A SÍNDROME DE DIÓTREFES

A SÍNDROME DE DIÓTREFES

“Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de ter entre eles a primazia, não nos recebe.” 3 João 9

Um dos mais velhos métodos humanos de manter “unidade” foi praticado por um homem chamado Diótrefes. Diótrefes era grego como indicado na etimologia de seu nome (Alimentado por Zeus ou Júpiter). Este homem queria um lugar de primazia entre seus irmãos, e decidiu expelir da igreja quem quer que não o seguisse. Ele se via como “dono da igreja”, se achava o “conhecedor da verdade”, e usou várias acusações falsas e palavras maliciosas para afastar e manter fora aqueles que estavam pregando a Verdade, de tal modo que, invariavelmente, retirava os holofotes da sua pessoa. Sentia-se profundamente enciumado. Ele não permitiria nem mesmo que a igreja recebesse coisas escritas por fiéis servos de Deus, antes só obedecesse a suas opiniões e entendimentos.

Seus esforços para proteger seu próprio partido eram prejudiciais à causa de Cristo. João não se intimidou com tal carnalidade. Por isso, ele escreveu a este arrogante servo de Satanás (porque ia contra os ensinos do Mestre):

“Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas cousas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja.

Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus.” 3 João 10-11

Então, nos escritos de João, o Apóstolo, mais exatamente em sua terceira carta, temos a menção do homem chamado Diótrefes como a “expressão exata” de um mal que acometeu a igreja naqueles dias e, mesmo hoje, acomete pastores que devem ser exemplo para o rebanho no que diz respeito à humildade, esvaziamento, simplicidade, respeito e mansidão (Mat 11:28-30). Tal postura de Diótrefes, naturalmente, se tornara contrária ao propósito de apresentar a Verdade manifesta na pessoa do Senhor Jesus Cristo (Jo 14:6 e 2Cor 13:8) , de tal maneira que esta ênfase na sua primazia canalizava, na medida do tempo, a igreja observar “a verdade” que Diótrefes acreditava só ele pertencer.

Existem muitos Diótrefes hoje em dia, gente que usa uma fachada de grande piedade e se impõe rudemente para conduzir a igreja ao seu próprio modo, num pretenso zelo neurótico pelas doutrinas particulares da Instituição, as quais, muitas vezes, forjadas a sua própria maneira que julga só ele saber. Essa condição

aqui abordada como “síndrome de Diótrefes” é um estado psicológico nada saudável que se desenvolve em qualquer ser humano, mas, em nosso tempo, principalmente em muitos líderes religiosos que recebem – desmedidamente – autoridade, pompa, prestígio e primazia de um subserviente corpo de membros da Igreja; de modo a lhe gerar transtornos psicológicos terríveis, implicando, fatalmente, em manias de grandeza, crise de identidade e uma desejo eufórico de preeminência em toda e qualquer área da vida. Na verdade, esse estado na psicologia tem um nome: complexo de Messias.

Afligidos pelo Complexo de Messias louvam sua própria glória ou alegam absoluta confiança em seus próprios destinos e capacidades e nos efeitos que terão sobre um grupo de pessoas ou aspecto da vida. Em alguns casos o complexo de messias pode estar associado à esquizofrenia onde a pessoa ouve vozes, tem alucinações e acredita que é Deus, espíritos, anjos, deuses ou outros que falam com ele o que, na visão da pessoa, confirmaria sua messianidade. (Wikipédia)

Verdadeiramente essas pessoas demonstram pouca estima ao ensino bíblico, cristão, e não aceitam tudo o que a Bíblia diz. Indiretamente desdenham dos Escritos Santos (“a letra mata”), muito embora não o admitam abertamente, e passam a estimar e valorar mais do que a verdade bíblica as supostas “experiências” sensitivas que ele diz receber de Deus. São novas doutrinas, novas ordens, novos costumes, novos dogmas, novas “verdades”, enfim, uma revolução religiosa que os Diótrefes desejam implantar na fé das pessoas porque ele, coitado, acredita que o próprio Deus forjou novos ensinamentos e revelou exclusivamente para ele e seu grupo religioso, o qual ele gerencia.

O amor à preeminência é uma característica da carne, a natureza pecaminosa do ser humano, a soberba, vaidade e arrogância pessoal.

O fruto do Espírito é mansidão: isto não é fraqueza ou covardia. Moisés era mais manso do que todos os homens que havia sobre a terra, mas falava e agia com a autoridade que Deus lhe deu. O Senhor Jesus era manso e humilde, mas se mostrou incisivo quando atacaram a Glória de Deus, fez uma limpeza do Templo de Jerusalém, expulsando os cambistas e comerciantes dali, e refutou os saduceus, fariseus e escribas quando eles dominavam as ovelhas de Deus com seu regime idólatra (creditando a salvação pelo zelo ao sistema), tornando-as religiosamente piores do que eles (Mat 23).

Assim como dantes, agora como hoje, a Síndrome de Diótrefes, é a causa de algumas das principais anomalias espirituais de nosso tempo, tais como: soberba, auto-suficiência religiosa, arrogância, primazia, orgulho, intolerância, insensibilidade, maledicência, acusação, julgamento, avareza, ganância,

autoritarismo, infalibilidade e, claro, autolatria (idolatria a si mesmo), ou a idolatria àquilo que tanto estima e zela – a instituição da qual faz parte ou gere.

À primeira vista, os sintomas apresentados pelos portadores da síndrome são de “espiritualidade”, “zelo extremo pela obra do Senhor”, “conservadorismo paranóico”, “excesso de conhecimento e sabedoria”, “santidade e pureza”, mas na verdade não é nada disso, tudo não passa, efetivamente, de uma grande representação, mera aparência.

Os que possuem a síndrome de Diótrefes, não se conformam se não estiverem no primeiro lugar. Buscam incessantemente a primazia, ainda que camuflados numa capa de “falsa modéstia”. Eles precisam ser energeticamente aplaudidos, elogiados ou mesmo bajulados e estimados como sábios e únicos pelas suas funções e obras na instituição, caso contrário todo esforço feito não foi válido. Este sintoma é mais comum do que pensamos, muito comum mesmo. A ânsia pelo topo do pódio tem levado a muitos “instrumentistas”, “senhoras linha de frente”, “diáconos”, “obreiros” e, principalmente, “pastores” a prostrar-se sob idolatria das conveniências do poder religioso, devido a esta enfermidade espiritual. Muitos começaram bem suas chamadas, mas de uma hora para outra, fizeram disto um meio para sua própria promoção, para afagar seu ego e, no final das contas, acabaram ou acabarão arruinados, humilhados (Mat 23:12), pois Deus não dá e nem divide sua a glória com outrem (Isa 48:11).

Esta também é uma advertência aos instrumentistas, obreiros, diáconos, professores, senhoras de frente, até as crianças que acabam competindo uma com as outras para ver quem ora mais e melhor após o “louvor de crianças” quando se levantam para orar (cobiça religiosa essa muitas vezes que é açulada pelas professoras, porque o sistema valoriza as crianças que são “usadas na igreja”). Sobretudo ao já embriagados “ungidos” que nunca podem deixar que a chamada se torne um meio de autopromoção. Mas os sistemas religiosos, infelizmente, embalam a vaidade humana, as prerrogativas e o afã de alcançarem “funções” ou “cargos” são inerentes das seitas que promovem essa religiosidade de méritos e prestígio sócio-religioso.

Quando irmãos “amadurecidos” pela Palavra tomam frente ao trabalho numa congregação, necessariamente apresentam e tornam-se o modelo para o rebanho (2Tm 1:13) e, diante desta responsabilidade, qualquer atitude que seja contrária ao Espírito de Cristo (Rm 8:9 e 1Pe 1:11), redundará em prejuízo para o povo de Deus. Gaio tornou-se modelo para o rebanho e o reconhecimento de João, o Apóstolo, pelo ministério dele, revela o caráter de um verdadeiro líder que busca promover o crescimento da Igreja não somente quantitativo, mas qualitativo no que diz respeito à presença de Cristo no lugar do seu ministério. As palavras nos versos 3 Joa 1-8 são reveladoras quanto ao Espírito que deve nutrir o servo que está

disposto a revelar a Pessoa de Cristo aos pecadores em detrimento de si mesmo e seus interesses pessoais (Jo 3:30 e 16:8-11).

O quadro evidenciado a partir do verso 9 é um paradoxo ao real desejo de Deus para com a Sua igreja. Diótrefes, “o líder primaz”, é apresentado com o pretenso “distintivo” de “homem espiritual”; como alguém que se considera imbuído de “zelo doutrinário”; como um verdadeiro paladino do “tradicionalismo” cristão e que “tenta tomar a frente” da obra de Deus pela força, algo que somente redunda em problemas para a igreja (Zc 4:6), sendo o mais prejudicial deles o espírito exclusivista e autoritário destituído de qualquer racionalidade, pois é importante considerar que pessoas com esta atitude buscam tão-somente uma posição, um reconhecimento e a exaltação do próprio nome ou da instituição da qual zela e idolatra ou até mesmo da congregação que está sob sua liderança da qual tira todas as suas vantagens financeiras e poderio social. A tendência de tal líder é tornar-se tão-somente um déspota.

O afetamento que sobrevém sobre tal pessoa somente promove malefícios, os quais são revelados no significado desta palavra, que são: fingimento; simulação; presunção; prejuízo; alteração moral ou física; falta de naturalidade; auto-exposição, incorrendo ao ridículo (tornando-se um “pavão”). Infelizmente, até mesmo aqueles que se achegam ao local de reunião da igreja, percebem o “grau de espiritualidade” deste “portador” da Palavra. Não podemos acreditar que tal ministério poderá render algum fruto (Jó 14:4).

Somente uma mente espiritual, de pessoas que têm conhecido a mente de Cristo, e que são conhecidas por Ele (2Cor 2:12-16), pode sentir tristeza diante de um quadro trágico como este, apresentado por João, o Apóstolo, e se retirar de um local como esse e tentar, arrebatar consigo, pela Verdade da Palavra, pessoas sinceras e desejosas pelo Evangelho do Reino.

Diante o exposto, exporemos algumas características que perfaziam a figura daquele pseudo pastor cristão da Igreja Primtiva e que hoje, efetivamente, perfaz a personalidade de muitos imaginários pastores de “obras” religiosas.

1. DIÓTREFES – BUSCANDO A PRIMAZIA

Diótrefes adorava exercer a primazia entre eles (os da igreja e os do campo missionário). Adorava ter entre eles a primazia. Procurava ter entre eles o primado. Entre eles se arvorava no chefe. Mostra amor ao exercer aí o primado. Queria ser o primeiro entre eles. Sentia profundo ciúmes daqueles que demonstravam desenvoltura e amadurecimento na fé, porque temia que podia ter sua “monarquia” dividida ou descreditada. Esse era o gosto pessoal de Diótrefes, totalmente esquecido do ensino de Jesus: “… quem quiser ser o primeiro entre

vós, será servo de todos.” (Mc 10:44). Jamais pagara qualquer preço pelo estabelecimento e crescimento da Igreja em geral. Não havia mostras claras de ser nova criatura pelos frutos das vidas que estavam submetidas a ele. Locupletava-se com o trabalho fundado por outros. Escondia-se atrás do discurso sobre “justiça social,” esquecendo do “Reino de Deus e Sua justiça” promovia a justiça própria!

No caso de Diótrefes, primazia pode ser entendida da seguinte maneira: eu tenho prioridade; eu tenho excelência; eu tenho superioridade; eu tenho vantagem; eu tenho competência; eu entendo mais e melhor; eu tenho privilégios; eu enxergo mais; eu posso mais; eu mando; eu desmando; eu tenho sabedoria; eu não erro; eu sou auto-suficiente; eu não posso ser contrariado; eu gosto de aplausos e reconhecimento; eu quero ser observado; eu quero aparecer; eu quero que tenham medo de mim; eu não posso ser desobedecido; eu quero ser o melhor e o primeiro; eu sou o campeão de Deus; e eu não preciso de conselhos. Mas, o mais prejudicial significado para este nome é “rivalidade”. Diótrefes tornou-se um rival de João, o Apóstolo e, conseqüentemente, rival de Cristo (Quem, na qualidade de homem, conhecia a Cristo mais que João, o Apóstolo?). Hoje aqueles abduzidos pela síndrome de Diótrefes estão sendo rivais do Senhor Jesus Cristo por contrariarem seus ensinos, adulterando e distorcendo-os a bel-prazer, segundo os interesses pessoais e religiosos que lhes impulsionam.

Nós devemos abraçar a idéia que não existe uma “nata”, um grupo de homens elitizados, membros de uma casta superior, uma classe chamada ou postada como “supra-sumo” dentro do seio da Igreja de Cristo e devemos “abominar” qualquer atitude que vá de encontro ao ensino das Escrituras, a qual revela que somos todos iguais, todos, sem distinção, somos todos reis e sacerdotes para Cristo, logo, todos são irmãos, e somente Jesus é o sumo-sacerdote, o cabeça; porém investidos de “grau de responsabilidade” para com a obra de Deus (Jo 6:29).

Para reflexão, palavras de Jesus:

“Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi; porque um só é o vosso Mestre, e todos vós sois irmãos. E a ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus.

Nem queirais ser chamados guias; porque um só é o vosso Guia, que é o Cristo. Mas o maior dentre vós há de ser vosso servo. Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado.” Mateus 23:8-12

Ele é o nosso Sacerdote:

“Pelo que, santos irmãos, participantes da vocação celestial, considerai o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus,” Hebreus 3:1

E, cada um de nós, cristãos, viramos reis e sacerdotes para Ele:

E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Príncipe dos reis da terra. Aquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos fez reino, sacerdotes para Deus, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém.” Apocalipse 1:5-6

Ao contrário de Diótrefes e sua insanidade (ausência de bom-senso), as palavras do Senhor Jesus têm a finalidade básica de “unir almas ao redor dEle” e, aberto o entendimento, “tornar essas almas parte dEle”. Vejamos as Suas palavras:

“E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.

E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim” João 17:20-23

É importante considerar que não podemos, como membro ou como apascentador do rebanho de Deus, buscar a palavra final revestidos de um grau de intolerância tal que se a aprovação não passar pelo nosso “crivo unilateral”, em toda e qualquer questão apresentada à igreja, nada poderá ser realizado. Tal atitude está totalmente destituída do propósito de unidade no Corpo de Cristo e não “vislumbra” nem de perto o fato de que “Cristo é o primogênito de entre os mortos, para “em todas as coisas (Ele) ter a primazia” (Flp 2:1-11 e Col 1:18).

Portanto, pastor é importante, para aconselhar, arrebanhar, exortar, manter a ordem da Igreja, inspirado pelo Espírito, com prudência e limitação. No entanto, não deve exercer nenhuma espécie de dominação ou autoritarismo, a saber, oprimir as ovelhas cobrando-as para que elas o obedeça cega e alienadamente, tendo posse sobre a liberdade delas, assim como não deve gozar de nenhum privilégio ou separação entre o rebanho, em razão de pretensão de méritos religiosos. Assim, disse Pedro:

Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores sobre os que vos foram confiados, mas servindo de exemplo ao rebanho. 1Pedro 5:2-

Paulo, idem:

“Não repreendas asperamente a um velho, mas admoesta-o como a um pai; aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães; às moças, como a irmãs, com toda a pureza. Honra as viúvas que são verdadeiramente viúvas. 1Timóteo 5:1-3

Ao contrário do que algumas seitas abusador-autoritárias ensinam, que só o líder pode exortar, mantendo assim a centralização do seu poder, é imperioso frisar que qualquer irmão em Cristo, seja jovem, senhora, idoso, enfim, seja portador ou não de cargos eclesiásticos, está apto para exortar com longânimo o outro, reciprocamente, com moderação, limitação, mediante um necessário e agradável aconselhamento.

“Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como na verdade o estais fazendo.” 1Tessalonicesses 5:11

Eu próprio, meus irmãos, certo estou, a respeito de vós, que vós mesmos estais cheios de bondade, cheios de todo o conhecimento, podendo admoestar-vos uns aos outros.” Romanos 15:14

“Antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado;” Hebreus 3:13

De modo que o servo esteja sempre pronto para ouvir, e guardar tudo no coração, retendo o que é bom, e tardio para responder, toda e qualquer admoestação do pastor ou do irmão preocupado consigo. Em suma, servo de Deus há de ser humilde para por em prática essa atividade recíproca tão vital para o bem do Corpo de Cristo (Mat 5:3)

“Sabei isto, meus amados irmãos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar.” Tiago 1:19

“Maria, porém, guardava todas estas coisas, meditando-as em seu coração.” Lucas 2:19

“Mas ponde tudo à prova. Retende o que é bom; 1Tessalonicenses 5:21

2. DIÓTREFES – FECHANDO AS PORTAS

Diótrefes servia-se a si Mesmo e aos de sua própria família (e seus correligionários), embora fingindo estar a serviço de todos, tramava a tomada ou a manutenção do poder para o exercício da primazia. Quanto podia e até quando não podia, usava, com admirável habilidade, a influência dos outros para alcançar os seus fins de supremacia. Era o tipo acabado do demagogo religioso atual: Só cria

em si mesmo; só pensa em si mesmo, concedendo regalias a ele e aos de sua família ou àqueles que o bajula; só cuida dos seus próprios interesses ou da Instituição Religiosa que lhe concede todo o seu poder monárquico. É capaz de praticar das maiores injustiças ou atrocidades contra seus comandados, quando eles não satisfazem seus interesses ou cometam algum erro que possa “manchar” a tão idolatrada instituição que ele zela. Não há misericórdia, na há compaixão, na há graça fraterna e cristã em suas obras; há, sim, muita obsessão e neurose por uma idolatria.

Em reuniões, quando comparece, faz questão de demonstrar descaso, escárnio, indiferença e frieza com a liderança dos colegas. Não coopera com trabalho algum da iniciativa dos outros. Vê defeito em tudo e desmerece tudo e todos, portando-se, presunçosamente, como único detentor e entendedor dos últimos tempos. Desmoraliza qualquer outra Instituição boa que esteja em favor do Evangelho, na qual não seja ele a pessoa mais importante ou que não esteja sobre o seu domínio. Quer estar sempre em evidência. Quer ser louvado. É do tipo que ama o sensacionalismo, que louva a si mesmo, que alardeia os seus feitos ou instrui a alguns para alardeá-los. Vivi num permanente clima de encenação.

Se Diótrefes vivesse na época pós-moderna, amaria ver sempre sua fotografia reproduzida a propósito nos jornais, amaria receber títulos e premiações sócio-políticas, ter suas palavras publicas em jornais, ter seus ensinos referendados em toda e qualquer afirmação de seus subalternos prosélitos. Seu gosto seria este: o de ser o primeiro em tudo e que todos estivessem a seu serviço, a sua disposição. Saberia manejá-los e tirar partido da pureza, ingenuidade e da simplicidade dos irmãos em Cristo, tudo isto a seu bel prazer e egoísmo, longe do ensinamento de Jesus.

Outro aspecto terrível de Diótrefes era o fato de que ele não entendia o caráter de um “cooperador”. Sua falta de personalidade, já que não tinha “espiritualidade”, enxergava os irmãos mais sobre a ótica da “concorrência”, e não da “cooperação”. Seu desejo era mais resguardar sua posição de primaz, o “status”, considerando os demais inferiores a ele. A malícia do seu discurso visava destruir a reputação dos verdadeiros irmãos e servos de Cristo.

Ele não somente proferia palavras, como também expulsava os que se achegavam àquela localidade para visitar o rebanho, furtando o direito dos “convertidos” de comungar a Verdade com aqueles que traziam no coração o conhecimento da pessoa de Cristo. Os pecados de Diótrefes era falar mal dos irmãos desconhecendo esta verdade, e o ciúme de ver seu status de líder ser ameaçado junto a suas ovelhas de modo que não queria que nenhum cristão de fora ensinasse para elas. Também, excluía aqueles que não tinham o “zelo” que ele tinha, não o zelo ao Evangelho, mas o zelo ao seu sistema ditatorial implantado por

si mesmo. Isto é, aqui vale o velho ditado narcísico: A Narciso tudo o que não é um espelho ele não gosta.

“Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz” Tiago 4:11

“Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má.” Tiago 3:16

O homem pode incorrer a um “erro grave” acreditando que estamos defendendo “princípios bíblicos”, quando na verdade esta estabelecendo tão-somente uma “mentalidade exclusivista” fundamentada no “eu” de forma que coloca a Pessoa Cristo em segundo plano no processo de edificação da igreja. A edificação da igreja leva em conta que Cristo é a “Pedra Principal da Esquina” (1Pe 2:6). Ainda que nos intitulemos defensores da Verdade, vale ressaltar que a Verdade não precisa de defensores, visto que a Verdade é a própria Pessoa do Senhor Jesus Cristo (2Cor 13:8). Somos apenas proclamadores e despenseiros da Verdade, as demais coisas Ela faz por si mesma. O procedimento de Diótrefes revelava tão-somente que ele era um lobo entre o rebanho, disfarçado de “santo”, mas cheio de intenções lupinas.

“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.” Mateus 7:15

3. DIÓTREFES – O DONO DA VERDADE

“E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber.” 1Coríntios 8:2

Quando o trabalho local tem um líder que se revela como “super-crente”, podemos dizer que há uma tendência ao abandono aos princípios cristãos. O exemplo clássico é o fato de ensinarem corretamente que não têm um “Pastor Profissional”, mas se é adotada a postura de Diótrefes, a realidade do discurso será outra quando se percebe que todo o rebanho irá gravitar ao redor de “um homem”, de acordo com suas determinações e decisões que lhe apraz, o qual reputa, arrogante e unilateralmente corretas. Pois ele se porta e age como “nunca errasse”, ele “sabe tudo”, é o “mais espiritual” do que os seus subalternos, e tem a tal da “unção” que o capacita de ser o maioral. Isto é fugir dos princípios bíblicos. Sendo assim, qual seria o valor destas palavras?

“Para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.” 1Coríntios 2:5

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.” 1Coríntios 7:23

Tal atitude contraria o fato de que somos cooperadores e despenseiros dos mistérios de Deus revelados em Cristo (1Cor 4:1-2). Assim, haveria então lugar para outros ministros da Palavra em nosso meio, visto que ninguém mais neste mundo tem algo da multiforme sabedoria de Deus (que é Cristo) a nos ensinar? Somente uma mente imbuída de orgulho poderia achar-se auto-suficiente e, assim, “cuidar” do rebanho com uma atitude totalmente contrária ao que se pede a um líder cristão (1Tm 3:1-16).

Por introduzir nas indefesas e ingênuas mentes neófitas, no Evangelho, do seu rebanho, essa presunção de se portar como verdadeiro “dono da verdade”, os “Diótrefes” aliciam suas subalternas ovelhas moral e emocionalmente. Discriminação, detração, desdém, execração em público, estupidez, aspereza, ameaças, chantagens emocionais, gritaria sobre as ovelhas são frutos malignos dessa primazia perversa que está incrustada nas congregações e denominações sob o domínio dos “Diótrefes”. Depressão, angústia, sufoco, opressão, cansaço, fardo são situações que as ovelhas dos “Diótrefes” vivenciam, geralmente acompanhados, quando elas, ovelhas, estão isoladas na sua residência (na intimidade), de prantos, lágrimas da dor da opressão, da ansiedade e da angústia do escravismo sobre a sua liberdade.

O pastor que deveria ser uma figura agradável, doce e terna junto ao grupo de cristãos, onde todos desejariam estar com ele para conversar, brincar, ouvir, se alegrar, na realidade, no curral de um Diótrefes o que ocorre é exatamente o contrário. Reparemos como as ovelhas se comportam quando o Diótrefes chega ao recinto: ficam tensas, nervosas, constrangidas, medo mesmo, com um sorriso forçado e seco no rosto, se preparando já para sofrer alguma exposição ou repreensão. As coitadas das ovelhas, na presença dos “Diótrefes”, sentem-se em eterno sentimento de culpa, porque vão vivendo nessa mediocridade de receber “carões” para todo e qualquer passo que dão. Verdadeiramente um ambiente que impera um Diótrefes é medíocre e carregado.

Percebamos a mediocridade: em vez de se sentirem bem e agradáveis, as ovelhas se sentem é amedrontadas, desagradáveis e tensas na presença do Diótrefes!

Os “Diótrefes” que em vez de aconselharem e darem direcionamento na vida espiritual, invandem, como proprietários da vida delas, todas as áreas da vida (profissional, sentimental e familiar). A saber: Compelem suas ovelhas a destruírem relacionamentos amorosos porque o companheiro, embora cristão fiel, não é membro da sua seita; ou antes, a proíbem de engatarem um relacionamento

com o cristão fiel de outra agremiação. Após isso, determinam com quem deve namorar, apontando o dedo, e, posteriormente induzindo, já pelo seu autoritarismo embutido no coração da ovelha, o casório com aquele membro tal, que nem o amor sentimental havia sido plantado no coração do casal.

Assim também é sobre a vida profissional delas, na qual deliberam sobre carreiras, cursos e empregos, a ponto das ovelhas chegarem a um estágio tal de pedirem permissão a seu “Diótrefes” para ele dá o aval a tal escolha. Bem como, os “Diótrefes” demonstram profundo incômodo quando as ovelhas estão a “trocar” os serviços do sistema para viajar e confraternizar com familiares e amigos queridos. Antes, coíbem e aplicam técnicas de lavagem cerebral, por terrorismo e chantagens emocionais e morais, a romperem paulatinamente com seus familiares e amigos, de forma que as confraternizações devam ser tão-só entre os membros da seita que eles, “Diótrefes”, comandam e dominam com a sua mão pesada.

“Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes e não vos dobreis novamente a um jogo de escravidão.” Gálatas 1:5

Esse é o resultado na vida do rebanho que está sob o pesado jugo e fardo aplicados pelos “Diótrefes”. A sabedoria do Espírito, de um bom pastor, é totalmente distinta de um “Diótrefes”: é agradável e perfumante ao rebanho:

“Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.” Tiago 3:17

4. SINTOMAS DA SÍNDROME DE DIÓTREFES

Urge, portanto, elencarmos dez sintomas que perfazem a vida desses “pastores”, líderes religiosos, contaminados com a “Síndrome de Diótrefes”. Observemos seus atos quando estão entronizados no púlpito e flutuam, em sua monarquia, pelos recintos da Instituição religiosa. Qualquer semelhança, não é mera coincidência:

1. Gostam de poder, mas estranhamente se recusam a servir. Amam falar em línguas estranhas, profetizar, revelar e demais peculiaridades do gênero (obs. cremos na contemporaneidade dos dons sobrenaturais), mas, tudo isso é canalizado para a promoção pessoal ou de sua instituição, pois não mostram o mesmo empenho na hora de dar atenção ao ser humano que precisa de um ombro humano para dividir suas mazelas; porém, na hora de exigir, cobrar,

execrar, em defesa do nome de sua “Igreja”, de suas conveniências eclesiásticas e da sua Instituição, é com ele mesmo;

2. Valorizam programações, mas menosprezam relacionamentos. Participam de todos os congressos, seminários, reuniões, “cultos de satélite” que lhe rendam popularidade, mas não gostam de relacionamentos interpessoais com medo de ficarem vulneráveis e serem descobertos, ou por receio de serem reputados como meros mortais, desgastando a sua auto-imagem. Encaram a Igreja como platéia e o culto como um show onde a performance tem de sobressair. Cultivam o objetivo de se apresentarem como “heróis”, “campeões de Deus”, mas a sua humanidade e fraqueza é omitida da platéia;

3. Gostam de entradas triunfais, mas a saída tem que ser à francesa. Entram com a reunião começada, para que todos lancem os olhares a sua “majestade” chegada, em contrapartida, saem com ela terminada, sem despedir de ninguém, com toda indiferença e desatenção, afinal, têm que cultivar a “Terapia de Quartel”, na qual seus subordinados são desprezados para se sentirem culpados e buscarem, depois, infantilmente, reconhecimento do maioral. Essa saída, aliás, tem que ser de “fininho” para não correrem o risco de atender alguém. São espalhafatosos em sua apresentação pública, arrebicam-se cheio de caras e poses, ridiculamente forçados na sisudez e formalidade, na pretensão de transmitir “sabedoria” e “espiritualidade”. Gostam de provocar expectativa em seus ouvintes para manter vivo o “mito” (valorização do mensageiro em detrimento da mensagem);

4. Esbanjam muito carisma, mas na mesma proporção lhes falta caráter. São de fácil comunicação e apresentação em público, mas é nos bastidores da vida onde cai a máscara e é revelado a podridão do ser (arrogantes, indiferentes, soberbos etc.). Casamentos e famílias falidas, vida financeira desregrada, politicagem dentro do recinto religioso, conchavos políticos e eleitoreiros, parcialidade eclesiástica e vida secular à base de troca de favores são só alguns exemplos da desfaçatez de valores éticos desses personagens;

5. Idolatram títulos eclesiásticos, não admitem serem chamados pelo nome. “Sim, senhor”, “não, senhor”, “ungido”, “pastor”, é essencial se quiser manter um bom relacionamento com “Sua Santidade”, caso contrário ficará relegado à indiferença ou serás

responsável por um surto de crise de identidade na celebridade religiosa;

6. Nos cultos e reuniões disputam os primeiros assentos, manter a pose é prioridade. Não lhe tome o assento de honra. Ele é capaz de te expor, envergonhar, difamar e até brigar em público para sair bem na foto;

7. Suas mensagens são sempre bombásticas, holofotes voltados para si é questão de sobrevivência. A prédica deles mais se parece com produção “hollywoodyana”. Matrix, Jornada nas Estrelas, Jurassic Park, parecem produções de fundo de quintal perto de suas apresentações espetaculares. Não conseguem trafegar no normalidade e simplicidade, somente no bombástico (extra-ordinário) que cause admiração (frenesi) nos seus espectadores. Alegorizam os Escritos Santos com malabarismos exegéticos a fim de fascinar o ouvinte – “Quanta revelação!”

8. São “experts” em invenções sobrenaturais, elaborar “profecias”, forjar “revelações”, criar “visões”, imitar “línguas estranhas” e demais peculiaridades do gênero para associarem sua pessoa a uma sumidade espiritual. Também se concentram demasiadamente em contar exaustivos e repetitivos “testemunhos” apoteóticos e arrebatadores sobre si mesmo, sobre seus colegas e pessoas que foram obedientes a sua Instituição. Afinal, tem que passar credibilidade que seu sistema religioso é único. Isso é tiro e queda;

9. São especialistas em criticar, ameaçar, cobrar e bater na igreja, usam texto fora do contexto com pretexto, porque assim conseguem colocar cabresto. São fanfarrões mesmo, de carteirinha. Por exemplo: Utilizam a passagem que Uzá tocou na Arca para chantagear a massa a não questionar ou desobedecer às doutrinas do sistema, senão tu vais morrer sendo comido de bicho como foi Herodes. Bem como, para que seus subalternos não se aprofundem na Real Mensagem do Evangelho, das Escrituras e descubram sua superficialidade, usam o texto de 2ª Coríntios 3:6 e dizem sistematicamente que “a letra mata, mas o Espírito vivifica”. Também pincelam versículos válidos para a Velha Aliança e usam e abusam, também, e retrocederem para a primazia do sacerdócio judaico do Velho Testamento – a unção da Antiga Aliança: “Os Ungidos do Senhor”, sob pena de questionar ou desobedecer ser a própria expressão de “tocar no ungido”, sob pena do pecado imperdoável da “Blasfêmia Contra o Espírito Santo”. São cheios de

“trique-trique”, de uma fé de ostentação e tiram horas de sua vida para encontrar “pêlo em casca de ovo” aferindo a aparência de seus súditos e sublinham em sua Bíblia textos como: Levítico 19:27, 1ª Pedro 3:3 e Eclesiastes 2:8. Esses são os melhores para eles fazerem uma lavagem cerebral e dizer que não pode cortar cabelo, usar jóias, usar calça comprida, usar barba ou cavanhaque, pois afinal, “tudo é vaidade”!

10. Mostram zelo excessivo com as ovelhas de envergadura social, e descaso total com as ovelhas símplices. Preocupam-se com o sofrimento dos irmãozinhos “empresários”, “políticos”, “desembargadores”, “delegados”, “oficiais”, que não tem quem lhes defenda, e são logos recebidos com confetes e rasgação de ceda, apresentando-os até, num final do culto, à frente da igreja, claro, para fazer média com a “nobre visita”. Mas para com os irmãos mais pobres, necessitados, ex-drogados, ex-prostitutas, ex-mendigos, que se virem sozinhos, aliás, se possível, nem deixam adentrar na sua “igreja”; para com os membros humildes que já são experimentados na fé, esses se virem também. Como diria o “Justo Veríssimo”, personagem do Chico Anísio: “Eu quero que pobre se exploda!”.

5. RACIONALIZANDO OS FATOS

Não existe uma “classe seleta” no que diz respeito à liderança na Igreja, que é o Corpo de Cristo, tendo ele como Cabeça deste Corpo. No Evangelho segundo Marcos, o Senhor Jesus nos ensina que todos os que desejarem ser “primeiros”, serão servos de todos (Mc 10:43-44). Somos membros do Corpo de Cristo e responsáveis por glorificar a Cabeça, que é Cristo. Todos os “Diótrefes” deveriam dizer: “Eu não sou Cristo, mas servo de Cristo”. Diótrefes é o retrato de um homem destituído do conhecimento de Deus em Cristo, um homem embrutecido, arrogante, intolerante, descompensado, desequilibrado, vaidoso, prepotente e sem nenhum resquício de ponderação e moderação do amor cristão, além do que, em matéria humana, é uma pessoa totalmente adoentada mentalmente. Aprender de Cristo requer de nós a seguinte atitude:

“Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade,” 2Timóteo

Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.” Tito 3:2

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.” Colossenses 3:12-14

Estar investido de autoridade requer “tomar posse” de algo que foi confiado. As autoridades que “reinam” sobre nós, em nossa vida secular, e para o bem da nação, são apenas “mandatários” desta mesma nação. Eles “tomaram posse” de uma responsabilidade. Como lemos Pedro (1Pe 2:18) e Paulo, em quase todas as suas cartas (Efe 6:5; Col 3:22-23; 1Tm 6:1; Tit 2:9), rogando aos irmãos que sejam obedientes aos seus patrões (embora muitos “Diótrefes” oportunistas usam tais passagens incorporando-as na Igreja, para justificar suas atrocidades ditatoriais).

Já no âmbito da igreja, a validade desta posse fundamenta-se na responsabilidade e respeito à dignidade dos irmãos que foram comprados pelo “mesmo Sangue”, sendo o “mesmo Fruto” do penoso trabalho do Senhor (1Co 6:20; 1Co 7:23). Entretanto, alguns “Diótrefes” pescam versículos isolados, descontextualizados, para embasarem sua dominação e primazia, tal como este:

Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.” Hebreus 13:17

De fato, devemos ser obedientes aos nossos pastores, assim como os discípulos foram ao Senhor Jesus, visto que dois dos frutos do Espírito são mansidão e domínio próprio, logo, não podemos ser rebeldes a contender, quebrando a comunhão entre os irmãos. Todavia, devemos ser por demais prudentes e atentos com nossos pastores, porque podem estar nos direcionando a ensinos heréticos e controversos. Assim, disse o próprio Deus em relação, exatamente, aos falsos mestres:

“Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.” Mateus 10:16

Com efeito, tal obediência não significa uma obediência cega e alienada, sem um momento de ponderação e contestação em prol do bem maior: que é a fidelidade à Palavra de Deus. Não devemos ter espírito de rebeldia, mas sim devemos ser obedientes e mansos, sob a ponderação, contudo, de não podermos

curvar a ensinos estranhos, tampouco sermos submissos a ordenanças sem amparo bíblico. Paulo, dessa maneira, disse aos irmãos das igrejas da Galácia, onde estavam penetrando falsos doutores:

E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão; aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós.” Gálatas 2:4-5

E, anteriormente, na mesma carta, havia dito:

“Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.” Gálatas 1:10

E sem contextualizar toda a totalidade evangelística das Escrituras neo-testamentárias, os “Diótrefes” de plantão usam e abusam de versículos oportunistas e convenientes aos seus desejos “hitlerianos”, ignorando aqueles demais que ensinam que a submissão aos ensinos do Rei Jesus estão acima de toda e qualquer liderança humana, sobretudo espiritual que compromete nossa espiritualidade, bem como a salvação.

E, para somar, Pedro, ainda completa, quando fala aos pastores, que o rebanho de Deus tem que ser sujeito aos pastores, porém, não apenas o rebanho, mas sim, eles mesmos, de modo que todos sejam sujeitos uns aos outros. Ou seja, tanto os pastores e as ovelhas devem ser sujeitos uns para com os outros mantendo a fraternidade e calor do amor do Corpo, sem nenhum querer ser maior do que o outro.

“Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”. 1Pedro 5:5

Destarte, que por este versículo, vemos que não há um maioral, e sim uma apreciável reciprocidade do amor, pela qual um está sujeito ao outro, no afã da humildade do Espírito. Dessa forma, o pastor (bispo ou presbítero), apenas preside o rebanho, organiza, quer dizer, põe ordem e harmonia na congregação, com cuidado, limitação e longanimidade, enfim, sem jamais exercer nenhum resquício de coronelismo de sorte que o rebanho seja subalterno ou subserviente. Paulo, cheio do Espírito, disse claramente:

“Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.” Romanos 12:8

Assim sendo, uma postura de soberba ofusca o fato de que estar investido de autoridade requer “encabeçar” as fileiras com aqueles que caminham no mesmo deserto, sobre o mesmo terreno, sob o mesmo sol, suportando as mesmas dificuldades e que esperam de um “líder” tão-somente a tomada de atitudes em total submissão à vontade de Deus, e não à própria vontade.

O integrante de uma liderança alcança essa posição não pelo fato de ter sido “forjado” numa escola de líderes, mas pela maturidade espiritual “moldada” pelo Espírito Santo através de anos, ou mesmo pelo dom do ministério concedido pelo poder de Cristo (Rm 12:7). Ter um “título” não assegura maturidade, visto que se encher de teoria e uma capa pseudo-espiritual – que muitos confundem com a verdadeira “unção do santo” (1Jo 2:20) - não têm fins práticos quando a vivência daquilo que se aprendeu em “seminários” e “reuniões” limita-se tão-somente às faculdades mentais de alguém que, possivelmente, vivenciou pouquíssimas coisas do que aprendeu entre quatro paredes.

E a título de informação e esclarecimento – muito cuidado! – vários “Diótrefes”, seja embalados pela ingenuidade dos ensinos distorcidos que aprenderam dos “Sumo-Diótrefes”, seja intencionalmente, usam e abusam, também, de textos judaicos isolados para retrocederem a primazia do sacerdócio judaico do Velho Testamento – a unção da Antiga Aliança: “Os Ungidos do Senhor” -, ignorando o sacerdócio de Cristo, que nos concedeu a unção do Espírito a todos nós, cristãos fiéis, fazendo-nos sacerdotes e reis para Ele:

“E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém.” Apocalipse 1:6

“Ora, vós tendes a unção da parte do Santo, e todos tendes conhecimento.” 1João 2:20

Então, o Senhor Jesus transmitia ensinamentos “de uma vida prática”, pois aquilo que Ele propunha “era uma realidade em Sua vida”. Nossa tristeza é o fato de que podemos encontrar “cristãos” com décadas de vivência no seio da Igreja para os quais o Espírito Santo ainda não pôde “confiar” uma posição de responsabilidade. Mas o paradoxo mais triste é o de “cristãos” que acreditam terem recebido esta confiança, quando na verdade não a receberam, pelo fato de ainda não estarem revestidos de humildade, mansidão e amor para conduzir um povo, mas apenas dotados de uma vaidosa eloqüência nas pregações e discursos (Nm 12:3 e Mat 11:27-30).

Realizar algo para Deus requer um “selo de autenticidade” (Ef 1:13). Quando o Espírito Santo realiza através de nós a obra de manifestação de Cristo ao mundo, podemos contar com a aprovação de Deus para este ministério. Realizar essa tarefa no Reino de Deus com as próprias forças caracteriza o erro da

unilateralidade de ações que, necessariamente, deveriam ser realizadas pelo “todo” (Zc 4:6). O Espírito Santo está em todos os que fazem parte da igreja, sendo Ele quem realiza atua através de nós. Uma coisa é ter o seu irmão como um cooperador, outra coisa é tê-lo como executor e subalterno das suas vontades ou um “concorrente” e atentar somente para o próprio ventre (Flp 3:17-19).

Já virou rotina encontrarmos o absolutismo, o totalitarismo e a intransigência no seio de muitas congregações, sobretudo nas seitas pseudo-cristãs, cujas características de dominação são evidentes, mas, cremos, não é a vontade de Deus que a sua Igreja seja assim conduzida. Por isso, é necessário que uma liderança tenha personalidade e capacidade que reflita a maneira como o próprio Senhor Jesus Cristo conduziu os seus discípulos. Aqueles homens (à exceção de Judas Iscariotes) amavam o Senhor por aquilo que viam nEle. Sabiam que Ele vinha de Deus e tornavam-se a cada dia parte do Reino de Deus, pois comungavam o mesmo desejo do Filho, dAquele que estava disposto a satisfazer os desejos do Pai (Hb 2:11).

Sermos portadores da Verdade não faz de nós “senhores da Verdade”, como um corifeu ativista que sai acidamente, com o dedo em riste, desconstruindo tudo e todos. A falta de maturidade, que é o reflexo da teoria sem prática, pode infiltrar em nós o orgulho que há em Satanás (motivo de sua decadência) e fazer-nos arbitrários em “nossos desejos” (1Tm 3:6). Este orgulho rejeita o fato de que aprendemos sempre com os demais irmãos. Um exemplo válido para o nosso aprendizado é o fato de que a “alta posição” (entenda responsabilidade) de Moisés, não cegou “os seus olhos” (entendimento) àquilo que Jetro, seu sogro, enxergou como errado na condução daquele povo. Jetro disse:

“Não é bom o que fazes. Totalmente desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo; porque este negócio é mui difícil para ti; tu só não o podes fazer” Êxodo 18:17-18

Assim, cabe a nós atentar para este ensino:

“Bem sabeis que pelos príncipes dos gentios são estes dominados, e que os grandes exercem autoridade sobre eles. Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; e, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;” Mateus 20:25-26

“E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.” Colossenses 1:18

Ainda que os abusadores e dominadores “Diótrefes” aterrorizam suas ovelhas a fim de zelar a centralização e o despotismo de seu poder nas congregações incutindo nos corações delas o angustioso sentimento de culpa pela

distorcida e tendenciosa “síndrome da queda”, a verdade é que quem está caminhando com enfermidade espiritual, são eles, com a “síndrome de Diótrefes”.

Que o Senhor nos abençoe e acrescente entendimento aos nossos corações, mediante a inspiração do Espírito, enchendo-nos do exemplo da Sua tamanha humildade.

“Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” Filipenses 2:4-8

Que o Espírito Santo sempre esteja nos guiando!

Referências:

Texto adaptado de José Silva, Gama – DF – http://www.verdade-viva.net/diversos/159-sindrome.html

1. http://alexesteves.blogspot.com/2008/04/gaio-ditrefes-e-demtrio-trs-personagens.html

2. http://pecadofobia.blogspot.com/2009/01/sndrome-de-ditrefes.htm

http://obramaranata.wordpress.com/?s=sindrome+de+diostenes

Nem todos da lista são corruptos

cavaleiradaverdade:

Lista atualizada

Originally posted on Cavaleira Da Verdade:

vc faz parte 001primeiro 001lista 2folhaa  3 001folh 4 DDD 001c4 001c 5 e d 001c4 001b 1111111 001b 1222222 001bb33333 001b44444 001

CACHORRADA 1 001CACHORRADA 1 001CACHORRADA 2 001

CACHORRADA 3 001

Esclarecendo que essa lista não quer dizer que TODOS foram beneficiados ilicitamente. Essa lista faz parte do Processo Administrativo feito pela ICM-PES, e entregues ao MP. Muitos que pertencem a essa lista foram Empresas sérias e corretas, outros foram empregados que ja passaram pelo PES, enfim tem os que realmente prestaram serviços e os que só usufruiram dos benefícios. Não conheço todos que estão nessa lista, mas tem uns que constam nos autos, e nas denuncias das notas frias. Como a relação é grande, vai ser dividida pois a lista é muito grande!

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Depoimento de Esdras na PF

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Depois de ler todo esse depoimento prestado fica visível que, uma igreja que se diz filha única, obra revelada, é uma destruidora de lares.

Eles tem prazer em Jogar os próprios familiares uns contra os outros.
Também esperar o que!
Um líder que diz que a pior desgraça na vida dele são os familiares, vai ensinar as ovelhas  o quê? Não podemos esperar nada de bom mesmo.
Este depoimento mostra claramente a  ameaça a esposa do Pastor Arlinio “dependendo do que ela falaria, a igreja a processaria”.Olha o alerta ai bem claro! Coação das brabas mesmo.
Que bando de pilantras metidos a crentes. São uma vergonha para o evangelho.
Destruidores de lares, de sonhos. Não se contentam só em roubar os membros, querem destruir a vida das pessoas, e semear a discórdia, desavenças, enfim são pessoas más, desprovidas de amor, de compaixão.
E pior ainda, mentem, coagem, e ainda como covarde que são tentam voltar atrás no que dizem.
Puro e simples Terror psicológico, é assim que agem.Mas só funciona com gente fraca, que se deixa enganar por esse bando de mercenárias, comedores de feijão.
Enfim, se merecem!
O cara é um traidor mesmo!
Traiu o que é de mais precioso, a sua família.
Entregou seu pai de bandeja nas mãos da cúpula, e tudo isso por pura ganancia, por poder, por amor ao dinheiro, e por ser um frouxo mesmo, manipulado pela mulher Priscila ( a dalila) e por meia solas.
Na minha opinião o cara é um tremendo dissimulado, no trecho que ele diz que é amigo da jabutiraminha e de seu marido, e que quando chega e vê os membros escravos uniformizados trabalhando na construção na empresa do papa, acha ser normal?
Inclusive viajou as custas do dinheiro da cinquentona e bancada pelo seu dindim, isso ele mesmo declara, acha ser normal?
E ainda declara que deram pernadas nos membros quando compraram passagens por um valor e mostraram outro, que coisa linda em seus lalaus de ternos!
E também pelo que eu entendi, Esdras não era gostou de ter suas mensagens substituídas pelo xatélite, e agora? Mudou de ideia? uai que mistério é esse!
Que mistérios são esses que levaram a esse cara a voltar para o ninho sujo, onde ele mesmo sabe de todas as falcatruas, inclusive declaradas e assinadas por ele mesmo.
Há algo obscuro e sinistro nessa volta.
Seria por causa da Dalila que não gosta de ser pobre? Apesar de ter sido nascida e criada num lar humilde, ela gosta de vida boa, roupas caras, shopping, quer seguir o padrão de vida da jureminha e demais filhas de meias solas da cúpula.
Voltou mesmo sabendo de tudo. Por isso não me canso de falar, não existem inocentes, existem sim cumplices, coniventes, puxa sacos, mau carater.
Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.

Quem está roubando quem nessa história?

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O teteia piscineiro, como todo meia sola não dá ponto sem nó.

Inventou um projeto aprendiz lá em Paraiba, No inicio uma Benção, tudo de graça.

Pois é!
Ofereceu o projeto induzindo  a aprenderem  a OUBRA REVELADA ,os  louvores da revelação dizendo que  era de graça e agora cobrando aos pais , dinheiro  para aprenderem  instrumentos e tocar pra eles mesmos!
Como podem ser tão descarados?
O meia sola convocou os pais das igrejas para avisar que os irmaos que dão   dizimosvão ter que  pagar uma taxa das aulas do projeto aprendiz!
Embora seja oferecido pela igreja, eles não teriam que pagar nada, pelo menos isso foi passsado aos pais.
Agora ele quer cobrar!
Terão que pagar uma mensalidade para os filhos fazerem parte do projeto aprendiz.
Quem está roubando quem nessa história?

MENSAGENS OFICIAIS ENTRE KENEDY E OS IRMAOS DE OTAWA

imagesOk the Ottawa ICM group is now meeting temporarily in a public library as they search for another place.

No longer renting a church hall. It’s over as only Bens family are really committed to the ICM thing.

Next stop: someone’s living room.

TRADUÇÃO DO TEXTO ACIMA

Ok, o Grupo da ICM em Ottawa está reunindo temporariamente em uma biblioteca pública, eles disseram que estão procurando um local.

Não estão pagando mais o aluguel no momento.

Acho que acabou mesmo.

Somente a Familia do Ben Kenedy esta envolvida com a ICM lá.

Próximo passo, reunir nas sala da casa de alguém.

On Tue, Oct 7, 2014 at 2:11

Dear brethren,

Peace of the Lord brethren !

Last week was our last service at All Saints Lutheran Church. We don’t have a definitive place for our services. However, we scheduled our next service at the Ottawa Library at Centerpoint. Our service will be 7:30 PM on Saturday Oct 11th. Pastor Cesario from Toronto will be there to assist the brethren.

May the Lord bless the brethren and please continue to pray for a definitive location for our services.

Peace of the Lord !

TRADUÇÃO DO EMAIL ACIMA

Queridos irmãos,

Paz do Senhor irmãos !

Na semana passada foi o nosso último culto na igreja All Saints Lutheran Church. Nós não temos um lugar definitivo para os nossos cultos. No entanto, marcamos nosso próximo culto na Biblioteca Ottawa em Centerpoint.

Nosso culto será 07:30 no sábado 11 de outubro. Pastor Cesario de Toronto vai estar lá para ajudar os irmãos.

Que o Senhor abençoe os irmãos e por favor, continuem a orar por um local definitivo para os nossos cultos.

Paz do Senhor!

OUTRO EMAIL do KENNEDY

Dear beloved,

Due to some adverse circumstances I no longer will be able to provide continuous assistance to the group in Ottawa.

Pastor Cesario has kindly volunteered to cover me in the immediate future. Please start passing to him all your needs related to pastoral assistance.

I may be able to visit the services now and then, and will definitely keep all of you in my prayers. I would like to thank you for the support and intercessors made for me during these few months. May the good Lord reward each of you accordingly.

Thanks & Peace of the Lord. Ben Kennedy

TRADUÇÃO DO EMAIL ACIMA

QueridoS amadoS,

Devido a algumas circunstâncias adversas já não serei capaz de prestar assistência contínua ao grupo em Ottawa.

Pastor Cesario gentilmente se ofereceu para me cobrir no futuro imediato. Por favor, começem a passar a ele todas as suas necessidades relacionadas com a assistência pastoral.

Eu poderei visitar os cultos de vez em quando, e vou manter todos vocês em minhas orações. Gostaria de agradecer o apoio e intercessores feito para mim durante estes poucos meses. Que o bom Deus recompense cada um de vocês de acordo.

Obrigado e Paz do Senhor.

Ben Kennedy

Deus precisa de seu dinheiro?

dizimos
Na obra voce saberia comprovar de fato quanto voce ja depositou de dizimos ou doações na conta da obra?
Igrejas sérias e comprometidas com  um evangelho transparente voce consegue saber, mas aquelas que não dão recibo, não tem comprovante bancário, essas tem uma contabilidade obscura.
Hoje as igrejas usam o método de depósito em conta, Uma maneira fácil de se acompannhar quanto de depositou ao ,longo dos anos.
Na obra o depósito é doação, e voce sabe o que é feito do seu dizimo?
Ah.. cm certeza aparecerão os formatados dizendo: Não importa dei para Deus. Será?
Deus não precisa de seu dnheiro,quem, precisa são eles, para pagar advogados carissimos para livrar a cara deles de tantos ilicitos, e para os defenderem de tantos processos que intentam contra as pessoas, contra faceboock, google, WordPress, etc…
Será que é isso que Deus quer do seu dinheiro?
Voce não se importa, deveria pensar bem e passar a se importar, basta olhar para o banco do seu lado na igreja.
Aquela irmazinha humilide, com filhos pequenos, as vezes nem tem uma condução própria, mas não perde os cultos, quer faça sol, quer façachuva, carregando seus filhos.
Tem tantas coisas a serem feitas dentro das próprias igrejas, e não é com vaquinhas não!
É com o dizimo que voce dá. É´para isso que ele deve ser utilizado e não para encher a pança desses caras folgados.