E assim é mais um casamento da “oubra”. O casamento por interesse.

A HISTÓRIA DO GARANHÃO GALEGO

 

Lendo a postagem sobre a vida dos jovens das ORGANIZAÇÕES MARANATA, fui obrigado a concordar coma mesma em sua íntegra, mas, permita-me, respeitosamente, apresentar uma outra condição aos “moços maranata”.

É certo que, como o número de mulheres nas igrejas é bem maior que o de homens, muitas acabam não casando. Imediatamente passam a sofrer verdadeiro assédio moral, pois passam a ser objeto de comentários depreciativos tais como: ficou para tia; é uma encalhada; solteirona; com mais de 25 anos aquela não casa mais, etc, etc, etc.

Tudo isto é absolutamente lamentável, pois evidencia que se trata de uma igreja sem amor. O pior, entretanto, é quando uma destas jovens que não casaram teve mais de um namorado. A coisa, infelizmente, é ainda pior.

Não se assustem, tais comentários não são apenas de irmãs casadas, ou de jovens que estão prestes a casar. Estes comentários são muito comuns entre os meia-solas. Alguns ainda se achando orientadores (??), chegam a usar tais situações como odioso exemplo e dizem assim a jovens que demoram de casar: Você quer ficar como a irmã “fulana” que está encalhada até hoje? Aquela nem casa mais…

Ainda tem aquela “orientação” (que só vale em algumas partes do País e se os jovens envolvidos não forem filhos de pastores) quando dizem: “Namoro na oubra é um ano e tem logo que casar.” E querendo dar uma conotação bíblica na coisa, usam um texto fora do contexto e completam com o ar de quem conhece muito: “A Bíblia dia: Porque é melhor casar do que abrasar-se.”

Afirmo que só vale em algumas partes do País, pois conheço filhos de pastores que levaram 5, 6 anos para casar e outros que namoram com uma hoje, com outra amanhã, e, muitas vezes, com duas ao mesmo tempo.

Mas, como foi dito antes, existe outra modalidade de casamento na “oubra maggavilhosa de Gedelthi”.

É o casamento pó conveniência. Mas, como é mesmo este casamento?

Existem irmãs que são solteiras, tem mais de 35 anos e tem uma vida financeira estável. Algumas são ricas.

Nestes casos, não se trata de “encalhadas” ou “solteironas”, mas de “irmãs que esperam no Senhor”. Os meia-solas entregam “dãos” dizendo que estas irmãs ‘devem aguardar no Senhor, pois o Isaque está sendo preparado no tempo de Deus.’

Meu Deus, quanta hipocrisia!

Quantas mulheres deixaram de casar, quantas desfizeram namoros e noivados porque “conheceram a oubra” e “deviam escolher entre o Senhor e o mundo”. Que loucura. Que fanatismo.

Pois bem, mas não é que vez por outra aparece o prometido Isaque.

O relato abaixo é absolutamente verídico e ocorreu na PARAÍBA (oi nóis aqui travez…”).

Omitiremos os nomes apenas em respeito à irmã, mas se aparecer uma única criatura do pântano marana que diga que não é verdade, ou que inventamos, não apenas apresentaremos os nomes, mas também publicaremos as fotos.

Vamos aos fatos: A irmãzinha era já avançada em dias e não conseguia casar, mas era uma mulher prendada e dedicada e, o mais importante, era muito bem aquinhoada. Era rica.

Pois não é que o certo cidadão “apaixonou-se” pelos dotes da irmã?

Isto mesmo, de olho na fatura, o mesmo rapidamente casou com a irmãzinha.

O problema não é casar. O problema não é manter uma relação. Nada demais nisto. O problema é que o sujeito é tirado a GARANHÃO. Aliás, é assim que ele é conhecido: GALEGO GARANHÃO.

Mas como a “oubra é maravilhosa” prontamente surgiu um dom mostrando que o casório estava programado na eternidade.

Casaram!

Mas como era pouco, o Garanhão foi levantado para o diaconato.

É o famoso DIÁCONO BOY, todo pra frente.

Para a diferença de idade não ser tão notada, aplicações de botox tronaram-se freqüentes.

Mas ela queria mais. Ela pediu: Galeguinho do meu coração, me dá um filho…

Apesar de todos os esforços, a irmãzinha não conseguia engravidar.

Como dinheiro não faltava, foram feitos tratamentos diversos e ela ficou grávida, mas, infelizmente perdeu o menino.

Ficou grávida pela segunda vez e logo apareceram os “dãos” dizendo que “deus” tenha operado um milagre, teve até “dão” com o nome do menino: ISAQUE, o filho de SARA. Que maldade com a irmã…

Ocorre que, mais uma vez, a gravidez não prosperou e a irmãzinha perdeu de novo o filho.

Essa história se repetiu outras vezes.

Assim, caladinha, sem contar a ninguém, a irmãzinha fez um investimento no seu sonho e foi fazer um tratamento fora, gastando mais de R$ 40.000,00.

Ela mais uma vez engravidou e contavam pra todo mundo que foi um grande milagre. Tudo mentira, tudo lorota, o que ninguém sabia é que este milagre custou mais de 40 mil reais.

O casal feliz saiu dizendo em toda a cidade que foi um milagre… só não diziam: UM MILAGRE DA MEDICINA.

Agora o sonho de GALEGO… o curso natural da história é que, em razão da idade avançada, a irmãzinha parta antes e ele ainda cheio de amor pra dar e com a herança dela para curtir…

E assim é mais um casamento da “oubra”. O casamento por interesse. Neste, pelo menos, a irmãzinha está aproveitando da sua felicidade. Ela merece, mas GALEGUINHO, o povo ta de olho em você. Não apronte seu GARANHÃO de uma figa que a CAVALEIRA DA VERDADE está vigiando. Seu GPS está monitorado.

 

 

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