Considerando que o olhar caolho é capaz de dissimular e gerar a nebulosa revelação além da letra para cada frase das Escrituras

Considerando que o olhar caolho é capaz de dissimular e gerar a nebulosa revelação além da letra para cada frase das Escrituras; diante das 14 ocorrências do número 3 ao longo de 2 Sm. 23.1-39, o beato ignorante dará como correto: 3 (a trindade) e 14 > 2 x 7 (a dupla porção do valente da obra perfeita); e plenamente satisfeito o mestre dirá:  ele entendeu a Obra. Mas, o que se observa nestes casos é o seguinte: definitivamente o erro do mestre está introjetado na mente desse servo da Obra Maravilhosa.

Contra golpeando esta palavra revelada, melhor será: 3 x 14 = 42 > 4+2 = 6 > número daqueles que aprisionam beatos e com mãos de ferro dominam os rebanhos de Deus. Dominadores, falsos mestres e falsos profetas nunca são transparentes.

A fim de entendermos o dano da espiritualização intencionalde frases da Bíblia e os malefícios decorrentes, o olhar caolho do construtor de heresias abusa da expressão bíblica “além da letra”, com o exclusivo e nefasto propósito de aprisionar os beatos com o jargão maranático: Hoje a Obra é a igreja que compõe os 37 valentes.

Esteja certo de que este jargão é apresentado e reiterado com ares de augusta, inerrante e maravilhosa verdade… e os formatados dizem:Amém!

Infelizmente, o mestre-mor conseguiu introjetar na mente dos servos da Obra o enigmático e ininteligível status de valentes da Obra; porém, os erros e fracassos grosseiros nos cultos proféticos mostram que de valentes nada tem. Os retirantes que o digam…

Aquele que elabora e institucionaliza jargões, descobriu que, de lerdos, beatos, formatados, obreiros e pastores subalternos nunca pensam; e por nunca pensarem, nunca exercem fé nas Escrituras, na sabedoria e no poder de Deus (cf. Rm. 1.16.17; 1 Co. 1.24), exatamente, por estarem empanzinados com doutrina revelada além da letra.

Beatos  encantados com a linguagem do não-pensamento facilmente se deixam FORMATAR nos moldes do gedeltismo (eclesiasticismo filosófico, místico, monárquico e pseudocarismático) que nada tem de Evangelho de Deus.

Esta linguagem do não-pensar além de gerar jargões, franqueia portas para o falso profetismo que corre nas Unidades locais da ICM-OBRA como fogo em palha seca e abre portas para a ação de espíritos de engano.

Icemitas em geral e especialmente os formatados servos da Obra aprenderam a ecoar jargões. Ciclo vicioso! Quando alguém lhes pede a razão da fé, exclamam: OBRA MARAVILHOSA! Porém, se confrontados com o que Deus disse, do jeito que Ele disse,  eles respondem com agressões e maldições que aprenderam com a Mensagem Para Pastores 2007.

Infelizmente, a elite das elites dos icemistas (clero superior) e os pastores subalternos (clero inferior) depositam fé nos jargões do mestre muito religioso. Não tenho outro modo de dizer: eles depositam fé na crença do chefe icemista, por serem “néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram” (Lc. 24.25).

Neste contexto o maranatês identifica a linguagem do formatado servo da Obra.

Esta formatação é conseqüência direta de algo eminentemente e intencionalmente ocultista: A FALSA UNÇÃO.

http://cavaleiroveloz.com.br/index.php/2011/09/a-obra-construindo-heresias/

 

 

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