O cetro de rei perverso Que de jovem tem alergia É dele, de Geraldinho

Eita Paraíba que tem história, sô!!

 

GERALDO DO NARIGÃO

A cada dia chega as notiça

Do que ocorre na Paraíba

Tem umas que é causo de poliça

Tem outras que é uma caiba[i].

Aqui já falei de Tetéia

Piscineiro lá da Grande Campina

Gosta de um pão com geléia

Não passa de um grande sovina.

Também contei do Osvaldinho

Com sua esposinha perigosa

Não deu conta o coitadinho,

Da sujeita que é fogosa.

Falei também do Bonzinho,

Que levanta cachaceiro,

Premia um taradinho,

E protege Sérgio Coiceiro.

Agora vou falar de um

Que nem dá pra ficar perto

Com as ventas que ele tem

Não sobra ar, isto é certo.

Ele respira por dez,

Com aquela venta de metro

Mas se o negócio é bater,

Pertence a ele o cetro.

O cetro de rei perverso

Que de jovem tem alergia

É dele, de Geraldinho,

Com novo não tem sinergia.

Foi pr’uma igreja em Campina

A uma jovem foi orar,

Ele com a sua arrogância,

Gritou: Não é o seu lugar!

A jovem, tadinha, chorou

Aqui eu não fico não

Ele comigo gritou,

Ele não tem compaixão.

De Cristo aprendi o amor,

Disse ainda a mocinha,

Conviver com este pastor,

Não dá mais minha irmanzinha.

É um grosso, mal educado

Não sabe tratar com ninguém.

Não sabe o que é o amor

Não sabe fazer o bem.

Os demais jovens então,

Vendo o desespero da amiga,

Falaram: não fico não!

Aqui ninguém me obriga.

A igreja desde então,

Só ficou ‘quatro parede’,

A família do Geraldo,

E quem quiser morrer de sede.

Nunca vi na minha vida

Uma igreja tão vazia

Mas com o ‘jegão’ do Geraldo,

Estar por perto dá azia.

Mas o melhor deste moço,

É que ele é bichado,

Não consegue fazer menino,

Não entende do traçado.

Será que se falar com o papa

Ele pega uma receita?

Pois sem filho não pode ser

Um pastor desta seita.

O Geraldo ainda tem,

Um outro probleminha,

Vive tomando café,

Lá na casa da sogrinha.

Café, almoço e jantar,

O Geraldo é um folgado

Tá na hora do sogrão,

Botar pra fora o safado.

O Geraldo é conhecido,

Como sendo o DELEGADO

Mas agora a Paraíba.

Vai conhecer seu legado.

Narigudo e preguiçoso

Grosso e espancador

Assim é o Geraldinho,

Meia-sola do doutor.

Imagem

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One thought on “O cetro de rei perverso Que de jovem tem alergia É dele, de Geraldinho

  1. Paloma says:

    ADOREI KKKKKKK

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