A defesa do pastor recorreu ao STF porque a prisão do pastor já havia sido revogada, mas o MP-ES voltou a fazer o pedido de prisão preventiva para a 8ª Vara Criminal da Comarca de Vitória que aceitou a solicitação.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) votou de forma unânime pela revogação da ordem de prisão preventiva decretada contra o pastor Carlos Itamar Coelho Pimenta da Igreja Cristã Maranata.
Ao lado de outros pastores, Pimenta foi… acusado pelo Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) de fazer parte de uma organização criminosa que desviou mais de 30 milhões de reais dos cofres da igreja.
O pastor chegou a ficar 55 dias preso no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, em Vitória (ES), mas conseguiu o alvará de soltura, assim como os outros réus do processo.
Com a decisão do STF, o pedido de prisão preventiva é excluído e em troca serão aplicados medidas cautelares alternativas, tanto para Pimenta como para os corréus que são os pastores Gedelti Gueiros, Arlínio de Oliveira Rocha, Jarbas Duarte Filho, Antonio Ângelo Pereira dos Santos e Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira.
A medidas cautelares são: comparecimento periódico ao juízo, proibição de acesso ou frequência a determinados lugares, proibição de manter contato com pessoa determinada ou a de se ausentar da comarca em que corre o processo.
A defesa do pastor recorreu ao STF porque a prisão do pastor já havia sido revogada, mas o MP-ES voltou a fazer o pedido de prisão preventiva para a 8ª Vara Criminal da Comarca de Vitória que aceitou a solicitação.

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