O PASTOR APOSTILA ELABORADA PELOS DONOS DA OUBRA

O PASTOR

I Pedro 5: 2,4 – Apascentai o rebanho de Deus… a incorruptível coroa da glória.

Existe um cuidado do presbitério (que, obviamente, é oriundo do cuidado que o Senhor tem tido com o seu povo, com a sua Obra, com as nossas vidas, com o rebanho) para que haja a transmissão da herança e que o ministério esteja integrado, esteja dentro daqueles limites estabelecidos pela Palavra do Senhor.

Quando o Senhor chama o homem, como chamou a todos nós aqui, é uma honra. O chamado é uma honra porque nós não merecemos, mas o Senhor, por sua misericórdia, vai-nos capacitando, dia-a-dia, para o exercício do ministério.

Nós somos chamados pelo Senhor e Ele vai-nos capacitando, vai-nos preparando para que o ministério seja frutífero e abençoado e é por isso que existe esse cuidado de estar dentro daquilo que está estabelecido dentro da Palavra, aquilo que é a experiência acumulada, o ministério que vem aperfeiçoando na sua Obra ao longo dos anos.

Hoje, quando o servo chega ao ministério ele já vem com o risco e o alerta que o Senhor quer-nos fazer para evitar esse risco, que é para que ninguém se ensoberbeça por haver chegado ao ministério.

Os novos precisam absorver a experiência passada, por isso, compete aos mais antigos transmiti-la àqueles que estejam ingressando, para que eles possam se dispor a aprender e absorver as experiências vividas.

O apóstolo Pedro nos dá neste texto que lemos, uma referência de como conduzir o rebanho e estar com ele, conviver com ele.

Todos os pastores precisam observar isso. Os novos têm sido citados aqui exatamente pela falta de uma experiência no ministério, eles caminharam como diáconos, como ungidos, estiveram à frente de um trabalho, mas agora é hora de tratar diretamente com a ovelha e é por isso que essa palavra precisa ser compreendida por nós.

1º aspecto: Todos nós fazemos parte do rebanho de Deus.

Pedro diz o seguinte:

Apascentai o rebanho de Deus que está entre nós, tendo cuidado dele,… – Pedro não diz aqui que o rebanho está abaixo e nem acima do pastor, porque, na verdade, todos nós fazemos parte do rebanho de Deus. Nós não somos os melhores, talvez sejamos os mais necessitados, mas os melhores com certeza nós não somos.

não por força, mas voluntariamente, … – É voluntariamente. Nós não servimos por dinheiro, por salário.

nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; … – A ganância é aquela ambição desmedida que o homem tem de auferir lucros lícitos ou ilícitos.

Nada vai nos levar a isso, muito menos o ministério porque o Senhor pode-nos conceder a bênção independentemente da posição que tivermos; se Ele quiser, Ele nos abençoará, mas nós precisamos entender que não é o ministério que vai-nos enriquecer e o rebanho empobrecer.

Dentro desse aspecto de cuidar do novo é que nós trouxemos essa palavra para o

companheiro que foi levantado com o propósito de ajudar aquele que está começando.

Nós não merecemos o Senhor está-nos honrando e, enquanto formos fiéis a Ele, o Senhor vai-nos honrar, Ele vai operar, Ele vai responder às nossas intercessões.

nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, … – Nós poderíamos resumir essa introdução numa única frase, que é: Nós não somos donos do rebanho, nós somos mordomos, nós estamos com esta responsabilidade para servir, para contribuir, para auxiliar na caminhada do rebanho.

2º aspecto: O exercício do ministério

Nós sabemos da doutrina, dos ensinamentos, dos fundamentos da Obra, das orientações, tudo aquilo que o obreiro vai absorvendo ao longo da caminhada, mas quando ele chega ao ministério, ele precisa saber como se conduzir.

Numa das nossas reuniões, o Senhor deu uma revelação nos lembrando aquilo que está escrito na Palavra, que é: Não remova os limites antigos que fizeram teus pais (Pv. 22:28). Este é um conselho útil para o pastor novo.

Muitas vezes nós chegamos à igreja e encontramos alguma coisa para ser aperfeiçoada, porém, nós não precisamos nos precipitar. O companheiro chega e faz uma tempestade dentro da igreja, ele revoluciona tudo, muda o púlpito de lugar, coloca o grupo de louvor no fundo da igreja, e com isso ele traz um transtorno para a Igreja e aquilo que era pra ser feito não se realiza com o passar do tempo.

Esta palavra precisa ser observada por nós, existem os limites antigos, limites que já foram estabelecidos e que não devem ser removidos.

É claro que aquilo que contraria a doutrina, aquilo que estiver fora do lugar vai ser colocado em ordem porque, às vezes, o Senhor mudou o ministério até para isso mesmo, mas isso pode acontecer sem nenhum transtorno, sem nenhuma dificuldade, sem nenhuma precipitação.

Você chega e vai conhecer a Igreja, vai conhecer a ovelha, saber da necessidade de cada um e depois disso você vai colocar em prática aquilo que o Senhor for orientando aquilo que Ele for determinando.

Conselhos

Nós podemos enumerar alguns itens que auxiliam no ministério, que são:

Saber ouvir – O pastor precisa saber ouvir o rebanho, ouvir a necessidade da ovelha, o seu problema, a sua luta. O companheiro está chegando em uma igreja nova, não conhece ninguém, não sabe de nada e é por isso que precisa saber ouvir, ele precisa ter essa disposição, estar nessa condição de ouvinte e se dar para o rebanho.

Saber falar – Às vezes, antes mesmo de ouvir, de conhecer, o pastor pode emitir uma opinião que não se enquadra à situação daquela ovelha.

Primeiramente ele precisa ouvir, conhecer e depois, na hora de falar, saber como falar, porque nós, como ministério, temos a responsabilidade de não expor ninguém, nem a sua dificuldade e nem a sua intimidade, dentro daqueles aspectos éticos do ministério.

Existem assuntos que não podemos comentar com ninguém, nós vamos orar pela ovelha, colocar o problema diante do Senhor para que Ele dê a solução. Se nós falarmos,

nós estaremos contribuindo para aumentar a dificuldade da pessoa.

Saber discernir – Você ouviu, mas precisa considerar o que ouviu.

A ovelha, ao mesmo tempo que tem as suas necessidade, as suas lutas, as suas aflições, ela tem também as suas manchas.

Trocou o ministério, a ovelha já vem… Não, agora eu vou voltar, eu vou isso, eu vou aquilo… Mudou o pastor, a ovelha já se faz de vítima. Se você der uma palavra precipitada, você pode estar criando uma dificuldade para si mesmo e para a própria pessoa.

Você precisa ouvir e discernir, considerar aquilo que está ouvindo, você precisa avaliar julgar, e até mesmo aguardar um sinal, um dom do Senhor. A pessoa coloca o problema contando a sua versão, e se você diz alguma coisa, ela já usa aquilo como um juízo a seu favor.

O pastor deve chegar e dizer: Meu irmão (minha irmã), nós vamos orar acerca desse assunto e depois nós voltamos a falar sobre isso. Ou então eu digo: Meu irmão, me procure daqui a algum tempo. Fazendo assim, você terá tempo de levar o assunto ao grupo de intercessão e saber o que aconteceu realmente, colher informações de terceiros, apurar a verdade. Você não pode ficar com uma versão apenas porque seria um juízo tendencioso, sem defesa.

Avaliar o momento para aplicar a revelação

O Senhor dá dons, Ele mostra, mas a revelação tem um tempo para que seja implementada, para que seja colocada em prática. É preciso ser paciente, saber o momento certo.

Vamos dizer que você está num culto de ceia, que é uma festa para a Igreja, você está comemorando ali com a Igreja, e tem uma orientação acerca de uma correção para uma ovelha, de uma disciplina, que é preciso dar-lhe uma palavra para um acerto. Definitivamente, aquele culto não é o momento apropriado, não é a melhor hora, todos estão alegres, acabaram de sair de uma festa de dedicação, aí você vai, chama, fala e entristece aquela ovelha.

Você vai aguardar a hora certa, ser cauteloso, ser paciente.

Eu lembro de uma experiência antiga. Eu ainda não era pastor e, durante o culto o Senhor deu uma revelação: Eu quero a minha Igreja no monte. O pastor consultou, era do Senhor. Daqui a um pouco, a mesma pessoa mandou outra revelação: Quero a minha Igreja no monte essa sexta-feira. Era quinta-feira e nem todos estavam na igreja, nem o lugar onde se daria o encontro estava preparado para receber a Igreja. Então nós vemos que o primeiro dom era do Senhor, mas o segundo tinha um “graveto”.

As coisas que vêm de maneira impositiva, querendo, às vezes, até a nos levar a tomarmos uma ação imediata, apressada, devem ser tratadas com cuidado e saber esperar.

Nós precisamos estar atentos a todos os aspectos do exercício do ministério, precisamos viver isso, precisamos julgar e discernir.

Saber colocar em prática – É revelação do Senhor? Se é, tudo certo.

É o momento de colocar em prática? Sim.

Então, agora, cabe-nos saber como transmitir aquela orientação, até mesmo se for para corrigir alguém.

Nós temos que chamar a pessoa em particular (não é expor), ela está passando por uma luta, por uma dificuldade, um desacerto. Você não pode chegar e colocar a situação dela diante de alguém, de um terceiro que não está preparado para ouvir porque aquilo se

espalha no meio do rebanho e a dificuldade que era de uma pessoa somente se espalhou pela Igreja, contagiou todo o rebanho.

Não é apenas esperar o momento, mas também é saber colocar a revelação em prática porque tudo aquilo que falamos e que fazemos está diante do rebanho, tudo é um ensino para o rebanho, por isso o apóstolo Pedro diz:

mas servindo de exemplo ao rebanho. – Se nós formos precipitados, os nossos obreiros e os diáconos serão precipitados, e os pastores que vierem através do nosso ministério vão adquirir a mesma característica porque vão dar seqüência ao que aprenderam e vão agir da mesma maneira.

Nós precisamos entender que um gesto, uma palavra, um comportamento que nós assumirmos, serão vistos por todos no rebanho.

Quantas vezes o garotinho diz: Eu quero um terno igual ao do pastor. E eu sei de crianças que falaram isso referindo-se a outro pastor que não era o seu, tudo porque foi amável com elas.

Mesmo sem sabermos, nós estamos influenciando as pessoas com os nossos atos e palavras e essa influência tem que ser positiva para que as pessoas sejam levadas a uma experiência com o Senhor. Se não for assim, toda a nossa serventia ao Senhor acaba sendo inútil, um desserviço.

Saber colocar em ordem – Além de precisarmos saber o momento apropriado, temos que saber como colocar aquilo em ordem.

É outra coisa difícil porque, às vezes, ou nós erramos o momento ou erramos a forma de transmitir.

Não há demérito nenhum em reconhecermos que erramos, reconhecer que falhamos é um ato nobre, nós não somos infalíveis, nós erramos. Nós reconhecemos os nossos erros e clamamos: Senhor, tem misericórdia de mim.

Assim como o Senhor tem-nos alcançado com a sua infinita misericórdia, nós também temos que ter misericórdia, isso é uma característica da humildade.

O ministério não foi-nos dado para nos exaltarmos, pelo contrário, nós precisamos entender que somos necessitados; podemos até orar pela Igreja, impormos as mãos, mas sabemos que somos necessitados.

O meu defeito, a minha falha, a minha fraqueza, eu conheço, cada um de nós sabe da sua e, por isso, se nós somos falhos, nós temos que entender que os outros falham também.

Nós temos que ser humildes e reconhecer o nosso erro, reconhecer a nossa limitação e reconhecer que a ovelha também erra e que também tem as suas limitações.

Todos erram. Quem pode dizer que é perfeito?

Só o Senhor é perfeito e mesmo assim foi humilde.

Humildade não faz mal ao pastor e nós precisamos estar consciente disso.

3º aspecto – A comunhão

Um varão foi levantado para o ministério e no final do culto já estava dando ordens para os diáconos. Faltou um pouco de humildade.

Por outro lado, vem o aspecto da comunhão, ele diz: Agora eu sou pastor, eu tenho que me virar.

Não existe isso na Obra. A Obra é corpo, mesmo porque não existe nenhuma vergonha em buscar ajuda.

Hoje a Obra tem uma estrutura, no pólo, na área, na região, nós temos um corpo à nossa volta não apenas para nos corrigir, mas também para nos ajudar. Se estamos com

alguma necessidade, por que não recorrermos ao corpo? Às vezes o companheiro começa uma luta, uma dificuldade e vai até ao fundo do poço e fica lá até morrer porque não buscou a ajuda dos companheiros.

A ajuda é em todos os sentidos. O companheiro que foi recentemente levantado, ele tem um assunto a tratar, ele procura o companheiro que era o seu pastor e conversa com ele, pois existe uma comunhão entre eles, ou depois ele procura o coordenador e expõe o assunto.

E por que não? Virou auto-suficiente só porque recebeu uma bênção do Senhor? Nenhum de nós é auto-suficiente, nenhum de nós sabe tudo, há sempre alguém que pode-nos ajudar.

Se estivermos em comunhão com os companheiros, no pólo, na área, na região, nós vamos saber, sempre vai ter alguém para nos ajudar.

4º aspecto – Não insistir

Nós consideramos este aspecto importante. Nós podemos nos tornar maçantes, insistentes.

Nós vemos na Palavra aqueles necessitados que iam carregados até ao Senhor.

Nem todos da Igreja chegarão ao diaconato, ao ministério, seria bom que todos fossem como já dizia Moisés: Oxalá que todo o povo do Senhor fosse profeta (Nm. 11:29). Seria ótimo que todos tivessem dons, que todos fossem sábios, que todos tivessem intimidade com o Senhor, mas existem aqueles que só vão se forem carregados e, às vezes, o Senhor exorta a pessoa: Rapaz, você tem que dar um jeito, você tem que caminhar, e a pessoa não quer.

Eu costumo dizer uma coisa: Eu gosto de trabalhar com quem quer trabalhar. Não adianta você insistir com quem não quer nada, você está perdendo tempo, está aborrecendo a pessoa e não vai ter resultado. Trabalhe com quem quer trabalhar e trabalhe firme, assim você vai conseguir levar a Obra do Senhor a bom termo.

Aqueles que quiserem ficar acomodados, o Espírito Santo vai tratando com eles, não se preocupe.

Nós temos aprendido, nós temos visto ao longo desta caminhada o Senhor tratando com todos, individualmente.

Não precisamos ser insistentes, impertinentes, com as pessoas.

5º aspecto – Imparcialidade

Isso precisa acompanhar a nossa vida.

A Palavra diz:

Dt. 16:19 -… nem tomarás peitas; porquanto a peita cega os olhos dos sábios e perverte as palavras dos justos.

Ec. 7:7 – … e a peita corrompe o coração.

O presente, a peita, pode vir de várias formas, é aquela ovelha que chega para dar uma palavra de elogio, é aquele irmão que chega dizendo: Lembrei muito do senhor… Ah é seu aniversário… está aqui… Nós não precisamos disso, nós temos que estar bem à vontade se precisarmos chamar a pessoa e dar uma palavrinha a ela.

Precisamos ser imparciais. Precisamos nunca nos esquecer daquilo que a Palavra nos ensinou, que é:… e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. (Mt. 7:2)

6º aspecto – Misericórdia

Quantas vezes você chega e dá uma cajadada numa ovelha, depois dá outra, e outra?

Eu vou contar uma experiência. Um companheiro chegou numa igreja e lá estava um jovem que estava prestes para ir para o mundo, já estava numa situação difícil. O pastor sentou com o rapaz, conversou com ele e lhe disse: Olha, agora você pensa naquilo que ouviu e escolhe o que você vai fazer.

Dias depois ele procurou o pastor e lhe disse: Olha, nunca ninguém falou comigo como você falou, nunca tinham-me tratado assim, como gente. Até aqui eu só tenho sido chamado para receber cajadada, você foi o primeiro que sentou e conversou comigo. Eu quero a bênção do Senhor.

E deu resultado, aquele rapaz está firme e hoje ele é instrumentista, toca no Maanaim, está caminhando, está servindo ao Senhor, tudo isso porque ele encontrou alguém que lhe dirigiu uma palavra de misericórdia, uma palavra de esperança.

A cajadada é benéfica quando é dada no tempo certo e da forma certa; às vezes a pessoa está precisando de um curativo, que lhe espremam a ferida e coloquem óleo, precisa provar o vinho, a doçura do Espírito, a comunhão, o refrigério.

Então nós vemos que essa palavra do apóstolo Pedro é muito proveitosa para o exercício do ministério e, principalmente, ela se encaixa no lema que o Senhor tem determinado para este ano, que é: E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória. (I Pe. 5:4)

Se, como pastores, nós vivermos isso aqui, estaremos guardando aquilo que o Senhor tem-nos dado, aquilo que Ele tem-nos confiado, para que nós exercitemos juntos com o rebanho.

Amém.

ENFERMIDADES DO CORPO

Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo”. Judas 1:4

“E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades”. Judas 1:8

“Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas. Ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas”. Judas 1:12-13

“Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse”.Judas 1:16

“Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências”. Judas 1:18

1 –        Introdução

O nosso assunto é enfermidade do corpo. Qual é a diferença entre enfermidade do corpo e síndrome da queda?

A síndrome da queda fala da doença do crente, do servo, é individual.  A enfermidade do corpo fala da doença da Igreja, que é o corpo de Cristo.

A saúde é uma situação de equilíbrio físico e psicológico, quando há uma quebra deste equilíbrio, aparece a enfermidade, porque há uma alteração, há um distúrbio qualquer que compromete o bom funcionamento daquele corpo. A enfermidade incapacita o homem, a pessoa não pode desenvolver o seu trabalho, a sua função, ela afasta o homem dos seus compromissos, daquilo que ele tem que realizar.

A Igreja está realizando uma obra, é um trabalho que está sendo desenvolvido continuamente, é uma construção, mas se ficar enferma, como ela realizará este trabalho?

Se ela conseguir realizar, será com uma certa deficiência, porque uma pessoa doente só consegue realizar o trabalho de forma imperfeita e com grandes limitações. Se a Igreja é um corpo que está doente, então ela não pode realizar a obra do Senhor, satisfatoriamente.

2 –        Predisposição.

Predisposição são aquelas coisas que facilitam a entrada da doença, elas cooperam com a entrada da doença. Exemplo: uma pessoa que fuma muito, ela está predisposta a ter doenças como o câncer do pulmão, do esôfago, da boca, doenças no coração. Uma criança que fica descalça na lama, em lugares contaminados, ela está predisposta a ter uma hepatite, uma doença infecciosa, uma verminose, tudo porque a situação em que ela está facilita a aquisição da doença. Uma criança pouco gripada, mal agasalhada exposta ao vento e frio, fica predisposta a uma pneumonia grave.

Quais são os fatores que predispõem a Igreja à enfermidade?

a)  Ímpios.

O ímpio é aquele que vive impiamente, que vive em situação de pecado.

Você não pode ter isso dentro da Igreja, do corpo. A pessoa é visitante? Não tem problema, a porta está aberta, o sujeito entra e sai a hora que quiser, mas você não pode ter como membro da igreja, como parte do corpo uma pessoa que vive impiamente, você não pode deixar isso dentro da Igreja, você não pode admitir certas situações como membro da igreja.

Você não pode permitir isso porque as pessoas estão chegando vejam o ímpio como exemplo.

Isso é uma igreja doente, a pessoa está levantando para orar, mas vivendo em pecado…

Quando você batiza, a pessoa passa a ser membro da Igreja, e é por isso que nós temos cuidado com o batismo de adolescentes. Todo o mundo gosta, quer ver o filho de quinze anos ser batizado. Com o batismo, ele vai ter a mesma responsabilidade de um adulto. Aí chegou na escola e criou um problema, saiu nos tapas com um colega, agrediu. Quando chegar na igreja, ele vai ser disciplinado igual ao crente adulto porque ele é membro da Igreja, ele já é batizado, não vai ter acordo. Aí os pais entram numa dificuldade.

Nós não vamos pegar um membro da Igreja, participando da ceia, das coisas que são sérias, que fazem parte do corpo, estando nestas condições.

b)  Adormecidos.

Durante a escola dominical você pergunta para a Igreja:

_ Você aí da sexta fileira, fica de pé e me responde uma coisa.

_ Sim, pastor.

_ Nesse mês a evangelização é a favor de quem?

_ Ahammm…Hummm…Hummm…

Eu disse:

_ E você de trás.

_ Quem? Eu?

_ Você sim. A evangelização deste mês é por quem?

_ Humm… Humm.

Os membros não sabiam. Uma igreja com membros desse tipo é uma igreja com dificuldade, ele não sabe nem a revelação que o Senhor tem dado. Adormecidos.

Uma outra pergunta:

_ Esse é o mês da evangelização de quê?

_ Das autoridades.

Quantas autoridades vocês trouxeram?  Quem trouxe?  Quem evangelizou alguma autoridade?

Ninguém levanta a mão. É uma igreja desobediente, é uma igreja adormecida. Ela está vindo de madrugada, está jejuando, está vindo ao meio-dia, mas não está atendendo, não está evangelizando, é uma igreja que não sabe o momento em que nós estamos vivendo, está adormecida, acomodada.

É entendimento, mas se você não coloca isso em ordem, você tem uma igreja acomodada, uma igreja que não está preocupada e assim ela vai atrofiando, porque ela não tem a experiência daquilo que o Senhor está operando.

Quando você coloca a igreja em ordem, o Espírito Santo opera, Ele atua. Uma igreja que não está atendendo as revelação é uma igreja que entra em dificuldade.

Governar bem a igreja está em função de atender as revelações, quanto mais revelações você puser em prática, melhor você governa. Você tem que estar vendo isso na igreja, senão ela adoece, fica igual à Religião, não tem experiências.

Se nós colocarmos em ordem, vai haver operação, é assim que a obra tem que ser realizada.

c)   Insubordinados.

Os insubordinados são aqueles que rejeitam a dominação. Se você tem servos que não aceitam a orientação, então você tem uma igreja doente.

Insubordinados, rejeitam a orientação, e isso cria uma doença na igreja.

Um exemplo são as pessoas que entregam o dom diretamente para a pessoa a quem o dom faz referência. Entrega o dom fora do corpo.

Uma igreja dessa é uma igreja doente porque você pegou uma revelação que não é discernida, você criou um problema para o outro.  O resultado é uma igreja cheia de problemas, uma igreja que não está crendo nos dons.  Você pergunta: Por que você não está crendo nos dons?  E ela diz: Porque aquela revelação não se cumpriu na minha vida, aquela irmã entregou uma visão e não aconteceu nada…  Porque o irmão me disse que o Senhor ia-me dar uma bênção e não deu.

Você tem uma igreja doente porque você tem ali os insubordinados, isso predispõe à doença.

Você trabalha, você clama, você conversa, você orienta.

Hoje nós temos uma atividade, tem um trabalho da Igreja, tudo aquilo que o Senhor quer fazer. A igreja que não está atendendo, que não está colocando as orientações que o Senhor tem dado para a sua Obra em ordem, ela está predisposta a ficar enferma. A igreja que obedece, ela cresce.

d)  Manchas.

Se uma pessoa está sendo usada na igreja, você tem que ver como é que está a vida dela, porque senão você a coloca lá na frente e aí chega o outro e diz: Ihh! É Fulano que está lá… O que é isso?  Vou embora e nunca mais volto aqui porque aquela pessoa está numa situação difícil.

Você não pode expor a Igreja.

e)  Apascentam-se a si mesmos sem temor.

Você não pode ter uma igreja onde as pessoas apascentam a si mesmas, você está pregando e os irmãos estão fazendo o que lhes dá na cabeça.

Eles saem mexendo na igreja, de qualquer jeito, não têm temor, é uma igreja sem temor.

f)    Nuvens sem Agua levadas pelo Vento.

São pessoas facilmente enganadas porque não têm discernimento. Apareceu um sujeito lá, um amalequita, primeira vez que foi na igreja, e uma moça logo se encantou com o camarada, depois chegou para mim e disse:

_ Pastor, será que é o meu companheiro?

_ Você ficou maluca?  Você sabe quem é esse rapaz?  Veio a primeira vez aqui, você conhece a figura?  Sabe se é um assaltante?  Se é viciado?  Você não sabe nada a respeito dele e já saiu pra jantar com ele?  Que negócio é esse?

São pessoas facilmente enganadas porque não consultam ao Senhor.

Você não pode deixar essas coisas no meio da igreja.

g)  Árvores Murchas.

Elas não dão frutos, são pessoas que ficam cronicamente dentro da igreja, não têm uma atuação, não entregam um dom, passa um ano dentro da igreja e não entregam um dom, não entregam uma orientação, não participam de nada na igreja. Você pergunta:

Você não pode ter um crente desse jeito, é um mero espectador, entra, senta, assiste, levanta e vai embora. Ele é murcho, não tem vida, sem fruto.

O fruto serve para a alimentação e também para a continuação da espécie porque a semente vai dar origem a outras árvores.

h)  Ondas Impetuosas do Mar

Elas expõem a sua sujeira interior, são pessoas que não deixam de falar dos seus problemas, das suas dificuldades, daquilo que o Senhor já as libertou e que por isso não tinham mais que falar a respeito delas.

i)     Estrelas Errantes

Elas falam de luz, mas vivem nas trevas, elas falam de Jesus, mas vive completamente na opressão, na dificuldade.

Falam de luz, mas vivem nas trevas.

3 –        Sintomas

a)  Murmuradores.

Os murmuradores são idólatras porque eles murmuram sempre contra a revelação. Eles são um problema na igreja, uma doença.

Ele diz: Tá vendo?  Fulano já é diácono e eu ainda não sou, isso é uma perseguição, já tenho até o sétimo período e nada, eu sou doutor e o outro não sabe nem falar direito.

b)  Queixosos da sua Sorte.

São aquelas pessoas que acham que a igreja é para resolver os seus problemas materiais. O Senhor dá a bênção material, mas ela está ligada à bênção espiritual.

As pessoas não podem ficar vivendo em função disso na igreja. A igreja que começa a fazer estas coisas sem orientação, que começa a dar coisas para estas pessoas sem orientação, ela vai começar a ter problema.

c)   Concupiscentes.

Elas andam segundo as suas concupiscências, ou seja, segundo a carne, participando de coisas que não são do Espírito Santo, seja no falar (porque tem crente na igreja com um tipo de linguagem que não agrada ao Senhor, com certos comentários, piadas, assuntos que não glorificam ao Senhor) e no agir.

Essas coisas têm que sair do meio da igreja.

d)  Arrogantes.

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Eu lembro de alguns exemplos de pessoas arrogantes. Ficam atentas aos erros dos outros e se esquecem da benção. Os erros de português do pregador são maiores do que a revelação.

A igreja tem uma determinação, ela tem um governo, que é aquilo que o Espírito Santo está fazendo.

e)  Escarnecedores.

A Bíblia fala de três juízos no colégio apostólico: a repreensão de Tomé, a dificuldade de Pedro e a atitude de Judas. Para mim a dificuldade de Pedro foi maior do que a de Tomé, mas a atitude de Judas foi a mais grave de todas porque ele expôs a intimidade do colégio apostólico, ou seja, do corpo. Isso é um grande perigo na Obra.

Às vezes você tem essas pessoas dentro da igreja, são pessoas muito difíceis (não digo impossíveis porque eu não sou dono do juízo, isso cabe ao Senhor).  A pessoa sai e começa a criticar aquilo que o Espírito Santo fez. Dificilmente ela volta.

A Obra do Espírito Santo é uma coisa muito séria. Você pode falar mal de todo o mundo, menos da Obra.

Apostila dos diáconos da obra

O DIÁCONO

ATOS 6:1, 4 – Ora, naqueles dias, crescendo o número… este importante negócio.

As palavras gregas diácono e diaconia, têm sentidos diferentes.

A palavra diácono está relacionada a serviço, e a palavra diaconia está ligada a ministério.

No sentido mais simples, a palavra diácono significa servir no pó (prefixo dia = através de). Em outras palavras, é servir na humildade, nas coisas mais simples da Igreja.

A função de diácono foi instituída pelo Espírito Santo no início da Igreja primitiva, era uma função específica, e o Espírito Santo levanta servos fiéis para exercê-la. Por quê?

Porque antes do Pentecostes, a Igreja era composta de cento e vinte pessoas, aproximadamente, mas quando Pedro entrega a primeira mensagem naquele dia, três mil pessoas entram para a Igreja (a Bíblia não diz que todas elas se converteram, que todas aceitaram a Jesus naquele dia).

Dias depois, quando Pedro e João vão ao templo para orar, às três horas da tarde, um coxo que ali estava pediu-lhes uma esmola, e aqueles discípulos são usados pelo Senhor na cura daquele homem.

A multidão fica maravilhada com aquilo e Pedro, por revelação, lança a rede pela segunda vez, ele entrega a segunda mensagem sobre Jesus, dizendo que aquele povo havia consentido na morte de Jesus, exatamente o mesmo Jesus que havia curado aquele homem coxo.

Neste dia, mais cinco mil pessoas entraram para a Igreja.

Então nós vemos que antes do Pentecostes eram cento e vinte pessoas e doze apóstolos, mas de repente e em pouco espaço de tempo, esse número salta de cento e vinte para oito mil. O que aconteceu?

Os apóstolos já não podiam dar a mesma atenção a todos, já não tinham condições de dar aquele atendimento e, por causa disso, começou a haver murmuração dos gregos contra os hebreus porque as viúvas gregas estavam sendo mal assistidas pelo ministério, no tocante às necessidades materiais mais prementes que elas tinham.

Foi nesse contexto que o Espírito Santo revela e institui essa nova função dentro da Igreja, que era a função de serviço, uma função que deveria ser exercida por homens fiéis, chamados diáconos.

A função do diácono consistia em auxiliar o ministério.

E qual seria a função do ministério a partir dali?

Pedro disse: Nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.

Então nós vemos que diácono não é ministério, diácono é serviço, a sua função na Igreja é ajudar o ministério, ele é um complemento do ministério. É como se o ministério tivesse uma equipe e ele fizesse parte dessa equipe.

Por que ele complementa o ministério?

Porque ele exerce, na vida da Igreja, as funções de comando, as funções de orientação, mas sempre na dependência do governo, do ministério, do pastor. Ele tem tudo aquilo que o pastor tem, exceto o governo.

O que ele pode fazer? – Ele pode ouvir sonhos, pode discernir (se não tiver discernimento, ele deve passar para o pastor), pode impor as mãos, pode visitar, pode estar à

frente de grupo de assistência, enfim, todas aquelas funções básicas dentro da Igreja que complementam o ministério.

O que ele não pode fazer? – Não cabe a ele, por exemplo, mudar o horário do culto, mesmo se estiver tomando conta de um trabalho (Olha, pastor, eu mudei o horário do culto, era na segunda-feira e eu mudei pra terça-feira). Ele tem que ser orientado porque isso é função do pastor e não dele, se ele não aceitar, deve ser disciplinado, porque ele não pode passar por cima do pastor, ele é um complemento do governo.

Nós tivemos um caso aqui. Eu chamei o instrumentista e perguntei:

_ Como é que está o trabalho lá.

_ Está bem, mas eu não estou tocando.

_ Por que não?

_ Eu estou disciplinado.

_ Como? Que disciplina é essa? Como foi isso?

_ O irmão que está lá me disse que havia uma revelação para eu ficar seis meses no banco.

Eu chamei o diácono e perguntei:

_ Quem foi que disciplinou Fulano?

_ Fui eu, pastor, o Senhor me deu uma revelação.

Aí eu fui lá na igreja e disse: Olha, o diácono Sicrano errou porque não é função dele disciplinar ninguém, O irmão Fulano vai retornar à sua função, vai voltar a tocar e o diácono Sicrano vai sair daqui da igreja.

Depois ele veio falar comigo:

_ Mas pastor, o senhor acabou comigo aqui na igreja.

_ Você falhou e a sua falha foi pública, portanto, a sua repreensão também é pública, certo? Para que a Obra entenda o que é doutrina e a doutrina é: Você não tem função de governo, você não pode exercer governo, você não pode disciplinar, não pode mudar a ordem das coisas porque isso é função do governo e você é diácono, você é serviço, você é um auxiliar do pastor, do ministério.

É por isso que há todo um trabalho em relação a escolha do diácono.

Como é feita a escolha?

A escolha segue aquilo que a própria Palavra ensina. Nós não podemos escolher o diácono sem que ele esteja de acordo com a Palavra.

E quais são os requisitos bíblicos?

Ser cheio do Espírito Santo – Ele tem que ser cheio do Espírito Santo, ter intimidade com Deus.

Hoje a Obra cresceu tanto que não se admite mais um diácono sem dons espirituais.

O pastor chega e diz:

_ Eu vou levantar um diácono lá.

_ É? E quais os dons que ele tem?

_ Ele tem dom de curar.

_ Só o dom de curar? Esse a Igreja toda deve ter também.

Ele precisa ter dons, ele precisa ser cheio do Espírito Santo, ele precisa ter as evidências do Espírito Santo. Um homem que tem visões, que tem revelações, que é usado, esses servos com dons são servos credenciados ao diaconato, desde que preencha todos os

outros requisitos bíblicos.

Ser cheio de sabedoria – Não basta que ele seja cheio do Espírito Santo, é necessário que ele também tenha sabedoria.

Tivemos um candidato ao diaconato que deixou de ser candidato por causa da sua falta de sabedoria. O pastor estava dando um atendimento a um homem bem gordo e careca e ele estava ali, de repente ele diz assim: Pastor, eu tive uma visão. Eu via uma rosa que nascia na careca do gordo aqui. Esse irmão teve que ser afastado porque lhe faltou ética, respeito, uma série de coisas. Ninguém tinha mais visões nem revelações do que ele, um santo homem, mas não servia para o diaconato porque não tem sabedoria. Não se deve levantar, isso é bíblico. Não adianta ensinar, são obreiros, mas eles não aprendem. Você ensina uma coisa hoje e no outro dia… Olha, pastor, aquele obreiro que o senhor mandou pra cá, ele é estranho. Nós fomos encerrar o jejum (nós aqui não estamos acostumados), todo o mundo se ajoelhou na poltrona da sala e aí ele deu um pulo pra trás, deu um salto mortal, aí botou as pernas pra cima, ficou “plantando bananeira”, todo eufórico com o encerramento do jejum.

Você não pode ter um obreiro sem sabedoria, tem que ter cuidado porque você já sabe que ele não pode ser diácono.

Quando você fala de sabedoria, você está falando de uma série de coisas, inclusive no lidar com as pessoas.

Ser de boa reputação – Você tem que ver o testemunho dele, como ele é como obreiro, como ele serve, as características, como ele atende, a sua confiança na fé através daquilo que ele está realizando.

Quais são os outros requisitos?

I Tm. 3:1,13

Não ser neófito – Neo = novo / fitos = planta

É o novo convertido (planta nova).

Não se deve levantar novo convertido, um irmão que tem seis meses, um ano de Igreja, para o diaconato porque é um perigo. Por quê?

Porque uma das condições para ser diácono é conhecer a doutrina, ser apto para ensinar. Como pode ser isso se ele não conhece a doutrina?

Para ser levantado a diácono, o irmão tem que ter, no mínimo, o 4º período, para conhecer a doutrina básica da Obra e nós não corrermos o risco.

Um pastor levantou um obreiro a diácono que estava nesta condição. O texto para a mensagem falava da cólera do Senhor, mas na hora de ler, ele disse: A coleira do Senhor e pregou em cima disso, toda a mensagem foi sobre a coleira do Senhor: Porque o crente deve andar na coleira do Senhor… Porque o Senhor manda, leva e traz, vai e volta…

Isso só acontece porque não conhece a Bíblia. Não pode porque você expõe a Obra, você expõe a Palavra.

Que governe bem a sua casa – Se você percebe que ele tem uma dificuldade com relação à sua casa, é preciso tomar cuidado. Por quê?

Porque ele, assim como o pastor, ouve os problemas das ovelhas. Uma irmã chama para contar um problema pessoal, particular… a mulher está de cá… se ela tiver uma certa autoridade sobre ele, quando terminar a conversa, ela chama o marido num canto e começa o

interrogatório:

_ O que aquela mulher está querendo com você?

_ Nada não, bem.

_ Como nada não? Vocês ficaram vinte minutos conversando. Qual é o problema dela?

Aí ele, com medo dela, vai e conta o assunto que foi tratado.

Ela sai dali e vai contar para uma irmã da Igreja e, daqui a pouco, todo o mundo está sabendo do problema daquela irmã. Tudo por causa do diácono.

Esse diácono não manda em casa, ele não está governando bem a sua vida.

Se acontecer uma coisa dessa com você que é diácono, se a sua mulher quiser saber qual o problema de alguém que conversou com você, qual deverá ser a sua atitude?

Você vai chegar pra ela e dizer, mansamente, educadamente, o seguinte: Querida, isso não é da sua conta. Só o servo que está cheio do Espírito Santo dá essa resposta, se ele estiver na carne, não dá não. Assunto que você ouve de irmão na igreja, você não pode levar pra casa, não leve para a sua esposa. O servo que faz isso não está preparado para ser diácono. Por quê?

Porque ele tem que guardar segredo, o irmão confiou a ele um segredo da sua vida.

Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si uma boa posição, e muita confiança na fé que há

Isso é muito importante dentro desse contexto todo.

FUNÇÃO

A principal função do diácono é zelar pela doutrina.

É necessário que ele conheça a doutrina, ele tem que conhecer as doutrinas básicas da Obra, ele tem que saber acerca do clamor pelo sangue de Jesus porque através do conhecimento dessa doutrina, é através do clamor pelo sangue de Jesus que nós entramos na Palavra.

Quando você entra na Palavra através do clamor pelo sangue de Jesus você vai descobrir o segredo porque ele é a chave que abre o segredo da Palavra, ele é a chave para você entrar nesse projeto de Deus.

O diácono precisa conhecer profundamente essa doutrina, que é o clamor pelo sangue de Jesus, para que sejam tiradas todas as dúvidas daqueles que estão chegando, daqueles que são tentados a serem levados pelo engano.

O diácono tem que saber também a respeito da Palavra revelada, a respeito da consulta à Palavra, que é, na verdade, aquilo que movimenta a Igreja. Por quê?

Porque o novo convertido vem e aprende duas coisas fundamentais, que são: o clamor pelo sangue de Jesus e a consulta à Palavra.

Aquele que vem, ele coloca essa doutrina, o clamor pelo sangue de Jesus, rapidamente quê?

Porque ele chega em casa, a opressão vem em cima dele, ele clama pelo sangue de Jesus e o Senhor opera naquela hora. Ele entrou no seu local de trabalho, veio a opressão, ele clama e tem o livramento. Ele vai-se defendendo das opressões que estão vindo porque ele começa a clamar pelo sangue de Jesus e começa a ter experiências com o Senhor.

Depois ele começa a ter experiência com a Palavra. Por quê?

Porque ele não tem dons, não tem visão, não tem revelação. Ele abre a Palavra e Deus começa a falar com ele através dela, de tal forma que ele até se assusta.

O que firma o novo convertido no começo da caminhada é isso, é ter experiência com o clamor pelo sangue de Jesus e com a consulta à Palavra, porque ele vai-se desviando de todas as dificuldades que surgem, ele clama e Deus fala com ele.

Lembro de uma nova convertida que aprendeu e entendeu o clamor pelo sangue de Jesus e a consulta à Palavra. Nunca vi nada igual, de como o Senhor falava com ela pela Palavra.

Um dia, quando ela chegou em casa, o marido estava em “pé de guerra” , teve uma briga terrível com ela e disse que ia-se separar dela.

Ela clamou pelo sangue de Jesus e abriu a Palavra e o Senhor lhe disse: Não acontecerá. Ela glorificou ao Senhor.

No dia seguinte ela o viu com uma moça e foi saber do Senhor: Mas o Senhor me disse que ele não vai-se separar de mim. Já pensou se ele arruma um outro filho lá? Como eu e o meu filho vamos ficar?

Ela abriu a Palavra e o Senhor disse: Se gerar, certamente abortará.

Passaram dois meses e a situação não melhorava e ela perguntou ao Senhor: Até quando, Senhor, isso vai perdurar?

E o Senhor lhe disse: Isso vai durar mais um tempo.

Ela foi-se firmando porque Deus falava com ela tão diretamente, Pastor, como Deus fala comigo! Deus fala mesmo!

O diácono tem que saber levar o novo convertido a essas duas doutrinas básicas da Obra, que são o clamor pelo sangue de Jesus e a consulta à Palavra. Por quê?

Porque, a partir daí, abre-se um leque, o novo convertido clama pelo sangue de Jesus, depois consulta a Palavra, e aí os dons começam a entrar na vida dele, de repente é uma visão, e ele está lendo, orando, abrindo a Palavra, e o Senhor falando com ele através da Palavra, daqui a pouco, uma revelação, depois outra, daqui a pouco está falando em línguas. É a abertura, e a doutrina começa a fluir na vida dele, ele começa a ter experiências com a doutrina.

É por isso que é importante que o diácono conheça, pelo menos, a doutrina básica para conduzir o novo convertido a ter essas primeiras experiências com o Senhor.

A partir daí, ele vai mostrar o que é corpo, que o dom não é isolado, que o dom é no corpo, que o dom é incompleto. Ele vai introduzindo, vai preparando, vai apresentando as demais doutrinas da Obra, o culto profético, as experiências do culto profético. É uma seqüência, e o diácono é importante para dar esse seguimento na vida do novo convertido,

O diácono tem que zelar pela doutrina.

Quando você vir no grupo um que está com a cabeça virada, nunca deixe que ele levante os assuntos porque a opressão dele é exatamente esta, levantar as questões no meio de todo o mundo. Quando ele vier com aquela história de: Olha, eu tenho uma dúvida… tem algumas perguntas que eu preciso saber… Você diz logo: Olha, irmão, depois da nossa reunião do grupo de assistência aqui, eu converso com você, em particular e vamos falar sobre isso.

Os problemas sempre são isolados, não podemos jogar o problema de um em cima dos demais.

A participação do diácono no culto

A participação do diácono no culto é fundamental porque, enquanto o pastor está

preocupado com o culto em si, como ele vai ser conduzido, ele está vendo aquilo que é necessário.

Culto de casamento – Ele vai reservar os primeiros bancos para os parentes dos noivos, vai orientar os fotógrafos e os cinegrafistas (filmadores) para que a ordem seja mantida.

Eu fui fazer um casamento numa igreja em que os diáconos ficaram parados. Me deixaram “na onça”, na dificuldade. A noiva tinha combinado tudo com o fotógrafo e foi um desastre.

Eu comecei o casamento. Já no louvor, o fotógrafo rodava, aí ela virava, fazia “psiu” e ele batia a foto. Enquanto isso eu estou lá fazendo o culto. Aquilo já estava me aborrecendo. Depois ele foi para trás de mim, ficou no púlpito comigo, e ela “psiu” e ele lascava o flash. Aquilo foi me aborrecendo, a mulher fez um show à parte. Aí eu parei e disse: Tem um negócio errado aqui. O culto é para os noivos. Vai parar com esse negócio de fotografar agora, a noiva vai prestar atenção no culto, na mensagem porque senão vai ficar difícil.

Culto de sepultamento – É um culto já com aquela dificuldade natural. O pastor orienta sobre a colocação dos bancos em diagonal, a saída, fechar a urna quando começar o culto para não dar azo aos curiosos. Terminou o culto, os varões já levam, saem naquela ordem que nós já sabemos.

Isso é trabalho de diácono, ele segue as orientações do pastor que está à frente.

Culto de formatura – O diácono vai orientando os visitantes, os convidados dos formandos.

Culto normal – Evitar aquela interrupção do culto, o diácono andando toda a hora pelo corredor, arranjando lugar, chamando daqui e de lá, isso atrapalha.

É importante zelar pela ordem do culto.

QUANTO AO ASPECTO ÉTICO

Quem fala mal de diácono é pastor.

Eu fico impressionado porque há uns tempos atrás, eu estava com um diácono lá na igreja. O presbitério foi lá e esse irmão foi levantado para o ministério. Terminado o culto, toda a Igreja foi abraçá-lo, aquelas coisas. Aí ele virou-se para os diáconos e disse assim: Olhem, vocês sempre deram problemas. Tratem de arrumar as coisas lá dentro.

Ele era diácono meia hora antes e agora já estava brigando com os diáconos. Eu olhei para a cara dele… os pobrezinhos dos diáconos … são perseguidos até por aquele que passa a pastor, como se ele nunca… E eu posso falar porque nunca fui diácono, eu não tive este privilégio. Alguns dizem que é por isso que eu implico com eles.

Quando o diácono falta na igreja, o pastor pula, Olha, eu estou sem diácono lá. Tratem de me arranjar uns diáconos bons. O pólo de vocês está cheio de diáconos e eu lá não tenho nenhum.

Todo o mundo fala mal do diácono, mas todo o mundo quer o diácono, então é porque não é tão ruim assim, na verdade, eles são uma bênção, são uma necessidade.

Tinha um diácono muito humilde lá na igreja. Um dia eu fui atender uma senhora e perguntei:

_ Tudo bem com a senhora?

_ Tudo bem.

_ Está esperando para orarem por você?

_ É, eu estou esperando sim.

_ Está esperando quem?

_ Estou esperando Fulano (e apontou para aquele diácono).

Tem aquele pessoal que gosta mesmo do diácono e isso é bom.

No tratamento ao visitante – Como você aborda o visitante? O diácono tem que saber isso. No caso de um senhor, uma senhora, o tratamento deve ser cerimonioso, você não vai chegar para uma senhora e tratá-la com intimidade, você não vai dizer: Como é que você está?

Às vezes é uma autoridade, um juiz de direito, uma outra coisa qualquer, chame-o de doutor, essa turma aí fora gosta disso, dessa deferência toda, crente é que não gosta, mas eles gostam.

No tratamento à criança – Como é que você entrega um dom a uma criança? Precisa ter cuidado, tem que saber lidar com ela, não pode ser de qualquer maneira, tem que usar de inteligência. Você não pode entregar um dom a um adulto perto de uma criança, porque pode ser algo complicado.

No tratamento ao idoso – Você orou pelo idoso e aí começa: Pois é, irmão, oitenta e cinco anos, não é? A Bíblia diz que depois dos setenta é só canseira e enfado, mas o Senhor está sempre de braços abertos para nos receber… Ele começa a armar um cenário de morte, uma expectativa de morte para o pobrezinho, o homem sai dali pensando que está prestes a morrer.

Estas coisas não são sábias. O que você vai conversar com o idoso?

Você vai conversar com ele, alegre… Mas senhor está muito bem, vamos orar aqui… Se ele tiver noventa anos, você diz: Eu quero ir ao seu centésimo aniversário…

São pessoas que têm algum tipo de carência.

No tratamento às autoridades – Você tem que ter cuidado com a pessoa pública, não pode colocá-la num lugar de evidência, você não pode expor, colocá-lo de frente para a porta, até mesmo por medida de segurança, tem que ser num lugar mais protegido. Chegou o governador, leva para um canto mais protegido.

Nós não tratamos mal ao político. É claro que você não vai botar o político lá na frente para falar, Olha, estamos recebendo a visita do deputado Fulano de Tal. Deputado, faz favor, venha entregar uma palavra… Nós não fazemos isso. Se quiser, você pode fazer uma menção apenas.

Às vezes, em época de eleição, chega lá na igreja, aí o diácono vai logo “barrando”: Você veio fazer campanha política aqui é? Nós não nos metemos com política não. Por favor, retire-se daqui pra fora.

Não precisa ser mal educado. Se ele disser: Olha, eu poderia entregar o meu papelzinho aqui? O que você vai dizer? O senhor pode ficar à vontade, mas aqui do portão para fora. O senhor pode distribuir para os membros da Igreja sem dificuldade alguma, não tem problema. Não pode fazer isso aqui dentro porque nós temos uma orientação nesse sentido, é um lugar de culto, as pessoas estão mais envolvidas com o culto. Aí na calçada não tem problema nenhum.

Não vamos tomar nenhuma posição, mas também não vamos tratá-los mal.

Na visita aos lares – O diácono que visitar uma irmã quando ela estiver sozinha em casa, ele deve ser repreendido. Ele foi lá e o marido dela estava trabalhando e os filhos estavam na escola; volta da porta mesmo. Ele fez a visita a primeira vez, foi avisado para não fazer mais aquilo, se repetir a visita na casa daquela irmã, nas mesmas condições, ele deve ser afastado sem consultar ao Senhor porque já é uma orientação, isso é questão de ética. Ele foi a primeira vez, você chamou a atenção, ele repetiu, foi desobediente, pode e deve afastá-lo.

Nos lares incompletos – Tem que ter muito cuidado em se tratando de lares incompletos, tem que haver sabedoria com relação a dons e tudo o mais, precisa ver isso.

Horários impróprios – Você vai fazer uma visita à casa de uma irmã na hora que o marido dela está vendo o futebol. Você fica ali trinta minutos, ele não vai prestar atenção, vai ficar oprimido, com raiva porque perdeu o jogo.

Hora de almoço, ou de janta, ou onze horas da noite. Tem que ser conforme a disponibilidade da pessoa a ser visitada, Irmã, qual é o melhor horário para fazermos uma visita à senhora? Fale com o seu marido, veja se não é na hora do descanso dele.

Tem que ver isso.

Intimidades – Tem que evitar certas intimidades, certas coisas que trazem problemas.

QUANTO AO ASPECTO ESPIRITUAL

Guardando o ministério da fé – O diácono leva as experiências porque o seu trabalho na vida da Igreja é com as experiências de fé, experiências maravilhosas, de sinais, de curas, de libertações, de revelações.

Eu tinha um diácono à frente de um grupo de assistência, era o grupo que mais crescia, chegou a ter noventa e oito pessoas. Ele não dizia pra ninguém, É, tem muita gente, mas eu não contei.

Um dia a minha filha me disse assim:

_ Estou impressionada com Fulano.

_ Por quê?

_ Porque eu queria ir ao morro de Juburuna com mais duas colegas para orarmos, mas não tinha ninguém para nos acompanhar. Conversei com ele, era o dia do aniversário da irmã dele e ele deixou de ir ver a irmã e foi conosco no morro.

Deixou de ir ao aniversário da irmã. Eu não faço isso não. Ele fez espontaneamente e por isso o carinho que elas dedicam a ele agora é muito grande, se ele lhes chamar a atenção, elas vão ouvir, porque o gesto dele foi um gesto de fé, de abnegação. Isso é muito importante na vida do diácono, você conta com ele a qualquer hora do dia ou da noite. Ele chama a atenção e a pessoa ouve porque sabe que ele zela, é o ministério da fé.

Não de língua dobre – Diz uma coisa ali e outra aqui. Isso não pode acontecer.

Provado – Ele é provado e aprovado.

Irrepreensíveis – Ele tem que ter uma conduta irrepreensível.

QUANTO AO ASPECTO MATERIAL

Não cobiçosos

Honestos

Tendo bom testemunho dos que estão de fora

Hospitaleiro

Não espancador – Nós colocamos isso aqui para contarmos um fato interessante que aconteceu com um obreiro. Ele estava pregando no culto e o filho dele, um garotinho de quatro, cinco anos, começou a fazer bagunça. Aí ele parou e disse assim (se dirigindo à esposa dele): Eu pediria à irmã, à mãe da criança, que tratasse do caso. E continuou pregando. A mãe… na maior comunhão… o bichinho… Lá pelas tantas, ele desceu do púlpito, passou a mão no bichinho, botou embaixo do braço e começou a bater no filho enquanto ia pregando, ele não parou a pregação, ia batendo e ia pregando: Irmãos, porque a Obra… TAP! TAP!… e o bichinho… Ai! Ai! Ai!… Deus tem-nos falado… TAP! TAP!… de várias maneiras… porque a operação do Espírito Santo… O bichinho quase morreu.

Ele pregou cinco minutos enchendo o menino de tapa. O bichinho saiu tonto.

Tem certas situações, as vezes o obreiro tem uma filha que já está uma mocinha, precisa ter cuidado.

Dias atrás uma irmã conversou com um pastor, ela disse que a filha de dezesseis anos falou uma coisa e o pai, um obreiro, deu um tapa no rosto da moça. (Se bem que ela não tem mesmo nada na cabeça, não tem Obra, não tem nada… apesar de que tem gente que tem dons, mas não tem Obra e aí cria uma dificuldade).

Não contencioso – Tem gente que contenda com tudo.

Não avarento – Aqui também tem muita coisa.

Amém.

Apostila do culto profético, ensinando o processo

CULTO PROFÉTICO

Romanos 12:1 – Rogo-vos pois, irmãos… vosso culto racional.

Nosso assunto é culto profético. Nós vamos fazer uma avaliação do culto profético acrescentando alguma coisa, como sempre fazemos. Acho que podemos começar por aqueles quadrinhos que mostram aquelas fases que nos orientam no culto profético.

1) A BUSCA

A Igreja busca ao Senhor em favor do culto.

Para nós aqui, pastores, ungidos, diáconos e obreiros, nós temos que atentar para que consigamos, através dos grupos, levar o maior número possível de pessoas a buscar e entender a necessidade de buscar a face do Senhor para a realização do culto. Por quê?

Porque o culto é alimentado pelos dons espirituais e são os dons espirituais que trazem os recursos para a nossa vida, já tem uma grande parte que entendeu isso e essa parte busca mesmo ao Senhor porque sabe que aquilo vai trazer benefício para o culto, para que ele não fique dependendo de uma pessoa, mas que o corpo traga as informações para que haja um culto na presença do Senhor.

Nós devemos envolver nesta busca o maior número possível de pessoas até que toda a igreja esteja participando do culto profético, buscando, para trazer os dons.

2) A REUNIÃO

Esta reunião que nós fazemos antes do culto é muito importante para nós. A grande benção é quando nós entramos para esta reunião apoiados por este período de busca, é quando nós chegamos aqui e tem dons, tem revelações maduras em relação ao culto. E vou dizer até para aqueles irmãos que não têm vivido isto, muitas igrejas estão vivendo mesmo o culto profético. Você entra numa reunião, tem um sonho completo dizendo a mensagem, mostrando os detalhes, o louvor que deve ser cantado, uma maravilha.

Nós precisamos entrar nesta festa que o Senhor está-nos proporcionando.

É aqui que se decide quem vai dirigir o louvor, é aqui que se decide quais os louvores que vão ser cantados.

Como é que nós escolhemos os louvores?

É em função das revelações. Vem uma revelação que vai entrar uma pessoa altamente necessitada, precisando de uma benção do Senhor. Você pede um louvor de acordo com aquela revelação porque, no momento em que a igreja cantar o louvor que fala daquela necessidade, o Senhor já vai começar a operar em favor daquela pessoa.

Para cada dom corresponde um louvor.

Vamos dizer que você extraiu quatro louvores dos dons espirituais. Faltaram dois. Você vai escolher esse dois dentro do mesmo contexto, certo?

Buscando a profundidade nos dons.

Quando a pessoa traz um dom assim: O Senhor revelou para cantar o louvor número 5. Essa é uma revelação que deixou a desejar.

Os irmãos, os componentes do grupo precisam ser orientados para buscarem ao Senhor com mais profundidade para terem informação mais completa, por exemplo: O Senhor revelou para que fosse cantado o louvor número 5 porque vai entrar uma pessoa nessa condição assim e assim e o Senhor vai falar ao seu coração quando esse louvor for cantado.

Tem acontecido isso nas nossas igrejas com bastante freqüência, os louvores vêm acompanhados da revelação sobre aquilo que o Senhor vai operar através daquele louvor especificamente. Não fica apenas a revelação que é para cantar determinado louvor, mas vem também o porquê cantar aquele determinado louvor, não fica assim, no ar, é preciso que seja uma revelação completa.

Quando o Senhor dá uma revelação em relação ao louvor, o próprio dirigente do louvor pode anunciar a revelação: O Senhor revelou que ia entrar uma pessoa assim, assim e que quando nós cantássemos o louvor tal, haveria uma benção.

Como é que nós escolhemos a mensagem?

Precisamos observar o seguinte:

I) Está havendo uma pequena dificuldade. Às vezes o Senhor dá cinco dons para o culto profético e tem acontecido muito do pregador escolher um dom e pregar sobre ele, mas não é isso que o Senhor tem-nos orientado.

Qual é a orientação do Senhor?

O Senhor concedeu um dom. Você tem uma informação.

O Senhor concedeu outro dom. Você agora tem duas informações.

O Senhor concedeu outro dom. Você agora tem três informações.

Qual o procedimento?

Você tem que juntar estas três informações (todas que houver) e conhecer o que o Senhor quer falar realmente. Por que isso?

Porque cada dom concedido aproxima mais a Igreja da vontade do Senhor.

Vamos dar um exemplo simples: O Senhor revelou para falar sobre a mulher samaritana. É uma informação, já temos uma informação para o culto, pode ser que o Senhor queira alguma coisa ali dentro que nós não entendemos ainda.

Vem outra revelação: O Senhor revelou para falar sobre adoração.

Juntando essas duas informações, onde vamos chegar?

Nós vamos chegar naquele texto de João 4:20, quando a mulher samaritana pergunta ao Senhor Jesus onde ela deveria adorar, qual era o local de adoração. Você foi em cima daquilo que era a vontade do Senhor para aquele culto.

II) Não é necessário que você pregue no texto que foi trazido por revelação porque o texto é uma informação que levará você ao lugar que o Senhor quer levar. Você teve uma revelação, você teve um entendimento. Teve duas revelações; essa segunda revelação já jogou você para um ângulo que você não tinha pensado. Se vier a terceira, ela vai aproximar você ainda mais do objetivo de Deus para aquele momento. Quanto mais revelações, mais próximos nós vamos ficar da vontade do Senhor para aquele dia.

É preciso compreendermos bem isso porque tem muitos companheiros que estão tomando um dom do culto profético e baseando a mensagem sobre esse dom, sem discernir os demais. É preciso discernir tudo.

3) O CULTO

Os irmãos aqui já sabem que o culto profético não visa somente abençoar o visitante, ele visa abençoar a Igreja e o visitante. O visitante é uma conseqüência do culto. Por quê?

Porque no culto está sempre a vontade de salvação da parte do Senhor.

O Senhor usa os dons, primeiramente, para abençoar a Igreja e depois usa a Igreja para a salvação do visitante.

4) A ASSISTÊNCIA

Os irmãos vejam que essa assistência deve ter uma qualidade muito boa porque todo o nosso trabalho, ou seja, a busca ( que às vezes leva vinte e quatro horas), a reunião e o culto, tudo isso vem numa direção para culminar num objetivo final, que é a salvação de vidas.

Essa assistência aqui tem que ser muito bem cuidada, tem que haver uma dedicação muito grande sobre a assistência. E, levando em conta que você assistiu hoje, vieram as revelações, tudo caminhando para o final.

Você deu assistência a uma pessoa que entrou na igreja e ela recebeu uma benção maravilhosa.

E agora? Como vai ser isso nos dias seguintes? O que vai acontecer com essa pessoa nos próximos dias, já que no dia seguinte começa, novamente, a busca, o culto? Isso já vai alcançar uma outra pessoa. E a de ontem? O que está acontecendo com a que veio ontem? Porque, se você não cuidar da que veio ontem, você interrompe o processo de salvação, ela não vai ter continuidade e o Senhor Jesus disse: Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça. ( Jo.15:16 )

Se o fruto não permanecer, você vai ficar com um rodízio dentro da igreja, gente que entra e sai, não fica. Você fica cumprindo aquela norma do culto profético sem ter o fruto na mão.

É preciso ter um cuidado muito grande quanto à assistência.

Como a Igreja deve comportar-se no culto profético com relação à assistência?

É aquela coisa mais simples que todo o mundo sabe e que só é difícil de fazer.

Entrou um visitante na casa do Senhor. O que deve ser feito?

I) Um irmão assenta-se do lado do visitante (se já não estiver do lado). De preferência, sempre que possível (não é uma regra), se for uma senhora visitante, é melhor que seja uma senhora a sentar-se ao lado dela. Se for um jovem, um outro jovem que dê assistência a ele.

II) Quando for pedido o primeiro louvor, o irmão vai oferecer a sua coletânea ao visitante para acompanhar (com ele) o louvor. Lembramos que não tem coletânea para visitante. Cada irmão deve levar a sua, assim como faz com a Bíblia. Quem estiver usando essa prática ainda, recolha e venda para os irmãos, recomendando que cada um traga a sua coletânea.

Além da evangelização, isso serve também para nos preservar. A coletânea é algo pessoal. Não há interesse em que a coletânea vá parar em outras mãos. Tivemos casos de pessoas de outras denominações que vinham às nossas igrejas, aos cultos, e levavam a nossa coletânea para casa. Daqui a um pouco, aquele hino estava sendo cantado em lugar impróprio, criando até uma dificuldade para nós. Cada um deve ter a sua coletânea.

Ofereceu a coletânea, na sua mão, assim como se oferece a Bíblia, cantou junto.

Vem o segundo hino. O mesmo procedimento, você abriu, ofereceu; você já está evangelizando.

Vem a palavra. A mesma coisa. Abriu a Bíblia, leram juntos.

III) No final, você aborda.

O que pode acontecer nesta fase do atendimento?

1 – O irmão é capaz de concluir a assistência.

Neste momento da abordagem pode acontecer que o irmão que está ao lado do visitante tenha condição de assistir. Neste caso ele assiste logo. Isso é bom porque o culto profético visa aperfeiçoar a vida de todos. Os irmãos precisam já serem adestrados para saberem assistir.

Então, assentou-se do lado, acompanhou, ofereceu a coletânea, ofereceu a Bíblia, acabou o culto, abordou, tem condição para assistir, ele mesmo assiste. O obreiro não vai lá.

O obreiro viu que o irmão está cuidando, deixa ele cuidar porque o nosso objetivo é esse, ou seja, aperfeiçoar a vida de todos. O obreiro, então, vai dar assistência onde é necessário.

Quando ele acabar de assistir, ele levanta a mão só para o obreiro ir lá orar.

2 – O irmão não é capaz de concluir a assistência.

Sentou o irmão, ofereceu a coletânea, ofereceu a Bíblia, abordou, mas não se achou em condição de concluir, de assistir. O que ele faz?

Ele levanta a mão e o obreiro vai lá.

3 – Ninguém levantou a mão.

Se ninguém levantou a mão, o obreiro vai lá.

Qual é a vantagem do irmão da igreja assistir?

A vantagem é que quando a pessoa voltar a segunda vez, ele mesmo vai dar continuidade à assistência, aquele visitante vai continuar sendo tratado porque o irmão que deu essa primeira assistência, ele não vai mais se preocupar em dar assistência a outro visitante nenhum, ele só vai cuidar daquele que o Senhor entregou nas mãos dele e vai com ele até ao fim. Por quê?

Porque se não fizer assim, nós vamos perder este trabalho todo que o Senhor mandou fazer, ou seja, nós buscamos, clamamos, fomos para a reunião, discernimos, houve governo dos dons, aplicação no culto, uma benção, o Senhor falou, então, aquilo tudo.

A pessoa veio. O Senhor converteu a pessoa. Você recebeu uma benção.

No dia seguinte ela volta. Você abandonou? Perdeu tudo.

É muito importante a continuidade porque a pessoa que o Senhor nos colocou nas mãos, ela vai ter uma continuidade no processo de salvação, a salvação é um processo, ela precisa de um acompanhamento.

O irmão que assistiu na primeira vez, ele vai deixar tudo e continuar a dar assistência àquela pessoa.

Até quando?

Quando ele entender, pode ser até com uma semana.

Ele entendeu que a pessoa se converteu, recebeu a Deus, quer a Obra. O que ele faz?

Ele leva para o grupo dele. Pronto, passou a pertencer ao grupo dele. Ali a assistência é natural e contínua.

Cobrindo as falhas da rede.

Vamos ver aquela hipótese que acontece em 90% dos casos. Ninguém fez isso que eu disse, ou seja, ninguém sentou do lado, ninguém ofereceu a coletânea, ninguém ofereceu a Bíblia, ninguém levantou a mão.

(Estamos dando esta palavra para que nós coloquemos em prática este trabalho por parte da Igreja).

Vamos dizer que falhou tudo. O que fazer?

Os obreiros que estão à frente, que conhecem os visitantes, eles não vão ficar aqui esperando que levantem a mão, eles já saem direto, não esperam nada, já vão direto no visitante, vão atender logo de uma vez porque nós não podemos perder a oportunidade que o Senhor deu em nossas mãos.

O s irmãos sabem como é o visitante; necessitado, necessitado, mas cheio de problemas. Ele quer ficar, mas sai. Ele quer ficar no templo, você convidou para que ele ficasse, ele quer ficar, mas aquela inquietação, aquela dificuldade, o adversário… vai embora. Perdemos a pessoa. Às vezes é uma pessoa para quem o Senhor falou… Por isso não pode perder tempo.

Nós até tomamos a precaução de deixar sempre uns dois lá atrás para cobrir essa falha.

Vamos ressalvar bem isto. Nós não devemos forçar ninguém a nada. Nossa evangelização é uma evangelização natural, sem agressão, sem insistência, é para aquele que quer. Às vezes a pessoa quer, mas vai saindo, ela não sentiu-se bem, não se ambientou, então ela vai saindo, por isso existe a necessidade de ter um obreiro ali.

Ele vai dizer: Boa noite. É a primeira vez que você está vindo aqui? Entendeu a palavra? Quer uma oração? Aquela pessoa que ia saindo, fica. Ela foi à casa do Senhor porque teve uma necessidade.

O correto é que a Igreja tome a providência e comece a assistir. Se isso não acontecer, os obreiros vão assistir.

Cabe ao obreiro dar continuidade a uma assistência personalizada?

O obreiro vai assistir duas, três, quatro pessoas num dia. Qual é o procedimento com relação a dar continuidade à assistência a estas pessoas?

Ele foi lá, deu assistência, orou. Em seguida ele vai chamar um irmão do grupo dele e dizer: Fulano, este aqui é o senhor Fulano de Tal, é a primeira vez que ele vem e daqui por diante, sempre que ele vier aqui, você vai acompanhá-lo.

Pronto, você garantiu a assistência àquele visitante. Sempre tomando o cuidado de chamar uma senhora para acompanhar outra senhora, um jovem para acompanhar outro jovem e assim por diante.

Um pastor teve um sonho onde o Senhor mostrava uma grande necessidade nesta continuidade da assistência, a assistência que é dada nos dias subseqüentes. O Senhor disse que nós devíamo-nos preparar para assistirmos melhor, inclusive para tratarmos determinados grupos que são difíceis de assistir. Tem pessoas que estão em certos movimentos tradicionais, movimentos que até usam dons na carne e que pensam que têm dons. Ou então é uma pessoa ligada com coisas do adversário e o Senhor disse que nós temos que estar preparados para assistirmos essas pessoas também, vamos ter uma palavra para eles também.

OS GRUPOS

Vamos supor que hoje é o último dia que a casa do Senhor está sob a responsabilidade do grupo A. Foi a igreja toda, mas o grupo A estava à frente no culto profético. Acabou o culto, foram tomadas todas aquelas providências quanto à assistência. Qual o procedimento?

O irmão responsável pelo grupo B, o grupo que vai assumir no dia seguinte, ele vai reunir, ao término desse culto, o seu grupo, para definir a linha de atuação dos seus componentes, para fazer aquela lembrança aos irmãos mais esquecidos, aqueles que se esquecem do grupo a que pertencem, esquecem da reunião do dia seguinte, esquecem das orientações do Senhor.

Ele reúne o pessoal, faz uma reunião rápida de cinco minutos: Irmãos, amanhã é o nosso grupo. Nós vamos ter a benção de estarmos à frente da casa do Senhor. Quero saber quais são os irmãos que estarão na madrugada, quem vai dirigir o culto ao meio-dia (já deixa escalado)e, à noite, nós vamos chegar mais cedo porque nós estamos aqui por conta da casa do Senhor.

Então, você deu uma arrumada, você deu uma orientação para o seu grupo. É importante essa orientação.

Basicamente, este é o nosso roteiro do culto profético, botando mais atenção, agora, na assistência.

ASSUNTO : O CULTO

Nós tivemos uma reunião em Jaburuna onde foi abordado, por revelação, o assunto CULTO.

É necessário que o culto tenha o maior teor profético possível e para isso é preciso que toda a igreja esteja integrada. Por quê?

No fim do ano, um pastor bem conhecido da Tradição, formado em Teologia, foi a um culto numa das nossas igrejas e ele gostou demais da mensagem. Chamou uma pessoa da igreja e disse: Essa igreja sabe dirigir um culto ao Senhor. Ele conhece muita coisa e falou isso.

Como dirigir um culto a Deus de maneira que Ele se agrade?

O culto precisa ter um conteúdo profético, ter um teor profético, profundo. E de onde vem isso?

Isso vem através dos dons, de um povo, na comunhão, de um povo que sabe buscar ao Senhor e para isso nós temos que envolver os responsáveis dos grupos e a igreja.

O que é necessário para que o culto seja maravilhoso?

1) Santidade.

Sem santidade não tem culto.

A pessoa brigou com o filho, brigou em casa. Chega de noite, profetiza. Esse culto não vai agradar ao Senhor. Isso não pode acontecer na igreja.

Durante o dia você assistiu a umas certas coisas inconvenientes. Chega de noite, vai pregar. Isso não vai agradar ao Senhor.

A santidade é um fator importante, imprescindível.

2) Gratidão.

Quem chega ao Senhor, chega com gratidão, como aquele samaritano que foi curado da lepra com mais nove leprosos, ele foi o único que voltou para agradecer ao Senhor, o seu coração estava cheio de gratidão ao Senhor.

Quando existem estes dois elementos, o culto é maravilhoso, ele vai agradar a Deus, o Senhor vai aceitá-lo. Quando você está nesta condição, santificado e agradecido, e vai pregar, a sua mensagem toma um outro rumo, um rumo mais profundo, no espírito.

O SONHO

Era o aniversário de uma das igrejas da área. Uma irmã teve um sonho muito profundo a respeito do culto.

No sonho ela via muitos detalhes que mostravam o quanto o culto é importante para nós, porque é no culto que o Senhor opera a sua obra de salvação. É um aperfeiçoamento para a Igreja, a exemplo de como iremos cultuar ao Senhor na eternidade. O Senhor dá uma importância muito grande ao culto. Isso foi uma benção para ela porque viu o quanto Deus opera no culto em favor do homem.

O que ela viu no sonho?

1) No sonho ela viu que entrava na reunião do culto profético e lá estavam muitos anjos, eram em maior número do que as pessoas que estavam lá.

2) O pastor da igreja perguntava se tinha alguma revelação para o culto e ela respondia: O pastor é quem vai dirigir o louvor.

3) Ela viu um papel que trazia escrito em letras douradas: Quando buscamos a Ti, Senhor. E o pastor dizia: A mensagem está no hino porque ele tem princípio, meio e fim..

4) Ela viu que chegava o pastor convidado muito bem vestido, mas de roupa esporte.

Então descia um anjo trazendo uma roupa de gala para ele e dizendo que o culto ia ser solene.

Que coisa maravilhosa saber que o Senhor está lutando por nós e como é importante o culto para nós. O culto não é uma coisa feita de qualquer maneira, o Senhor está presente, está operando ali. Nós vamos cultuar ao Senhor na eternidade, isso aqui é um aprendizado, todos os dias nós estamos aprendendo. No culto o Senhor envia os seus anjos para assistirem a Igreja, tantos os membros quantos aqueles que vão se achegar.

No dia referente a esse dom, o pastor da igreja teve uma reunião de trabalho e chegou atrasado no culto. Ele não dirigiu o culto profético e nem dirigiu o louvor conforme a revelação. Quando ele tomou conhecimento deste sonho, depois do culto, ele disse: Meu Deus! Que pena! O Senhor mostrou tanta coisa aqui. Senhor, dá-nos outra oportunidade.

O Senhor deu outra oportunidade e usou a mesma pessoa para entregar um segundo sonho.

Como foi esse segundo sonho?

1) Neste segundo sonho o Senhor dizia que era passado o assunto do primeiro sonho, e o assunto era O culto.

2) Aquele primeiro sonho, aparentemente, havia-se perdido, mas aquele papel era rasgado em pedacinhos, colocado num pratinho e servido à igreja.

3) Ela viu um anjo que acompanhava uma pessoa à igreja há dez anos. A função dele era esta: Levar aquela pessoa à igreja, ao culto. Era um trabalho que já durava dez anos.

Às vezes você vê uma pessoa que está lá há três anos e não quer nada, não é? Entretanto, o anjo levava uma determinada pessoa à igreja durante dez anos, a função dele era essa, pegar a pessoa e levá-la à igreja.

Mas que coisa maravilhosa é a ministração dos anjos do Senhor em favor das nossas vidas!

4) Ela via que muitos anjos se dirigiam para a igreja.

5) Quando ela chegou próximo da igreja, ela ouviu que era cantado o louvor “Quando buscamos a Ti, Senhor”.”

6) Ela viu que no portão estavam três anjos, cada um com uma incumbência.

* O primeiro anjo tinha que medir a altura das pessoas que entravam. Havia três delas que estavam mais altas que as demais.

* O segundo anjo tinha que olhar o coração de cada pessoa que entrava. Uma delas tinha o seu coração endurecido e uma outra havia sofrido um enfarte.

* O terceiro anjo tinha que observar o andar das pessoas que entravam. Uma delas estava cambaleando.

7) Ela viu que um irmão ia entrando com muita pressa, mas desceu um quarto anjo e parou esse irmão o tempo suficiente para que aquela pessoa que vinha cambaleando pudesse colocar a mão no ombro dele. Ela viu que os dois entravam juntos.

O irmão estava com tanta pressa que nem percebeu a dificuldade do outro.

8) Ela viu que uma mulher estava com os seus pés feridos.

O culto é uma festa.

O mais importante disso é que nós sabemos que Deus está operando, está enviando os seus anjos para ministrarem em nosso favor e estamos vendo isso acontecendo no nosso meio.

Vamos colocar mais o nosso coração no culto e buscar mais ao Senhor para que o culto seja uma festa diária na casa do Senhor, tudo revelado, que é o que o Senhor quer e o que Ele quer é que o culto tenha o maior teor profético possível, tudo revelado.

Nós chegamos na reunião, temos a mensagem, o Senhor deu uma visão, você escolheu um louvor; outra revelação, você escolheu outro louvor, tudo em cima da revelação.

O culto está todo por revelação, aí o Senhor vai operar porque não tiramos nada pela nossa cabeça, o Senhor vai operar maravilhas.

Alguns não estão atentos, não estão percebendo, exatamente como no sonho, aquele irmão ia entrando sem perceber que o outro estava precisando dele, mas aí o Senhor deu a providência, mandou um anjo: Espera aí um pouquinho. Você, põe a mão no ombro dele, apoie-se nele. Pronto podem entrar.

O Senhor quer usar você, mas às vezes você está pensando que Ele vai usar outra pessoa, mas Ele quer é você.

No culto o Senhor realiza os seus atos de poder.

Quando o culto é profético, o Senhor realiza os seus atos de poder, os seus atos de salvação.

Você entrou com uma dificuldade. É ali que o Senhor resolve.

Você precisa de uma palavra. É ali que o Senhor fala.

Os atos do Senhor ocorrem durante o culto.

Amém.

A ICM E SEU CONCEITO DE “OBRA”

cavaleiradaverdade:

Leiam e tirem suas conclusões

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OBRA MARANATA – SEITA E HERESIAS

A ICM E SEU CONCEITO DE “OBRA”
As justificativas tentam negar, mas atitudes são as provas do exclusivismo e idolatria
“Aquele que começa a amar o cristianismo (a religião) mais do que a Verdade acabará por amar a sua seita ou a sua igreja mais do que o cristianismo, e depois por amar a si mesmo mais do que qualquer outra coisa.”

                                        Samuel Coleridge

                                                                    PARTE 1
A regra é que os membros da ICM acreditam que formam o grupo religioso que vive a mais exata e fiel expressão de Igreja…

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Quando o bicho pega colocam o fardo nas costas da igreja

CIRCULAR N.º 020/15
ORIENTAÇÃO DO MÊS – MINISTÉRIOS E FAMÍLIAS DOS
PASTORES
Comunicamos aos pastores e igrejas que no mês de maio / 2015 as intercessões serão em favor
dos Ministérios e Famílias dos Pastores, e terá como tema geral:
“Esforça-te, e tem bom ânimo: porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais
lhes daria.” Js 1:6
1. Orientações estabelecidas pelo Presbitério:
1ª Semana 04/05 a 09/05/2015 Madrugadas
2ª Semana 11/05 a 16/05/2015 Jejuns
3ª Semana 18/05 a 23/05/2015 Cultos ao meio-dia
4ª Semana 25/05 a 31/05/2015
Visitas aos lares dos pastores e
ungidos
2. Motivos de Intercessão para o período acima:
Lares dos pastores (esposa, filhos e demais familiares);
Ministérios (direção do Espírito Santo no governo das igrejas, sabedoria e
discernimento);
Clamor contra o envelhecimento espiritual;
Saúde;
Livramento da violência e acidentes;
Vida profissional (local de trabalho, sustento, pastores desempregados, oportunidades de
trabalho);
Preservação da família na presença do Senhor.
3. Orientações específicas para o mês:
O grupo de senhoras deverá fazer uma visita às esposas dos pastores;
O grupo de visitas dos jovens deverá fazer uma visita aos filhos dos pastores
(que são jovens);
Os coordenadores deverão, durante o mês, fazer uma madrugada com os
[16h20 30/04/2015] Vivi Silva/AL: IGREJA CRISTÃ MARANATA – PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE
pastores do pólo ou área. No final deverá haver imposição de mãos (um grupo
orando pelo outro);
Durante o mês deverá ser celebrada ceia com as famílias dos pastores, por pólo
ou área,
Em todas as reuniões das senhoras haverá intercessões pelos pastores e
famílias,
As coordenações das áreas devem se organizar para que os pastores visitem uns
aos outros, e
Durante todo este mês os pastores deverão levar suas igrejas ao entendimento
sobre ministério.
A Paz do Senhor
O Conselho Presbiteral

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Deve vir por ai chumbo grosso pra cima desses caras!
Quem sera que ira visitar o lar do papa ou do pulador de cercas?
Qual senhora a frente entrara nas casas desses caras e orarem por suas esposas?

Sao sempre assim quando o bicho pega colocam o fardo nas costas da igreja para orar e jejuar por eles.

Uma benção agora a nova dinâmica dos meia solas!

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Uma benção agora a nova dinâmica dos meia solas!

Esse cara ai  é diácono da igreja de Barreiros. Faz parte do ministério do gestor Rodrigo pimenta.

O Wanderley é secretário da prefeitura, e o gestor é chefe de gabinete.

Os dois são amigos do deputado federal Marcelo Álvaro Antônio.Esse que foi eleito na ultima eleição Logico que o sistema que elegeu ele com os votos de cabresto dos membros.

.Ele está pregando na igreja batista central do barreiro do Pr Daniel Sampaio, eita lasqueira que a coisa agora esta assim!

Agora tudo pode, tudo é  permitido, mas só não podem sair porque senão as receitas diminuem, e quem vai arcar com honorários caros dos advogados para livrar a cara dos meia solas mercenários?