem um insignificante terceiro lugar. A pesquisa mostrou que 55% do impacto e da sinceridade são determinados pela linguagem corporal, que é a comunicação não verbal, que compreende a postura, a respiração, a tonalidade da pele e os movimentos corporais; 38% pelo comportamento verbal, que compreende o tom de voz, o timbre, a velocidade e o volume; e, 7% é o resultado das palavras ou conteúdo da comunicação. Quando esses três aspectos, a linguagem corporal, o tom de voz e as palavras se reforçam mutuamente, a comunicação é congruente, torna-se bastante eficiente e atinge os objetivos. No nosso caso, quando da entrega da PALAVRA de DEUS à igreja, devemos acrescentar um outro aspecto que o mundo não conhece, que é a REVELAÇÃO do SENHOR na sua OBRA. Para nós, como dissemos anteriormente, este aspecto está em primeiro lugar: A REVELAÇÃO. É ela que nos dirige. Imagine, portanto, o SENHOR nos revelando o tema ou até mesmo a PALAVRA a ser entregue no culto ou em alguma reunião, e o servo, bem instruído, entregando a PALAVRA revelada, utilizando-se da boa aplicação das técnicas de comunicação, com certeza estaremos alcançando resultados bem mais promissores. Atos 19:20 – Assim a PALAVRA do SENHOR crescia poderosamente e prevalecia. Se houver uma discrepância entre as palavras e a linguagem corporal, os ouvintes prestarão atenção à parte não verbal, geralmente sem perceber. Podemos, neste caso, desperdiçar uma REVELAÇÃO do SENHOR se o pregador não estiver preparado para entregá-la. A habilidade de apresentação é a maneira como você dá vida às suas palavras; como você administra os 93% da apresentação das palavras. A habilidade de apresentação consiste de algumas coisas simples que 4 4 você deve fazer e outras que você deve evitar, as quais você verá um pouco mais adiante. A SEGURANÇA QUE VEM DO SENHOR: Alguns irmãos sentem medo e insegurança na hora de aparecer ou falar em público, seja para pequena reunião ou grande igreja. São servos e servas do SENHOR, que apenas assistem a cultos e que poderiam ser usados para a disseminação da OBRA de DEUS. 1 Timóteo 3:1 – Esta é uma PALAVRA fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente OBRA deseja. Os varões e as mulheres de nossas igrejas devem buscar recursos que os ajudem a enfrentar este tipo de problema. Se você é um desses, que fica com a boca seca e sua frio com a simples idéia de falar em público, talvez sirva de consolo saber que esses sintomas são comuns a 85% das pessoas. A ansiedade é natural. Em qualquer situação, o temor da avaliação ou a insegurança sobre como agir desperta ansiedade. A não ser em casos extremos, em que alguns irmãos são capazes de recusar um convite do SENHOR para assumir a frente de um trabalho para não se expor em público. Até esses podem mudar pelo poder do SENHOR, que nos dá segurança, nos tranqüiliza e reverte o terror de falar em público. Salmos 119:38 – Confirma a tua PALAVRA ao teu servo, que é dedicado ao teu temor. Alguns, quando se vêem diante de pequenos ou grandes grupos, chegam a ficar aterrorizados. Muitas vezes, basta o irmão se imaginar falando para a igreja para já sentir no organismo reações como tremor e suor nas mãos, um “branco” na memória, taquicardia, nó na garganta, diarréia e outros problemas. Na verdade, no momento em que passam por essas limitações, estes irmãos são tomados por emoções fortes, relacionadas ao passado. Traumas ou bloqueios antigos, talvez adquiridos quando criança, na adolescência, ou mesmo já na idade adulta, que, arquivados potencialmente na mente, reacendem-se, quando são obrigadas a falar na igreja. As reações corporais nesse sentido são, exatamente, informações da mente inconsciente, uma espécie de aviso de que, nesse momento, se expor à igreja é um “perigo”. Por exemplo, você ouve dentro da mente algo lhe dizendo: “Você não vai conseguir”, “Você vai falar tudo errado”, “Os irmãos vão te criticar”, “Você está com o corpo desajeitado”, “As pessoas vão se levantar e deixá-lo falando sozinho”, “Suas idéias estão desordenadas”’, “Vai dar um branco”. 5 5 Segundo a ciência, mente e corpo estão interligados; você mexe com a mente, automaticamente mexe o corpo. Se houver uma alteração no registro da mente, o corpo vai obedecer. E é desta forma que o SENHOR age em nós, libertando-nos, curando-nos dos bloqueios mentais que nos impedem de realizar uma boa comunicação. A mesma mente que reage desta forma pode ser liberta pelo poder maravilhoso do SENHOR JESUS e aprender a reagir de uma outra forma, bastante eficaz. Todos temos capacidade de nos expressar e nos comunicar bem diante da igreja, bastando que tomemos consciência de que DEUS nos liberta desses bloqueios emocionais. A partir daí, a mente passa a processar informações seguras, que propiciem a você uma performance positiva diante dos irmãos, expressando, dentro da REVELAÇÃO e com a visitação do ESPÍRITO SANTO, com total liberdade, criatividade, espontaneidade, poder e graça que vem dos céus.. Atos 4:31 – E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO, e anunciavam com ousadia a PALAVRA de DEUS. Mas, como me livrar do problema? Salmos 119:148 – Os meus olhos anteciparam as vigílias da noite, para meditar na tua PALAVRA. É claro que o jejum, a oração, a madrugada e os demais meios de graça são o principal remédio para a eliminação dos bloqueios psicológicos. Lembre-se sempre de que temos à nossa disposição todos os recursos necessários para qualquer mudança desejada. Colossenses 4:3 – Orando também juntamente por nós, para que DEUS nos abra a porta da PALAVRA, a fim de falarmos do mistério de CRISTO, pelo qual estou também preso. Entretanto, você pode melhorar bastante o seu poder de comunicação, empregando as seguintes técnicas de como falar em público: ESTABELECENDO ALGUMAS REGRAS: A primeira coisa de que se deve lembrar é que não há fracassos na comunicação, apenas resultados. Portanto, não se incomode com as críticas que porventura chegarem até você, pois não houve nenhum fracasso na sua comunicação, apenas o resultado é que não atingiu plenamente os seus objetivos. Durante a PALAVRA, você deve informar, ensinar e motivar, ou seja, você deve fornecer informações básicas, conhecimento e levar a igreja a ter uma experiência 6 6 com o SENHOR JESUS; você deve ser usado pelo ESPÍRITO SANTO, para criar uma experiência espiritual positiva para as pessoas e colocá-las em estado de graça. 2 Coríntios 8:7 – Portanto, assim como em tudo abundais em fé, e em PALAVRA, e em ciência, e em toda a diligência, e em vosso amor para conosco, assim também abundeis nesta graça. Se você se dispõe a abrir seu coração e deixar o ESPÍRITO SANTO agir, para combater o medo de falar em público, veja estas regras fundamentais: Defina objetivos – Antes de qualquer coisa, ore ao SENHOR, para que Ele revele um ou dois pontos da PALAVRA, aquilo que Ele deseja que você comunique à igreja. Depois, pense na melhor maneira de obter impacto com eles. Lembre-se sempre de que não é necessário muita coisa, pois a PALAVRA de DEUS é rica e fala por ela mesma. Provérbios 25:11 – Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a PALAVRA dita a seu tempo. Ponha-se no lugar da igreja – Verifique as diferenças entre você e a maior parte da igreja quanto a atitudes, interesses, familiaridade com o tema da PALAVRA. Fale nos termos da igreja, usando a linguagem dela, de acordo com a cultura dela. Colossenses 4:6 – A vossa PALAVRA seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. Não decore, não leia – Exceto as passagens bíblicas criteriosamente escolhidas, versículos bíblicos memoráveis ou experiências concedidas na OBRA, que, com certeza, funcionam. Seja o mais espontâneo possível. Não ensaie ao ponto de dizer as mesmas coisas da mesma forma. Para não se desorganizar, você pode usar notas breves. Mas, lembre-se: na OBRA, a PALAVRA é sempre REVELADA. Jeremias 23:28 – O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha PALAVRA, fale a minha PALAVRA com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR. Fale com uma pessoa de cada vez – Embora pareça absurdo pregar para um só, olhar e falar para indivíduos na igreja ajudam a manter a naturalidade. Fale com cada pessoa só o tempo em que o contato for confortável, em geral, uns 15 segundos. Provérbios 12:25 – A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas uma boa PALAVRA o alegra. 7 7 Tente não pensar em suas mãos e em expressões faciais – Concentre-se no que deseja comunicar e deixe a comunicação não verbal correr solta. Prestar atenção nos gestos gera inibição ou constrangimento. Provérbios 14:29 – O longânimo é grande em entendimento, mas o ânimo precipitado demonstra loucura. Vá com calma – Algumas pessoas podem querer tomar notas. Colabore, indo devagar. Faça pausas. Guie a igreja, delineando os itens mais e menos importantes. Lembre-se que seu objetivo é ajudar as pessoas a entender a PALAVRA revelada e não apresentar informações em tempo recorde. Provérbios 29:20 – Tens visto um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o tolo do que para ele. Fale de modo habitual – Exprima-se como se estivesse se dirigindo a alguém que respeita. Visar a perfeição é pouco realista e só cria tensões. À igreja interessa o que, e não como o pregador fala. Provérbios 10:19 – Na multidão de palavras não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente. Procure conselhos e críticas – Solicite a crítica de alguém de sua confiança e concentre-se naquilo que o desvia de seu objetivo. Em geral, basta estar ciente do problema para corrigi-lo. Jeremias 15:16 – Achando-se as tuas PALAVRAS, logo as comi, e a tua PALAVRA foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR DEUS dos Exércitos. O que é a PALAVRA? “São 15 minutos capazes de ressuscitar mortos”. Objetivo: A transformação do homem. Fazê-lo mover-se em direção ao SENHOR JESUS. 8 8 Como deve ser: 1. Deve ser direcionada para as pessoas evangélicas ou não. 2. Deve ser persuasiva e clara. 3. Deve falar da OBRA do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO. 1 João 5:7 – Porque três são os que testificam no céu: o PAI, a PALAVRA, e o ESPÍRITO SANTO; e estes três são um. Como se faz: 4. Decide-se o tema dentro da REVELAÇÃO. 5. Pensa-se no assunto. 6. Ordena-se o material. 7. Formam-se elos de ligação entre as partes. Qualidades de uma boa PALAVRA: 1. Deve ter unidade de pensamento. 2. Deve ter progressão de idéias. 3. Deve ser lógica. 4. Deve ter um propósito. 5. Deve-se usar somente a Bíblia Provérbios 15:23 – O homem se alegra em responder bem, e quão boa é a PALAVRA dita a seu tempo! Maneiras de Apresentar: (sempre por REVELAÇÃO) 1. Lida 2. Esboçada 3. Espontânea Deuteronômio 32:2 – Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha PALAVRA como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva. 9 9 A PALAVRA: A PALAVRA deve ser direcionada numa linha, com início, meio e fim. Deve ser iniciada com uma INTRODUÇÃO, que a coloca no tempo e no espaço, mostrando seus efeitos no passado e no presente. A PALAVRA do SENHOR é viva e eficaz justamente por isto, não tem idade, pois é Eterna e, por esta razão, se aplica a todos os tempos e a todos os homens, seja qual for sua origem. Normalmente, as pessoas quando vêem alguém subindo no púlpito perguntam: Sobre o que ele vai falar? No princípio, é importante provocar interesse na igreja para o que você vai dizer. É preciso despertá-la. Após ler a PALAVRA do SENHOR, comece, por exemplo, contando a história diretamente relacionada com o texto lido. Caso seja uma reunião ou uma aula, comece a fala exibindo quadros, gráficos, desenhos etc. Em seguida, vem a PREPARAÇÃO: Na preparação, as pessoas já se perguntam: Por que isto? É importante construir uma ponte de ligação entre você e os ouvintes. Eles moram numa ilha, a ilha dos seus interesses próprios. Neste caso, podemos pegar como ótimo exemplo a comunicação realizada por JESUS com a mulher samaritana, no momento em que Ele pede a ela água para beber (João 4:1 a 42). É sabido que os samaritanos não conversavam com os Judeus, chegando ao ponto de sentirem repugnância um pelo outro devido às suas diferenças culturais, sociais e religiosas. Mas, Jesus, o MESTRE dos mestres, nos ensinou a construir a ponte de ligação quando estabeleceu a comunicação com aquela mulher. Ele, para lhe falar da Água da Vida, primeiro preparou o terreno falando da água H2O, estabeleceu o primeiro contato com ela pedindo-lhe água para beber. A igreja, então, pensa: muito bem, você captou minha atenção com seu curioso princípio, mas por que isto agora? O que eu tenho com isso? Somente depois que JESUS falou à mulher samaritana sobre o dom de DEUS e se apresentou como o Filho do DEUS VIVO é que Ele lhe ofereceu da Água Viva. Enquanto esta ponte não for transportada, você não estará preparado para abordar o ponto principal da sua pregação. 10 10 Depois da preparação, vem o ASSUNTO CENTRAL. Aqui é importante o uso de experiências de irmãos, exemplos bíblicos, exemplos do dia-a-dia no mundo, citações de casos ou outros. Na CONCLUSÃO, a pergunta final da igreja é: E daí? O que ele está querendo com tudo isso? Aqui vem a MENSAGEM REVELADA. É a mensagem final que deverá ficar processando na mente da igreja, respondendo as suas perguntas. Ao finalizar, leve a igreja a tomar uma decisão ou formar uma opinião definida sobre o assunto. Termine sua fala com um convite para a ação. Dependendo do objetivo da sua pregação, utilize palavras específicas, como por exemplo: “olhe para você mesmo”, “deixe CRISTO entrar”, “abra o seu coração”, “aceite este convite”, “peça ao SENHOR”, “hoje é o grande dia”, “queremos lhe ajudar”, “queremos orar por você” etc. Isaías 55:11 – Assim será a minha PALAVRA, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. Pregue com ENTUSIASMO, com FERVOR, com CONVICÇÃO FIRME. Você está levando a igreja aos PÉS DE CRISTO. Termine a pregação dizendo: Que DEUS nos abençoe pela sua PALAVRA! Que o SENHOR nos abençoe irmãos! Esta é a PALAVRA do SENHOR para nossas vidas! Em seguida, peça à igreja para que cante um louvor de gratidão ao SENHOR. Efésios 4:29 – Não saia da vossa boca nenhuma PALAVRA torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem. Tempo da PALAVRA: Deve ter o tamanho certo, ou seja, 10 a 15 minutos, no máximo. Entregue a REVELAÇÃO e o ESPÍRITO SANTO fará o resto. 2 Samuel 23:2 – O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua PALAVRA está na minha boca. 11 11 RESTABELECENDO A AUTOCONFIANÇA: Resgatada a autoconfiança pela operação maravilhosa do SENHOR JESUS em sua mente, os mesmos sintomas de temor passam a ser interpretados por você como sinais de que está emocionalmente apto a comunicar-se com a igreja. Nos casos menos graves, basta desfazer mal-entendidos, como suposição de que a igreja está sempre pronta a crucificar o pregador ao menor deslize. Na verdade, as pessoas ficam muito mais concentradas no conteúdo da pregação do que nas habilidades do pregador. Está provado que sinais de ansiedade são muito menos perceptíveis do que o pregador julga. Efésios 6:19 – E por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a PALAVRA com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho, Com a bênção do SENHOR e com a aplicação das técnicas de comunicação, você pode melhorar, consideravelmente, sua capacidade de se comunicar e se expressar, pode começar a dirigir ou participar de reuniões, vai conversar com mais desenvoltura, melhorando, conseqüentemente, sua performance durante a assistência aos visitantes, irá corrigir a postura e conquistar, pela operação maravilhosa do ESPÍRITO SANTO, necessitados da benção do SENHOR e ouvintes hostis e indiferentes. Você sentir-se-á muito mais seguro. Mas, o que eu tenho que fazer para adquirir essa segurança toda? Veja só o que diz o SENHOR em Deuteronômio 30:14: – “Pois esta PALAVRA está muito perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires.” Isto torna-se mais poderoso ainda quando vemos a experiência de Moisés com o SENHOR em Êxodo 4:10 a 12: Então disse Moisés ao SENHOR: Ah! SENHOR! eu nunca fui eloqüente, nem antes nem depois que falaste a teu servo. Sou pesado de boca e pesado de língua. Disse o SENHOR: “Quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Vai, pois, agora; eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.” Esta é a nossa segurança maior. Esta é a promessa do SENHOR para a vida daqueles que foram chamados por DEUS e desejam ser usados com poder e graça na PALAVRA. 12 12 Romanos 10:14 – Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? POSTURA: Veja, agora, como deve ser a sua postura diante da igreja: Quando você for falar, coloque-se num lugar visível, mantenha-se à vista de toda a igreja. Evite apoiar-se em parede ou coluna, não fale sentado, não fique atrás de mesa ou cadeira, não se esconda atrás de retroprojetores ou outros equipamentos. Quanto aos pés, equilibre-se bem e mantenha uma aparência natural. Posição ereta e o peso balanceado nos dois pés. Você pode movimentar-se, se tiver vontade. Os movimentos devem ser seguros, leves e naturais. Deixe as mãos caírem naturalmente. Essa posição tranqüila das mãos proporcionará facilidade de gestos. Muitos não sabem o que fazer com as mãos e ficam preocupados com elas. Aprenda a falar com as mãos. À medida que você expõe um pensamento, conta experiências ou coloca uma idéia, experimente desenhá-los com as mãos. Lembre-se de que esse movimento natural que você está realizando, faz com que a sua comunicação seja direcionada aos irmãos que a processam no canal visual. O rosto deve estar tranqüilo, seguro, alegre, ou seja, natural. Mantenha contato com todo a igreja constantemente. Olhe com segurança e confiança durante a PALAVRA. Nunca levante o nariz, olhando a igreja de cima para baixo; além de passar uma impressão de superioridade, prejudica a captação da sua voz pelo microfone. Não deixe de olhar para o anexo da igreja, mesmo que para isso você tenha que virar totalmente o seu corpo. Observe que quando alguém está no púlpito, amedrontado, tem os olhos desviados do público e tem uma fisiologia associada com pensamento negativo. Por causa do medo, ele demonstra sua insegurança interna e desvia os seus olhos do público. Com isso, a PALAVRA pode não ser tão eficaz. A respiração deve ser profunda, diafragmática, concentrada nos dois pontos acima do umbigo. A projeção vocal exige uma boa respiração. A respiração nervosa é rápida e superficial, tirando a força e o alcance da voz. 13 13 E por falar em voz, ela deve ser firme, segura e natural. Dependendo do assunto ou frase que queira enfatizar, modifique a tonalidade, pause a velocidade da voz. Lembre-se de que a voz, estando sempre na mesma tonalidade, timbre e pausa constante, pode dar sono. Fale claro e pausadamente. Articule os lábios de forma que o som saia com nitidez. Respire. Geralmente, quando falamos depressa, respiramos de modo superficial e rápido, dificultando a boa dicção das palavras. Se você deseja que a igreja visualize, fale mais depressa. Se você deseja que a igreja ouça mais internamente, fale mais devagar e pausadamente. Se deseja que ela entre em contato com suas sensações, fale mais devagar ainda e num tom de voz mais grave. A pausa é a pontuação natural daquilo que dizemos. Quem está ouvindo gosta de pausas. Quando tiver que fazer uma pausa, faça-a sem medo. Não preencha, como muitos fazem, com aqueles ruídos conhecidos de todos nós, os cacuetes verbais: hum, viu, né, certo, tá. Isto tira a atenção do assunto principal e deprecia bastante a PALAVRA. Antes de subir ao púlpito, ore ao SENHOR para que Ele trabalhe em você e o coloque num padrão de estado mental ideal, ou seja, em perfeita comunhão com o ESPÍRITO SANTO. Isto vai lhe acalmar e dar tranqüilidade durante a PALAVRA. Isaías 50:4 – O SENHOR DEUS me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que ouça, como aqueles que aprendem. IMPORTÂNCIA DO USO DAS MÃOS: O ser humano se comunica por volta de 700.000 maneiras. Quando você vai para o púlpito, deve fazer gestos, mas sem extrapolar sua personalidade. O gesto tem que sair naturalmente. Você deve aumentar a sua coleção de gestos. Eles ajudam a realçar a PALAVRA sublinhando-lhe o sentido, esculpem no ar a imagem. Todo corpo está envolvido na gesticulação. A mímica não se limita apenas aos braços e sim da cabeça aos pés. Atos 14:3 – Detiveram-se, pois, muito tempo, falando ousadamente acerca do SENHOR, o qual dava testemunho à PALAVRA da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. 14 14 Tipos de gestos: 1. Literal: apontar para a cadeira, para o púlpito, para a lâmpada etc. 2. Figurativo: quando se fala de amor, felicidade, coração etc. Evitar os seguintes erros: 1. Mãos atrás das costas. 2. Mãos nos bolsos. 3. Cruzar os braços. O cruzar de braços é um gesto defensivo, psicológico. A IMPORTÂNCIA DOS OLHOS: O olhar exerce uma função atraente, não permite que a igreja se desvie do assunto. Olhe para a igreja antes de arrumar qualquer coisa, com semblante sereno, contudo, alegre, demonstrando claramente que você possui a PAZ DO SENHOR JESUS. Evite: 1. Fugir com os olhos – É desagradável conversar com uma pessoa que não está olhando para você. 2. Fixar o olhar numa pessoa mais do que 15 segundos – Isto atrapalha a comunicação. 3. Olhar para um ponto fixo (janela, lâmpada, espaço vazio etc.). 4. Olhar para uma pessoa que está conversando. 5. Correr o olhar para a esquerda e para a direita. 6. O olhar perdido. Este tipo de olhar está voltado para dentro de si. Só lança o olhar mas volta ao papel. 7. Olhar por cima dos óculos – Se possível, use um óculos que permita você usá- lo sem que seja necessário colocá-lo na ponta do nariz. 8. Levantar o queixo e olhar a igreja de cima para baixo. Isto demonstra presunção e alguns poderão rejeitar a PALAVRA devido a este tipo de comportamento no púlpito. 15 15 COMO OLHAR A IGREJA: 1. Quando começar a falar, olhe para a última fileira, para que você possa condicionar a voz e todos possam ouvi-lo. Lembre-se sempre disso: você deve falar para a senhora de idade, com problemas de audição, que está sentada na última fileira. 2. Sorria de coração. Este ato muda opiniões. 3. Esteja sempre atento e calmo. COMO AUMENTAR O PODER DA PALAVRA: 1. Leia a Bíblia diariamente. Estude o capítulo com calma e reflita bastante em cada versículo, um por um. Procure alcançar a REVELAÇÃO em cada palavra lida. 2. Leia livros históricos, procure conhecer tudo sobre o povo e as condições sócio-político-culturais da época bíblica. Este procedimento vai ajudá-lo a alcançar muitas REVELAÇÕES. 3. Leia mais jornais e revistas, esteja sempre atualizado, principalmente no que diz respeito à situação do Estado de Israel e o cumprimento das profecias do SENHOR. 4. Tenha um dicionário bíblico e use-o. 5. Tenha um dicionário da língua portuguesa e use-o. 6. Procure anotar as PALAVRAS REVELADAS entregues por outros irmãos e aulas do MAANAIM. É impossível que você consiga guardar, de memória, todos os detalhes das PALAVRAS que o SENHOR tem revelado à sua OBRA. Isto pode ser feito em fichas próprias, cadernos ou até mesmo em sua própria Bíblia. Organize-se, pois isto agrada ao SENHOR. 7. Se você já sabe que vai pregar, prepare-se orando, jejuando e madrugando com o SENHOR. 8. Antes de subir ao púlpito, fique em comunhão com o SENHOR e observe atentamente cada palavra do texto bíblico que você vai ler para a igreja. Preste atenção nas vírgulas e pontos, pois se você cometer um erro de pontuação no momento da leitura, poderá dar um sentido totalmente diferente à PALAVRA. 9. Quando estiver no púlpito, ao ler o texto, leia claramente com atenção e pausadamente, dando vida à PALAVRA lida. Interprete, sempre no ESPÍRITO, cada frase. Você deve passar à igreja o sentimento de que quem está falando com ela é o ESPÍRITO SANTO. Mas, para isso, você deve estar na mais plena comunhão com CRISTO. 10.Ao pregar, evite palavras complicadas. 11.Pronuncie frases com sentido. 12.Peça para outros corrigirem seus erros. 13.Nunca use palavras de significado desconhecido para você. 14.Tenha certeza de que a mensagem tocou profundamente em você primeiro. 15.Mude de vez em quando o tom e a intensidade da voz (ênfase, ritmo). 16 16 A ASSISTÊNCIA APÓS O CULTO: Aja conforme foi orientado até aqui. Sempre com o semblante alegre, dirija-se até a pessoa necessitada e cumprimente-a com a PAZ DO SENHOR. A orientação é de que o irmão que estiver ao lado do visitante já tenha para você todas as informações a respeito dela; entretanto, se isto não foi feito, pergunte o nome dela, se é a primeira vez que visita nossa igreja, se possui família formada etc. Após conhecer quem é o visitante, pergunte a ele se identificou com a PALAVRA, se identificou com os dons e se teve uma experiência com o SENHOR. Ouça bem o que ele tem a dizer e, aí então, ore por ele. Após a oração, convide-o a retornar outras vezes, dizendo que foi uma alegria muito grande para nossa igreja tê-lo conosco. Não tome muito tempo dele. Fale pouco e o necessário. Ele já ouviu a PALAVRA e não necessita ouvir outra. Se possível, após a assistência, cumprimente a todos na igreja sempre com o rosto alegre, participe das rodinhas que se formam após o culto, brinque com as crianças, converse com os jovens, abrace com carinho as senhoras idosas, pois, afinal de contas, você tem JESUS em seu coração. Não tenha pressa de ir embora. Você deve ser o último a sair. Lembre-se: COMUNICA-SE: 7% com a VOZ 38% com o TOM da voz 55% com o olhar, semblante, mãos, gestos, postura… APRENDEMOS: 20% OUVINDO 80% VENDO LEMBRAMOS: 20% do que ouvimos 50% do que ouvimos e vimos 80% do que ouvimos, vimos e participamos 17 17 AS CORES, o que comunicam:

Quando usadas corretamente aceleram a comunicação, aumenta a motivação, aumenta a disposição na leitura, melhora e cresce a compreensão. 1. VERMELHO – estimula. 2. AZUL – acalma 3. AMARELO – atenção 4. VERDE – crescimento 5. CINZA – estabilidade BOM VISUAL – ORGANIZAÇÃO: 1. Forçam ordem e seqüência 2. Selecionam idéias chaves 3. Evitam o esquecimento de pontos importantes 4. Reduzem o tempo 5. Infunde confiança no pregador CUIDADOS IMPORTANTES: 1. Esteja presente nos Cultos Proféticos. 2. Tenha sempre uma ou mais PALAVRAS preparadas. 3. Nunca chegue em cima da hora. Chegue sempre alguns minutos antes. 4. Cuidado com a aparência. 5. Cuidado com a combinação das roupas. 6. Prepare-se para toda sorte de imprevistos: queda de luz, bêbados, desmaios, esquecer o sermão, barulhos etc. 7. Se você for entregar o louvor, verifique antes se os números dos louvores estão corretos. 8. Verifique se o Grupo de Louvor recebeu a lista de louvores. 9. Carregue sempre com você uma coletânea. 10.Não se esqueça de cumprimentar a igreja com a PAZ DO SENHOR e com um sorriso no rosto, transmitindo a mesma paz. 11.Ajoelhe somente depois que toda a igreja já estiver de joelhos. 12.Não se esqueça de que o período de louvor não deve ultrapassar a 15 minutos. 13.Não se esqueça de que os Cultos de Glorificação ao SENHOR, realizado às segundas-feiras, não devem ultrapassar a 25 minutos. 14.Nunca deixe o púlpito vazio. Antes, dê um sinal para o irmão que vai entregar a PALAVRA, avisando-o de que já pode ocupar o lugar de pregador. 15.Se você vai entregar a PALAVRA, olhe bem o que vai falar, quando pregar sermões de outros. 16.Não cruze os braços. 17.Não coloque as mãos nos bolsos. 18 18 18.Não coloque as mãos atrás das costas. 19.Cuide sempre da sua voz. Ela é importante para a evangelização. 20.Nada deve impedir a boa respiração: postura, roupas apertadas. 21.Tenha regularidade no comer. 22.Repouse cedo e o suficiente. 23.Tenha certeza de que a mensagem está de acordo com a REVELAÇÃO. ISTO VOCÊ PODE E DEVE FAZER: 1. Evite o vestuário janota, porém use colarinho limpo. 2. Quando você for entregar o louvor, anuncie os números de forma bem clara, antes do título. 3. Antes de ir para o púlpito, verifique se as necessidades da igreja estão de acordo com os dons. 4. Suba no púlpito bem preparado. 5. Ande até o púlpito com a devida dignidade. 6. Comece com calma. 7. Prossiga de modo modesto. 8. Fale com clareza, sem declamar. 9. Empregue frases curtas e bem claras. 10.Evite a monotonia. 11.Domine sempre a situação. 12.Use de bom humor apropriado na mensagem. 13.Procure suscitar o interesse. 14.Fale com autoridade, mas não em tom de mando. 15.Fixe o olhar em vários ouvintes. 16.Faça contato visual com o maior número de pessoas possível. 17.Adapte os gestos às palavras. 18.Use gestos apropriados. 19.Use recursos visuais quando possível. 20.Tenha pleno conhecimento do que vai falar. 21.Fique sempre dentro do assunto. 22.Use sempre uma experiência para ilustrar a PALAVRA. 23.Diga o que tiver a dizer e a PALAVRA estará concluída. Eclesiastes 5:2 – Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de DEUS; porque DEUS está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras. ISTO VOCÊ NÃO DEVE FAZER: 1. Não ajoelhe apenas com um dos joelhos. 2. Não segure a coletânea com as mãos. Deixe-a aberta sobre o púlpito. 3. Não direcione a mensagem a alguém na igreja. 4. Não se desculpe por não estar preparado. 19 19 5. Não procure imitar alguém. 6. Não entregue o Dom à igreja na forma literal (dependendo do Dom). 7. Não se expresse de maneira presunçosa ou orgulhosa. 8. Não conte piadas no púlpito. 9. Não use o púlpito como uma “metralhadora” ou um “fuzil”. 10.Não debruce sobre o púlpito de forma indigna. 11.Não fique com a mão na frente da boca quando for falar. 12.Não comece cada frase tossindo. 13.Não use recursos visuais em excesso. 14.Não use slides ou transparências com muitas palavras. 15.Não ignore as reações do público. 16.Não entre em debates. 17.Não diga nada sem ter certeza. 18.Não ignore o conhecimento da igreja. 19.Não pergunte se pode continuar ou terminar o sermão. 20.Não levante nem abaixe demais a voz 21.Não se desfaça em gritos. 22.Não trema (na medida do possível). 23.Não levante a voz demais. 24.Não empregue sarcasmo ou outras expressões maliciosas. 25.Não ataque hostilmente com palavras acusadoras de censura. 26.Não se elogie a si mesmo. 27.Não ilustre com narrações longas. 28.Não canse os ouvintes com palavras extensas. 29.Não se afaste do texto e do tema. 30.Não crave os olhos no chão nem no teto. 31.Não fixe o olhar em alguém mais do que 15 segundos. 32.Não fique rígido ou imóvel, como uma estátua. 33.Não faça gestos ridículos. 34.Não ponha as mãos na cintura nem nos bolsos da calça. 35.Não brinque com algum botão do paletó. 36.Não fique abotoando ou desabotoando o paletó. 37.Não ande sobre a plataforma com passos gigantescos. 38.Não seja monótono, mas varie de tom. 39.Não fique o tempo todo com o dedo indicador em forma acusadora. 40.Não dê socos na mesa ou no púlpito. 41.Não exagere em tirar e colocar os óculos. 42.Não fique arrumando a gravata. 43.Não jogue a Bíblia sobre o púlpito. 44.Não fique alisando o cabelo. 45.Não fique olhando o relógio o tempo todo. 46.Não use gírias ou piadas. 47.Não diga repetidas vezes: “Logo vou terminar”. 1 Timóteo 5:17 – Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na PALAVRA e na doutrina; 20 20 COMO USAR O MICROFONE: Seria difícil imaginar os dias de hoje sem a presença do microfone. Sua utilidade é incontestável. Ele permite que a comunicação do pregador seja mais natural e espontânea, possibilitando falar a grandes platéias da mesma forma como se conversa com uma ou duas pessoas. Mesmo possuindo todas essas qualidades, o microfone, muitas vezes, é visto como um terrível inimigo, chegando a provocar pânico em determinados pregadores, principalmente naqueles menos habituados com o púlpito. Isso ocorre por não se observar certos procedimentos elementares, mas de grande importância a uma boa apresentação. Vejamos, de forma resumida, o que deve ser feito para o bom uso do microfone: Microfone de lapela: Este tipo de microfone praticamente não apresenta grandes problemas quanto à sua utilização; ele é preso na roupa por uma presilha tipo “jacaré”, de fácil manuseio. É muito útil quando se pretende liberdade de movimentos no púlpito. Para usá-lo bem, basta atentar aos seguintes itens: 1) Ao colocá-lo na lapela, na gravata ou na blusa, procure deixá-lo na altura da parte superior do peito, pois ele possui boa sensibilidade e a essa distância poderá captar a voz com perfeição. 2) Enquanto estiver falando, não mexa no fio. É comum observar pregadores segurando, enrolando, ou torcendo o fio do microfone. Há casos que se mostraram cômicos; em um deles, sem perceber, o pregador começou a enrolar o fio do microfone e, quando chegou ao final da apresentação, assustou-se ao verificar que estava com mais de dois metros de fio nas mãos. Atualmente, com o advento do microfone sem fio, este tipo de problema já não existe mais. 3) Outra precaução importante a ser tomada ao usar o microfone de lapela é a de não bater as mãos ou tocar no peito com força, próximo ao microfone, enquanto estiver falando, porque esses ruídos também são ampliados, prejudicando a concentração e o entendimento dos ouvintes. 4) É perigoso fazer comentários alheios ao assunto tratado, com o microfone ligado, pois poderão ser ouvidos. No caso do microfone de lapela, o problema passa a ser muito mais grave por causa da sua alta sensibilidade. Ele permite captar ruídos a uma considerável distância. Isto sem contar que, preso na roupa, sempre o acompanhará. 21 21 5) Talvez não seja necessário fazer este tipo de comentário, mas como existem muitos ocorridos desagradáveis, vale a pena alertar o pregador para que não se esqueça de retirar o microfone quando terminar de falar e for sair do púlpito. Microfone de pedestal: Este tipo de microfone exige maiores cuidados para sua melhor utilização. É um microfone mais comum e ainda é encontrado em várias das nossas igrejas. Veja agora o que deverá fazer para evitar problemas e melhorar as condições de sua pregação. 1) Inicialmente, verifique como funciona o mecanismo da haste onde o microfone se sustenta e se existe regulagem na parte superior onde ele é fixado. 2) Já familiarizado com o mecanismo de regulagem da altura, teste a sensibilidade do microfone, para saber a que distância deverá falar. Normalmente, a distância indicada é de dez a quinze centímetros, mas cada microfone possui características distintas e é prudente conhecê-las antecipadamente. 3) Ao acertar a altura do microfone, procure não deixar na frente do rosto, permitindo que a igreja veja o seu semblante. Deixe-o a um ou dois centímetros abaixo do queixo. 4) Ao falar, não segure na haste e fale sempre olhando sobre o microfone; dessa forma o jato da voz será sempre captado: assim, quando falar com as pessoas localizadas nas extremidades da igreja, normalmente posicionadas no sentido lateral, gire o corpo de tal maneira que possa sempre continuar falando com os olhos sobre o microfone. 5) Fale, não grite, isso mesmo, aja como se estivesse conversando com um pequeno grupo de amigos. Isso não quer dizer que deverá falar baixinho, sem energia; ao contrário, transmita sua mensagem animadamente, com vibração, mas sem gritar. 6) Se for preciso segurar o microfone com a mão para se movimentar no púlpito, o cuidado com o jato de voz deverá ser o mesmo; nesse caso, não movimente a mão que segura o microfone e deixe-o sempre à mesma distância. 22 22 Microfone de mesa: O microfone de mesa requer os mesmo cuidados já mencionados, com a diferença de ser apoiado sobre uma haste flexível. Ao acertar a altura, não vacile, faça-o com firmeza e só comece a falar quando tiver posicionado da maneira desejada. Se o microfone apresentar problemas e você perceber que eles persistirão, desligue-o e fale sem microfone. Não peça opinião a ninguém sobre essa atitude. Você está com a PALAVRA e, portanto, você é o responsável pelo seu bom desempenho. O microfone deve ajudar a exposição. Se, ao contrário, atrapalhar, é preferível ficar sem ele. RECURSOS AUDIOVISUAIS: Os recursos audiovisuais ampliam a compreensão da igreja e ajudam a reter as informações por um tempo mais prolongado. O seu uso ordena e esquematiza melhor a seqüência da pregação, auxiliando o pregador a esclarecer e a reforçar as informações mais importantes. Podem, contudo, constituir uma armadilha e prejudicar uma apresentação se não forem bem escolhidos e utilizados com habilidade. O recurso visual deve servir como um reforço da mensagem, esclarecendo e complementando as partes da apresentação. Portanto, use-os com sabedoria. Os instrumentos mais utilizados são: o quadro negro, cartaz, flip-chart, folheto, retroprojetor, projetor de slides, tape, telões, data show e outros. CONCLUSÃO: A conclusão de tudo que foi exposto aqui é tirada do resumo da matéria do livro ECLESIASTES, capítulo 12, versículos 9 a 14: Quanto mais sábio foi o pregador, tanto mais sabedoria ensinou ao povo. Estudou, inventou, e compôs muitos provérbios. Procurou o pregador achar palavras certas, e o que escreveu é reto e verdadeiro. As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados são as palavras coligadas dos mestres, as quais nos foram dadas pelo único Pastor. Demais disto, filho meu, atenta: Não há limites para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne. 23 23 De tudo o que se tem ouvido, a conclusão é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos, pois isto é todo dever do homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, inclusive tudo que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau. 24 24 A PALAVRA TESTE VOCÊ SABE SE COMUNICAR COM CLAREZA? 1) Que quantidade de informações você acha que consegue assimilar enquanto escuta alguém? A – O dobro das que estão sendo transmitidas B – Somente as que estão sendo transmitidas C – Dez vezes mais do que as que estão sendo transmitidas 2) Quando uma pessoa fala com você, qual sua atitude? A – Você escuta, e só B – Você se esforça para demonstrar atenção C – Você interrompe freqüentemente seu interlocutor 3) Se você acha que a pessoa com quem está conversando esconde algo que lhe interessa saber, como entra no assunto? A – Pergunta se não há mesmo mais nada a ser dito B – Sugere que talvez vocês estejam se esquecendo de falar sobre algo importante C – Cobra diretamente a informação 4) O que você definiria exatamente como uma pergunta fechada? A – Aquela cuja resposta pode ser sim ou não B – Uma pergunta que não tem resposta C – Uma pergunta indiscreta 5) Se, ao longo de uma conversa, seu interlocutor diz uma palavra que você nunca ouviu, você: A – Pede explicações, sem constrangimento B – Força o significado da palavra no contexto, para ver se assim consegue entendê-la C – Simplesmente continua a conversa 6) Quando você encontra uma pessoa pela primeira vez, como é o seu comportamento? A – Deixa que o outro fale B – Procura dividir a conversação C – Você fala o tempo todo 25 25 7) Se você tiver que escrever uma carta sobre um assunto delicado, como a redige? A – Com precisão, mas usando um tom coloquial B – Em termos absolutamente formais, aplicáveis ao caso C – Refere-se apenas ao essencial, em poucas palavras 8) Já é uma tese firmada que a comunicação interpessoal é formada por palavras – a comunicação verbal – e por gestos e maneirismos – a comunicação não verbal. Em que parcelas você acredita que essas duas formas de expressão acontecem numa conversa? A – Um terço de comunicação verbal e dois terços de comunicação não verbal B – Meio a meio C – Um terço de comunicação não verbal e dois terços de comunicação verbal 9) Seu interlocutor fala, fala, mas não chega a concluir o pensamento. Qual sua atitude? A – Chama delicadamente sua atenção para o fato B – Escuta passivamente C – Interrompe a conversa 10) De repente, você tem uma frase brilhante na ponta da língua, mas se a disser corre o risco de interromper a conversa. O que você faz? A – Fica de boca fechada B – Arma uma expressão divertida, esperando que seu interlocutor pergunte qual o motivo do seu ar de riso C – Interrompe a conversa, para não perder a oportunidade 11) A pessoa com quem você está conversando não entendeu muito bem uma idéia que você acabou de expor. Como você reage? A – Preocupa-se em reformular a questão, tornando-a mais compreensível B – Repete o conceito exatamente como da primeira vez C – Zanga-se 12) Durante uma conversa, pode acontecer de você revelar mais do que gostaria sobre o assunto em questão, e isso o preocupa. Você então: A – Vai com calma e dá apenas as indicações necessárias ao caso B – Procura falar o menos possível C – Escapa, usando uma linguagem obscura e confusa 13) Em certo momento, seu interlocutor tem uma reação idêntica à sua em ocasiões semelhantes. Como você a julga? A – Procura entendê-la dentro do contexto da pessoa com quem está falando B – Dá a ela o mesmo significado que teria se fosse sua própria reação C – Simplesmente ignora o fato 26 26 14) Você não entende bem um determinado conceito, numa pergunta que lhe foi feita. Ao responder, como você age? A – Diz claramente que não entendeu e pede uma nova explicação B – Não responde C – Generaliza 15) Você quer convencer a pessoa com a qual está conversando sobre uma decisão a ser tomada, mas nota sua relutância. O que você faz? A – Pergunta por que tem dúvida sobre a decisão em questão B – Espera por outra ocasião mais adequada para um trabalho de convencimento C – Insiste com seus argumentos 16) Alguém lhe faz uma pergunta embaraçosa. Qual sua reação? A – Diz que prefere não responder B – Inventa uma mentira C – Zanga-se 27 27 AVALIAÇÃO DO TESTE As respostas A valem 3 pontos. As respostas B valem 2 pontos. As respostas C valem 1 ponto. Some os pontos obtidos nas suas respostas. TOTAL DE PONTOS: ________ Veja, agora, a quantas anda seu poder de comunicação. De 48 a 40 pontos – Você sabe, realmente, se fazer entender. Não apenas consegue se expressar com clareza, como demonstra as habilidades de um bom ouvinte. Numa conversa, você é sempre aquela pessoa que fica à vontade, ainda que atenta, e que não demonstra sinais de tensão ou nervosismo. Uma outra qualidade sua é não se sentir na obrigação de dar sempre uma resposta brilhante às perguntas que lhe são feitas. De 39 a 26 pontos – A maioria das pessoas fica nesta marca. Se este é o seu caso, considere que talvez você fale um pouco demais e tenha prazer em escutar a própria voz. Você se comunica bem ainda assim, mas poderia melhorar seu desempenho se tentasse dar mais espaço aos outros participantes de uma conversa. Todo mundo vai sair lucrando, na medida em que diminuírem os “ruídos” da comunicação. De 25 a 16 pontos – Não é possível deixar de reconhecer que aqui há problemas de comunicação. Se este é o seu caso, será necessário um empenho extra para superar as dificuldades, mas vai valer a pena, na medida em que seu relacionamento com os outros melhorar. 28 28 A PALAVRA Princípios da comunicação na PALAVRA: Deuteronômio 32:47 – Porque esta PALAVRA não vos é vã, antes é a vossa vida; e por esta mesma PALAVRA prolongareis os dias na terra a qual, passando o Jordão, ides a possuir. Josué 6:10 – Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá PALAVRA alguma da vossa boca até ao dia que eu vos diga: Gritai. Então gritareis. Josué 23:14 – E eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só PALAVRA falhou de todas as boas coisas que falou de vós o SENHOR vosso DEUS; todas vos sobrevieram, nenhuma delas falhou. 2 Samuel 22:31 – O caminho de DEUS é perfeito, e a PALAVRA do SENHOR refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam. 1 Reis 17:24 – Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de DEUS, e que a PALAVRA do SENHOR na tua boca é verdade. Jó 34:16 – Se, pois, há em ti entendimento, ouve isto; inclina os ouvidos ao som da minha PALAVRA. Salmos 18:30 – O caminho de DEUS é perfeito; a PALAVRA do SENHOR é provada; é um escudo para todos os que nele confiam. Salmos 119:105 – Lâmpada para os meus pés é tua PALAVRA, e luz para o meu caminho. Salmos 119:172 – A minha língua falará da tua PALAVRA, pois todos os teus mandamentos são justiça. Salmos 147:18 – Manda a sua PALAVRA, e os faz derreter; faz soprar o vento, e correm as águas. Provérbios 15:1 – A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Provérbios 17:9 – O que encobre a transgressão promove o amor, mas o que renova a questão separa os maiores amigos. 29 29 Provérbios 17:15 – O que justifica o ímpio e o que condena o justo são abomináveis ao SENHOR, tanto um como o outro. Provérbios 21:23 – O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma. Provérbios 28:13 – O que encobre suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia. Provérbios 29:11 – O tolo expande toda sua ira, mas o sábio a encobre e reprime. Provérbios 30:5 – Toda a PALAVRA de DEUS é pura; escudo é para os que confiam nele. Isaías 66:2 – Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha PALAVRA. Jeremias 22:29 – Ó terra, terra, terra! Ouve a PALAVRA do SENHOR. Jeremias 23:29 – Porventura a minha PALAVRA não é como o fogo, diz o SENHOR, e como um martelo que esmiúça a pedra? Jeremias 26:2 – Assim diz o SENHOR: Põe-te no átrio da casa do SENHOR e dize a todas as cidades de Judá, que vêm adorar na casa do SENHOR, todas as palavras que te mandei que lhes dissesses; não omitas nenhuma palavra. Jeremias 31:10 – Ouvi a PALAVRA do SENHOR, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho. Mateus 4:4 – Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a PALAVRA que sai da boca de DEUS. Mateus 12: 36 e 37 – Mas eu vos digo que toda palavra frívola que os homens proferirem hão de dar conta no dia do juízo. Pois pelas tuas palavras serás justificado e pelas tuas palavras serás condenado. Lucas 11:28 – Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a PALAVRA de DEUS e a guardam. João 8:31 – JESUS dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha PALAVRA, verdadeiramente sereis meus discípulos; João 8:51 – Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha PALAVRA, nunca verá a morte. 30 30 João 14:23 – JESUS respondeu, e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha PALAVRA, e meu PAI o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. João 14:24 – Quem não me ama não guarda as minhas palavras; ora, a palavra que ouvistes não é minha, mas do PAI que me enviou. Atos 4:4 – Muitos, porém, dos que ouviram a PALAVRA creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil. Atos 4:29 – Agora, pois, ó SENHOR, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua PALAVRA; Atos 6:4 – Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da PALAVRA. Atos 10:44 – E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o ESPÍRITO SANTO sobre todos os que ouviam a PALAVRA. Atos 12:24 – E a PALAVRA de DEUS crescia e se multiplicava. Romanos 10:8 – Mas que diz? A PALAVRA está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a PALAVRA da fé, que pregamos. Romanos 10:17 – De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela PALAVRA de DEUS. 1 Coríntios 1:18 – Porque a PALAVRA da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de DEUS. 1 Coríntios 14:36 – Porventura saiu dentre vós a PALAVRA de DEUS? Ou veio ela somente para vós? 2 Coríntios 2:17 – Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da PALAVRA de DEUS, antes falamos de CRISTO com sinceridade, como de DEUS na presença de DEUS. 2 Coríntios 6:7 – Na PALAVRA da verdade, no poder de DEUS, pelas armas da justiça, à direita e à esquerda, Gálatas 6:6 – E o que é instruído na PALAVRA reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui. Efésios 4:15 – Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é o cabeça, CRISTO. 31 31 Efésios 4:31 – Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias e toda a malícia sejam tiradas de entre vós. Efésios 5:26 – Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela PALAVRA. Efésios 6:17 – Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a PALAVRA de DEUS; Filipenses 2:16 – Retendo a PALAVRA da vida, para que no dia de CRISTO possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão. Filipenses 4:8 e 9 – Quanto ao mais, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo que é honesto, tudo que é justo, tudo que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que aprendestes, e recebestes, e ouvistes de mim, e em mim vistes, isso fazei. E o DEUS de paz será convosco. Colossenses 3:16 – A PALAVRA de CRISTO habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao SENHOR com graça em vosso coração. 1 Tessalonicenses 2:13 – Por isso também damos, sem cessar, graças a DEUS, pois, havendo recebido de nós a PALAVRA da pregação de DEUS, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como PALAVRA de DEUS, a qual também opera em vós, os que crestes. I Tessalonicenses 5:11 – Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como também estais fazendo. 1 Timóteo 4:12 – Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na PALAVRA, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. 2 Timóteo 4:2 – Que pregues a PALAVRA, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Tito 1:9 – Retendo firme a fiel PALAVRA, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes. Tito 3:8 – Fiel é a PALAVRA, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em DEUS procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens. Hebreus 13:16 – Não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, pois com tais sacrifícios DEUS se agrada. 32 32 Tiago 1:23 – Porque, se alguém é ouvinte da PALAVRA, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Tiago 3:2 – Todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em PALAVRA, esse homem é perfeito, e capaz de refrear todo o corpo. Tiago 3:13 – Quem entre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansidão de sabedoria. Tiago 5:12 – Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa PALAVRA seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação. 1 Pedro 1:25 – Mas a PALAVRA do SENHOR permanece para sempre. E esta é a PALAVRA que entre vós foi evangelizada. Apocalipse 20:4 – E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de JESUS, e pela PALAVRA de DEUS, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com CRISTO durante mil ano